Hora de voltar ao trabalho. E agora? Babá, escolinha ou avó?

Acredito que, uma das primeiras grandes e importantes decisões que nós, mães e pais, temos que tomar após o nascimento dos nossos filhos é o que fazer com o bebê quando se volta a trabalhar. As opções não são muitas, basicamente as alternativas se resumem a babá, escolinha ou avós (ou algum outro parente), mas já é o suficiente para nos deixar doidas, sem saber exatamente o que decidir e o que é o melhor para nossos pequenos.
 
Eu comecei a viver essa situação há alguns meses, quando optei por voltar a trabalhar no início desse ano (veja aqui o post que falo sobre isso). Desde esse momento até efetivamente decidir o que faria, pensei muito, li a respeito, conversei, ouvi experiências, mas, acima de tudo, OUVI MEU CORAÇÃO.
 
Deixar com avós não era uma possibilidade no meu caso. Minha mãe mora em outro estado e minha sogra, apesar de não trabalhar fora, trabalha, e muito, na sua casa. Assim, ela não teria como assumir 100% o Léo nas horas que eu tivesse que ficar longe dele. Esse cenário fez com que me restassem apenas duas opções: babá e escolinha.
 
Primeiramente, cogitamos deixar o Léo com uma babá, mas na casa da minha sogra em vez de aqui em casa. Eu vou trabalhar só meio expediente, de casa, e justamente por isso que para mim seria importante ele ficar aos cuidados de alguém em outro lugar. Por eu ser aquele tipo de mãe que não desliga nunca do filho, que está sempre com os olhos e os ouvidos totalmente voltados a ele, pensei que de nada adiantaria eu ter uma pessoa para cuidar do Léo se eu continuasse por perto. O que aconteceria é que a qualquer chorinho ou reclamação do Léo eu largaria tudo e iria lá ver o que estava acontecendo. E isso, sinceramente, não seria nada positivo, principalmente considerando-se que a intenção dessa mudança era justamente eu voltar a trabalhar, algo que exigiria minha atenção e dedicação exclusivas por algumas horas.
 
Bom, então foi daí que a ideia da babá cuidando do Léo na casa da avó surgiu. Mas ela orbitou as nossas mentes por pouco tempo, pois comecei a achar que ter uma pessoa estranha dentro de casa, e ter de ficar de olho nessa pessoa e no neto, seria responsabilidade demais para a minha sogra. Afinal, a partir do momento que ela aceitasse essa situação, tenho certeza que ela se cobraria pelo bom andamento do arranjo e acabaria deixando de fazer várias coisas (viajar ou passear, por exemplo), para não me deixar na mão. Nada justo! Ideia abortada e aí nos restou a alternativa final, que era colocar o Léo num berçário.
 
Aqui, quando falo em alternativa final, quero deixar claro que não quero dizer última alternativa. Muito pelo contrário. Desde o início, meu coração sempre pendeu para a opção escolinha/berçário. Entretanto, eu não queria tomar nenhuma decisão por impulso, e aí fui cogitando e analisando outras alternativas. Depois de muito pensar a respeito, ver e rever mil vezes todos os prós e contras, eu acabei tendo ainda mais certeza que NO MEU CASO e NESSE MOMENTO DAS NOSSAS VIDAS, essa é a alternativa para nós.
 
Eu sempre vi muitos pontos positivos em escolinha, muito mais que negativos, e isso acabou pesando muito na nossa decisão. Além disso, visitei sete berçarios/escolinhas no meu bairro e me senti 100% confortável em deixar o Léo em pelo menos dois deles. Isso também me deu mais segurança ainda.
 
Mas afinal, o que eu, Shirley, levei em conta na hora de tomar essa decisão? O que me fez efetivamente decidir por uma escolinha em vez de uma babá?
 
Bom, aqui quero deixar claro que essa é a MINHA opinião PESSOAL, e que de forma alguma eu considero ela uma verdade universal. É simplesmente o que funciona para mim. Mas como funciona para mim, pode funcionar para outras pessoas, então optei por compartilhar aqui quais foram os fatores que realmente pesaram no nosso processo decisório.
 
Vamos lá…
1.       EU sempre me senti mais segura em deixar o Léo aos cuidados de várias pessoas do que de apenas uma. Não me sentiria confortável de deixá-lo sozinho com uma babá, pois nunca teria 100% de certeza do que estaria acontecendo dentro da nossa casa (e não sou a favor do uso de câmeras de monitoramento, pois acho que a privacidade de qualquer ser humano deve ser respeitada). Para mim, ficar numa escolinha passa mais segurança porque lá há várias pessoas trabalhando, várias pessoas envolvidas, então é mais difícil que alguma coisa errada seja feita e ninguém veja.
2.       Outra coisa que eu sempre achei positiva em escolinha é que a criança tem contato com outras crianças e com vários estímulos, o que acaba ajudando no seu desenvolvimento cognitivo e psicológico. O Léo é um bebê que sempre demonstrou gostar muito de estar no meio de outras pessoas e, principalmente, de outras crianças, e nunca curtiu ficar sozinho sozinho (por exemplo, ele em um cômodo da casa e eu outro, mesmo que por minutos). Isso também me fez achar que o ambiente de uma escolinha, com vários adultos e crianças em volta, também seria mais agradável para ele.
 
3.       Também tenho na escolinha a segurança de saber que ela sempre estará lá, no mesmo horário, sem faltas e atrasos. Coisa que nem sempre se pode contar que terá com uma babá. Essa insegurança de não saber se no dia seguinte a moça irá aparecer ou se chegará na hora não me agrada muito.
 
4.       Ainda, eu entrei na escola com quatro anos, claro que bem mais velha que o Léo, que tem apenas oito meses, mas guardo na minha memória lembranças muito agradáveis  dessa fase. Acho que por eu ter tido uma experiência tão positiva no meu “debut” nesse meio eu também posso ter pendido mais para essa opção. Ou seja, aqui pode ter até algo meio inconsciente, de “o que foi legal para mim, vai ser legal para ele”. Sei lá se é isso mesmo, mas tal hipótese já me passou pela minha cabeça.
5.       Por fim, outra coisa que pesou demais na decisão, é que eu me senti muito segura e satisfeita ao visitar algumas escolas e, graças a Deus, tenho condições de arcar com os custos das escolas que eu gostei. É quase certo que se eu não tivesse encontrado nenhuma escola que me agradasse de verdade eu teria postergado um pouco mais os meus planos de voltar ao trabalho. Ou teria revisto a decisão. De forma alguma, eu entregaria o Léo aos cuidados de uma equipe na qual eu não tivesse 100% de confiaça ou o deixaria em um ambiente que não considerasse seguro. Felizmente, tive possibilidade de escolha, e isso é muito importante.
Mas é claro que nem tudo são rosas, e que escolinhas também tem seu lado negativo. Sei que o Léo tem chances de ficar bem mais doente do que se tivesse sendo cuidado por mim ou por uma babá, mas estou disposta a correr esse risco. Como disse meu pediatra: para os males do corpo a gente tem remédios, mas para os males da alma (de uma criança que é exposta a uma situação de perigo ou é mal tratada), o que se há de fazer?
 
Bom, mas enfim… depois de rever tudo isso que eu acabei de compartilhar com vocês, de parar para pensar e analisar tudo que esteve envolvido nesse importantíssimo processo decisório, chego, mais uma vez, à conclusão que nesse caso, assim como em tantos outros que dizem respeito à maternidade, a melhor opção é sempre aquela com a qual nos SENTIMOS mais SEGURAS. E essa segurança vem do CORAÇÃO, muito mais do que de análises e julgamentos racionais.
 
Tenho uma amiga que optou por escolinha, mas no fundo sempre esteve com um pé atrás. No dia que ela deixou seu filho lá, foi embora chorando, com o coração apertado e super angustiada.  No dia seguinte, descobriu que a escolinha deixou seu filho chorar até pegar no sono de cansaço. Na hora, ela rodou a baiana, deu um escândalo, tirou o menino de lá e decidiu deixá-lo com a avó. Agora, com calma, ela irá procurar uma babá para cuidar do filhote dela na casa da mãe dela. Agora, o coração dela está em paz.
 
Acho que nesse impasse de babá x escolinha x avó cabe a verdade máxima da maternidade: seguir o coração. Antes e acima de tudo. Ele, sempre, sabe a resposta certa.
 
Para ajudar um pouco mais nessa decisão (ou para colocar ainda mais lenha na fogueira, nem sei!) eu trago aqui o depoimento de duas amigas que optaram por alternativas diferentes. Uma ficou com a escolinha, outra com a babá. Cada uma delas comenta os seus motivos pessoais para a decisão. 
 
Espero que mais esse “tiquinho” de informação ajude vocês a pensarem melhor no assunto e assim a SENTIREM melhor essa importante questão. Ao longo dos próximos dias irei retomar o tema, em outros posts, pois nessa semana o Léo inicia a adaptação na escolinha e eu acho que terei inspiração para vários textos. Vamos ver…!
 
Depoimento 1 – Laura Braga Vieira, mãe da Júlia, de dois anos e cinco meses

Com 8 meses minha filha começou a freqüentar o berçário. No meu caso contar com as avós estava fora de cogitação, já que nenhuma delas mora em São Paulo. E esse foi um fator fundamental na tomada de decisão. Como não moro perto da minha família precisava de algo que estivesse todos os dias ali, no mesmo lugar, no mesmo horário, com a mesma rotina. Só assim eu conseguiria me reorganizar. Eu busquei por algo que não me deixasse na mão, não faltasse, não chegasse atrasado e nem precisasse sair mais cedo. E que além disso proporcionasse conforto, tranqüilidade, socialização e desenvolvimento para minha filha.

Hoje eu sou uma mamãe que levanta bandeira do berçário/escola porque vejo o quanto minha filha se desenvolveu, vejo a felicidade que ela vai para a escola e os vínculos de amizade que ela estabeleceu.

 

Depoimento 2 – Natália Campos Marchi, mãe da Valentina, de seis meses

Quando o fim da minha licença maternidade começou a se aproximar, visitei várias escolas, de todos os gostos e valores possíveis. Pensei em colocar integral ou meio período. Depois de muita conversa com o meu marido, nossa decisão foi babá. A Nilda não é somente uma babá, ela já virou da familia. Ela trabalhou na minha mãe durante 18 anos, desde que eu era pequena. A Valentina, agora com seis meses, ficará em casa, com ela, enquanto eu trabalho o dia todo. Tenho horário flexível e a sorte de morar perto do trabalho, portanto, na hora do almoço vou vê-la também. 

 Não sou daquelas mães defensoras que o filho TEM que ficar em casa, com a babá ou a avó. Aliás, na maternidade aprendi que não se pode julgar o que as mães acham, elas simplesmente fazem o melhor pelo filho (mesmo sendo questionadas pelo mundo ou se sentindo culpadas). Muito pelo contrário, acho que a escola ensina muito. Mas nesse momento da minha vida, essa é a melhor opção. Quando ela caminhar, vou colocá-la meio período na escolinha. 

Leia outros posts relacionados a esse assunto:
O que levar em conta na hora de escolher uma escolinha para deixar o bebê
O primeiro dia do Léo na escolinha
Maternidade: cobranças pessoais x cobranças profissionais



27 Comentários

  1. Anonymous disse:

    Eu volto a trabalhar em junho, e gracas a Deus, minha mae vai poder ficar com a Valentina pelo menos ate o final do ano… mas no meu caso, se eu nao tvivesse a opcao de deixar com a minha mae, eu iria colocar na escolinha! penso da mesma maneira, meu coracao nao ficaria em paz, deixando minha filhinha aos cuidados de apenas uma pessoa! Agora para ajudar a minha mae eu vou contratar uma faxineira… pq ai facilita as coisas p minha maezinha!! :)

  2. Andrea Andrade disse:

    Meu coraçao ainda n apontou para a escolinha. estou ainda correndo atras de uma boa babá.minha filha tem 1 ano e 4 meses. e durante 1 ano tentei com 3 babás, a primeira era mto mal humorada, a segunda tinha o dom de se meter na vida de todo mundo, sendo muito desaforada, e a terceira ficou 1 semana pois ja chegou dizendo que nao ia carregar minna filha pois tinha dor de coluna!!! e assim, continuo a saga da babá quase perfeita!!!rs

  3. Jô Carvalho disse:

    Oi Shirley, estou visitando escolas nesses meses que antecedem ao termino da minha licença. Eh uma decisão hiper difícil, também moro distante da minha família e a condição do meu filho ficar com minha sogra, seria de ela vir morar conosco, o que nao considero a melhor opção. E tb me pergunto se conseguiria vê-lá decidindo coisas sobre meu baby diferente do que penso, sim pq temos que estar preparadas para as divergências de opnioes e qdo se trata de parente fica bem mais difícil discordar, ne?! Então acredito que a escolhinha na minha necessidade eh a melhor opção. Gostei de uma das 3 escolas que visitei, ainda tenho mais algumas para visitar, porém o que entendo eh que preciso confiar nas pessoas que cuidarão do meu baby, o custo nao significa tudo, mas eh um diferencial. Só sinto uma coisa, quero flexibilidade para minha condição de Mae de um bebe, nao aceito que o maternal tenha regras tão rígidas de horario e freqüência quanto as demais idades. Já que tenho horários flexíveis busco uma escola que permita isso tb, afinal quero curtir o meu filho o máximo. Retorno ao trabalho aos 5 meses dele. Também se pudesse receber sugestões de escolhinhas em Santo Andre, desde já agradeço! Abracos

  4. Ana Cláudia disse:

    A cada post seu amo cada vez mais seu blog, Shirley! Acho um importante canal de comunicação para nós mamães, de primeira viagem ou não, trocarmos experiências sempre em prol do melhor para os nossos bebês né?
    Infelizmente eu não tive muitas opções, pois não tenho sogra e minha mãe mora em outro estado e trabalha. Cheguei a cogitar babá, pelo menos por um período, mas pensei exatamente em todos os itens que colocou no post e por isso, a decisão do berçário foi o melhor pra mim. E na verdade, o mais difícil pra mim hoje é ter que colocar a Beatriz tão cedo, apenas com 4 meses, mas sei que serei recompensada pois acredito no melhor desenvolvimento dela na escola. Por isso, pesquisei bastante as escolinhas do bairro e como vc, visitei umas 10 e escolhi dentre um melhor de 3…
    Hoje levei a pequena para o 1o dia de adaptação e ela ficou super bem! Brincou bastante (agora está dormindo feito um anjinho!)…
    Acho que o importante é escolhermos o melhor lugar em que o nosso coração ficará tranquilo, seja uma boa escola com pessoas amáveis, seja uma super avó que respeite suas vontades, seja uma babá de confiança, o que queremos é nosso bebê feliz, não é mesmo?
    Agora me surgiu uma ideia…(olha eu dando pitaco!) Pq não promove uma reunião com as mamães q acessam seu blog? Sei lá, um encontro para nos conhecermos, assunto não irá faltar! É que me identifico tanto com seus posts e com as dúvidas das mamães que deu vontade de conhecê-la!! rsrsrs #ficaadica

    • Oi Ana Cláudia, tudo bem? Primeiro, obrigada por seu depoimento. Adorei! Eu concordo 100% com o que você disse (é a essência do meu post inclusive): na hora dessa importante escolha, o ideal é a gente seguir o coração e fazer o que nos deixa mais tranquilas.
      Hoje foi a adaptação da sua filhota e amanhã será do meu pequeno. Estou até ansiosa, só imaginando como será e como eu irei me sentir (acho que oara ele será tranquilo).
      Ah, sobre a ideia do encontro das leitoras, eu amei!!!! Você é aqui de Sampa? Vou pensar em algo a respeito disso sim, pode deixar. Amei a sugestão!
      Beijos

    • Ana Cláudia disse:

      Oi, Shirley!Eu sou de Sampa sim, se quiser ideias, ajuda pode contar comigo! Adoraria participar desse encontro, seria interessante pras mamães e pro seu blog ficar cada vez mais conhecido, não?
      Eu participei, na época do orkut, de um grupo de noivas q surgiu como quem n quer nada…e deu tão certo q a moderadora se tornou assessora de casamentos e promovia encontros das noivinhas pra indicar fornecedores, e trocar ideias! Mto legal!
      Podia pensar em algo do tipo…quem sabe depois promover bazares, chamar fornecedores, enfim, vai dar o q falar!! rsrsrs

    • Ana Cláudia, eu gostei mesmo da ideia, só tenho que pensar de que forma poderia fazer esse encontro e começar a organizar as coisas. Ainda estou no processo de adaptação do Léo na escolinha, também estou trabalhando para trazer novidades para o blog e sigo com as funções de dona de casa e esposa. Kkkk! Correria geral. Acho que depois do Léo estar adaptado consigo um tempinho maior para respirar e colocar novas ideias em prática. Pode deixar que assim que rolar o encontro você será uma das primeiras convidadas. :-) Beijos!

  5. Tatiana Cali disse:

    Oi Shirley, mais uma vez parabens pelo post … Realmente me tornei uma seguidora … Embora eu esteja no Rio, nossas angustias sao semelhante. Peco licenca mais uma vez para falar da minha experiencia.
    Sempre acreditei q a creche seria a melhor opcao, mas quando meu filho mais velho nasceu ele tinha refluxo … Eu ja tinha o trauma de ter perdido uma sobrinha q broncoaspirou e veio a falescer com apenas um mes. Entao, quando tive q voltar a trabalhar, com 4 meses, minha mae me sugeriu q eu o deixasse com ela. Tinhamos pavor de ele nao ser bem visto pelas cuidadoras e de perde-lo … Foi otimo, ele cresceu mais um pouquinho e com isso o cansaco da minha mae. Ela nao tinha saude de correr atras de um bebe engatinhando pela casa. Entao parti em busca de uma creche. Baba para mim estava fora de cogitacao … Sempre tive medo de uma estranha cuidando do meu menino … Fora os horrores q vemos na midia e as experiencias tragicas de uma amiga com babas, me apavoravam. Sua amiga q encontrou esta baba q faz parte da familia tirou sorte grande !!! Quem dera eu tivesse alguem assim !!! Mas como nao tenho fui a “caca” de uma creche. Vi muita coisa ruim, mas duas creches me interessaram. Tive a orientacao de uma amiga pedagoga q me indicou o q ver e perguntar, para facilitar, ja q eu era marinheira de primeira viagem. No momento da escolha, entre as duas creches eleitas, meu filho foi q decidiu! O levei para conhecer as duas. Em uma, ele riu, brincou, quis ir pro chao. Na outra, fechou a cara e nem meio sorriso ele deu!!! Decisao tomada, decisao acertada !!! Isso faz 5 anos e minha filha de um ano e meio ja esta la e AMA !!! Nao tenho duvidas de q foi a decisao mais acetada do mundo !!!
    Bom, esta foi minha historia! E estou feliz com ela.
    Bjs a todas. Tatiana.

    • Tatiana, adoro as suas participações aqui. Fico ansiosa para ler seus contários toda vez que vejo seu nome. :-)
      Que triste a história da sua sobrinha e que sorte que a sua mãe pode ajudar no início. Com certeza, deve ter sido ótimo para o seu filho.
      Eu vou fazer um post com dicas de como escolher uma boa escolinha/berçário e, com certeza, vou incluir a sua sugestão de levar a criança para fazer um “teste” do ambiente. Adorei!
      Infelizmente, não fiz isso com o Léo (nem me passou pela cabeça), mas acho que dará tudo certo sim. Amanhã começa a adaptação. Depois vou fazer posts a respeito dessa nova experiência que estamos vivendo.
      BEijos!

  6. Olá! Meu nome é Joao e como todo bom pãe (pai/mae) devo dar minha opiniao. O Joao Pedro (meu filho) vai para escolinha desde 1 ano de idade. Minha esposa sempre levantou a bandeira das babás porém apos muito conversar com varios amigos e ouvir historias que esses contavam decidi colocar na escolinha mesmo (bandeira essa, que sempre defendi!).
    Nao errei, ele no convivio com outras criancas se desenvolveu bastante (esta com 1,8anos), sempre muito alegre e feliz de ir pra escola.
    Acho que tanto babá quanto escolinhas tem que ser bem pagas, pois de nada adianta colocarmos numa escola barata e sem um minimo de seguranca só pq alguem diz ser melhor. A babá eu digo o mesmo, pois é um profissional que estara lidando com o bem mais precioso de nossas vidas e portanto nao da pra termos uma babá chateada com o salario e/ou descontente com o emprego.
    Nao gosto de babás pois acho que atrapalham a rotina da casa. Digo isso pois somos um casal jovem, recem casados, que querem ter tranquilidade ao chegar em casa, sem se preocupar com almoço/janta/lanche da babá, se o filho está sendo bem tratado e etc… Já ouvi cada coisa que acontecia enquanto os pais estavam fora! Só aceitaria contratar uma babá sob a condicao de cameras instaladas na casa para monitoração diaria, prevenindo que algo errado ocorra. A escolinha tem cameras que podemos visualizar pela web, fui la conhecer e consultei outros pais antes de por. Enfim, optei por um lugar que ira tratar bem meu filho, me proporcionando seguranca e paz enquanto estou fora! Espero ter ajudado! Um abraço à todas as maes, de um pai ciente do que é ser mãe, rs!

    • João, tudo bem? AMEI seu depoimento! Realmente tocante!
      Sorte do João Pedro por ter um paizão como você.
      Continue acompanhando o blog. Adoro saber que há papais também por aqui.
      Abraços! Tudo de bom para sua família.
      Ah! Minha frase favorita de tudo que você escreveu foi: “Um abraço a todas as mães, de um pai ciente do que é ser mãe”. Lindo!
      Shi

  7. Este comentário foi removido pelo autor.

  8. Anonymous disse:

    Eu estou um tanto preocupada, com medo e até com um pouco de ciúme. Minha mãe sempre ajudou a cuidar da minha filhinha, pois fiquei na casa dela desde o nascimento, pois eu e meu namorado não tivemos condições de morarmos juntos ainda. Minha mãe sempre me ajudou, sempre tratou minha filha com muito carinho, sempre fez muitas brincadeiras para alegrá-la, a trata como uma filha e minha bebê gosta muito dela.
    Minha bebê está com 8 meses e voltei ao trabalho agora.
    Meu medo é que minha filha ache que a avó é a mãe dela, por passar dia inteiro junto com ela.
    Desde que voltei a trabalhar, não consigo deixar de pensar nisso. Eu sei que minha filha está em boas mãos, minha mãe cuida muito em dela, mas estou com medo que ela me esqueça por eu passar tantas horas do dia longe dela. Quando eu saio ela ainda está dormindo, nem posso me despedir…
    Ela sempre vinha para o meu colo feliz e ontem fui pegá-la e ela até chorou.
    Minha vontade era não trabalhar por enquanto para poder ficar mais com ela, mas não posso deixar meu trabalho, acabei de ser convocada para trabalhar no setor público.
    Estou realmente muito triste por me afastar da minha filhinha.

    • A volta ao trabalho é uma hora difícil e imagino que você deva estar sofrendo muito. Mas com o tempo, as coisas entram nos eixos. Se você, nos momentos que estiver próxima da sua filha, destinar a ela carinho e atenção, não vejo porque ela não lembrar que você é a mãe. Você esteve por perto, e pelo visto, muito perto, até ela ter oito meses. Agora você tem que trabalhar, coisa que a maioria das mulheres faz. Isso é natural. Converse com a sua mãe apenas para deixar claro que quem irá decidir as coisas da bebê é você. Ela irá entender. Bjs

  9. Amanda Nogueira disse:

    Minha licença acabará dia 19/03, e minha pequena(com apenas 4 meses) terá que ficar no berçário.
    Esta semana começamos a adaptação, e confesso que não tem sido nada fácil, nem pra mim e nem pra ela.
    Coração doendo D+ :(

  10. Cristhiane disse:

    Estou começando a passar por isso… Meu bebe tem 3 meses e já estou com esta duvida… Nao sei o q faco, ja q minha nao quero deixar com mãe e sogra além delas nao poderem.
    Tem escolinha na zona sul para indicar?
    Obrugada.
    Adoto seus posts.

  11. Bia disse:

    Eu tive as duas experiências. Até 2 ano e dois meses, deixei meu filho com uma babá, e depois coloquei na creche,( no meu caso uma pública, que é a única opção da minha cidade) e não me arrependi. Como você disse, lá tem estímulos, fazem amizades, se desenvolvem e é muito bem cuidado. Eu sempre tive um ótimo relacionamento e respeitei muito as tias que cuidavam dele. O único problema é quando eles não estão bem e vc tem que deixar eles lá, sem poder ligar toda hora pra ver como estão, ou quando não podem ficar pq estão com com alguma doença contagiosa ou febre. Hoje na escola estou de novo contando com uma pessoa pra cuidar enquanto chego do trabalho, pq não tenho mais a opção da creche. Mas super recomendo.

  12. Léa disse:

    Ola meninas, meu coraçao esta apertado pois precisava arrumar um emprego e consegui, mas nao me adptei nem minha bebe, e agora vou deixa la com uma baba, mas estou angustiada so de pensar que nao vou poder ficar com ela no meu dia a dia, o que eu faço meninas pra aceitar a situaçao e trabalha mais sossegada
    ?

  13. Joice disse:

    Muito interessante ajudou bastante
    Meu bebe o Guilherme esta com 40 dias e ja estou muito preocupada em me separar dele nesta hora.

  14. Andrea disse:

    Estou justamente nessa fase de pesar na balança a babá e o berçário. Voltei a trabalhar faz três semanas e durante todo esse período meu pequeno ficou em casa com a babá e minha mãe (ela mora fora, mas veio passar esse primeiro mês de adaptação comigo).
    Eu gostava muito da babá, mas com a minha mãe aqui terminei descobrindo que várias coisas que a babá me dizia não eram verdade (como a quantidade de leite que o meu baby mama, por exemplo, ela escondia que ele não estava mamando bem), e que quando eu não estou por perto ela fica assistindo TV a tarde inteira com ele no colo (veja bem, com 4 meses de idade ele já é heavy user da Record e das novelas da Globo). Tudo isso está me fazendo ponderar bastante a decisão que havia tomado…
    Já visitei cinco berçários e gostei bastante de um deles, então estou considerando seriamente a possibilidade de mudar de opinião (de novo, porque quando estava grávida jurei pra mim mesma que nunca teria babá hahahahaha) e optar pelo berçário.

  15. Cris disse:

    Oi Shirley, to adorando vim aqui. Volto a trabalhar em julho mas decidi no momento deixar meu príncipe com alguém de confiança, é uma pessoa praticamente da família que eu gosto e confio,no momento é o melhor,ao inves dela vim pra minha casa ele vai pra casa dela que é pertinho da minha . Tô mais tranquila pra voltar a trabalhar. Bjao

  16. alessandra disse:

    Ola shirly to passando por um momento dificil.. minha mae desde de bebe… e hj minha filha tem oito anos e esta mto respondona e rebelde nao me respeita..to pensando em nao deixar mais ano q vem com meus pais pois mimam demais.. mas fico com medo de deixar c baba… preciso de ajuda o q devo fazer??

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