As seis coisas que eu faria diferente se o Léo nascesse hoje

recem nascido

Imagem: ryanaweaver.com

Hoje, olhando para trás e analisando tudo que vivi com o Léo, percebo que algumas coisinhas eu teria feito um pouco diferente. Nada que eu morra de arrependimento ou que eu fique remoendo a decisão tomada, mas coisas que agora, com um pouco mais de experiência e segurança, eu vejo que poderia ter conduzido de outra maneira.Abaixo, trago para vocês a lista das cinco coisas que, se o Léo nascesse hoje, eu faria diferente do que fiz na época. Não quero dizer que esse seja o caminho e que é dessa forma que tem que ser feito, até porque, se fizesse isso, estaria justamente indo contra o que eu afirmo no sexto e último tópico desse post. Mas quero simplesmente relatar a minha experiência e o aprendizado que isso me gerou. Quem sabe, vocês também não se identifiquem e esse post ajude novas mamães em algumas experiências que ainda estão por vir.

1. Eu esqueceria esse negócio de mamar de três em três horas

Assim que o Léo nasceu, eu entrei numa nóia que o certo era o bebê mamar de três em três horas, que eu não poderia acostumá-lo mal, que ele não poderia fazer meu peito de chupeta, e por aí afora. Esse foi, na verdade, um desserviço que o livro Os segredos de uma encantadora de bebês me prestou. Quis seguir à risca essa dica da autora e acabei metendo os pés pelas mãos. Me estressei, me cansei, me irritei. Hoje, eu entraria com a cara e a coragem na livre demanda e depois deixaria as coisas se acertarem por conta. Com certeza, com o tempo, o próprio bebê acertaria o seu reloginho e passaria a mamar em intervalos maiores. PS: já comentei sobre o livro da Encantadora aqui, na verdade em vários posts. Continuo achando-o ótimo, só que nesse ponto, prefiro da próxima vez fugir à regra.

2. De dia, também colocaria o Léo para dormir no berço

Logo que o Léo nasceu ele dormiu no seu bercinho à noite. E foi super fácil fazê-lo acostumar com esse cantinho. Final da tarde eu amamentava, dava um banho morno, o colocava ainda acordadinho  no berço e ele pegava no sono por si só. E para ser ainda melhor a história, ele dormia, desde muito novinho, por cinco ou seis horas seguidas e também não ficava acordando a todo instante na madrugada (acho que no início ele até dormia melhor que agora. kkkk!). Não querendo estragar de forma alguma essa benção divina que eu tive, resolvi que de dia o Léo não iria para o berço, justamente para não confundir dia e noite e não acabar atrapalhando o sono noturno. Sinceramente, não sei de onde eu tirei essa sandice. Certeza que não foi dos livros que li (incluindo o da Encantadora). No fim, essa decisão maluca me criou um probleminha bem chato de resolver: o Léo sempre deu problema para dormir de dia, justamente, por não ter uma rotina do sono organizadinha e não ter um lugarzinho gostoso com o qual ele identificasse a soneca diurna. Bom, certeza que com o próximo filho isso também será diferente e ele vai dormir no berço, também de dia, desde o início.

3. Incluiria, desde muito mais cedo, o Léo na MINHA rotina

Quando o Léo nasceu eu basicamente passei a viver a vida dele, deixando totalmente para segundo plano a minha. Ok, isso é comum, é normal e é até necessário, mas vamos combinar que é por um período de tempo. Até o bebê ter um mesinho ele realmente é muito pequenino e não dá para sair por aí carregando-o de baixo do braço pra cá e pra lá, mas com o tempo, ele já pode ir se integrando à rotina da mãe e da casa. Ou seja, já dá para ir ao banco e levá-lo junto (ou a algum lugar muito mais divertido), dá para dar umas passeadas no shopping, dá para visitar amigas, dá até para pegar um cineminha (nas cidades que rola o Cinematerna). Só que euzinha aqui, passei basicamente três meses enfurnada dentro de casa, tentando manter a rotina do meu pequeno rigidamente sob controle, evitando levá-lo para lugares supostamente perigosos para a sua idade e fugindo do trabalho de sair sozinha com um bebê. Hoje sei que o Léo não teria quebrado no meio se eu fosse dar uma volta no shopping, que ele não teria entrado em surto se saíssemos um pouquinho da rotina e que eu também não teria morrido por ir a lugares diferentes da minha casa carregando uma trouxinha com a qual eu ainda não sabia lidar muito bem.
Ok, talvez isso seja o que eu falo agora, que já passei pela fase mais difícil e já sei lidar muito melhor com as coisas, mas garanto que no próximo vou levar as coisas de uma forma mais leve, tendo uma vida mais equilibrada entre o dentro e o fora de casa e incluindo também o bebê na minha rotina em vez de só pensar em eu me adaptar a dele.

4. Dormiria quando ele estivesse dormindo

Um dos conselhos que eu mais ouvi quando o Léo era bem, bem pequenininho foi: “durma sempre que ele dormir.”. Mas eu simplesmente não conseguia. Eu queria ficar por perto, queria estar de olho, queria ter certeza de que tudo estava bem. À noite sim eu relaxava mais (na verdade caia morta, tamanho o cansaço), mas durante o dia eu não me entregava de jeito nenhum. Desconsiderava todos os apelos e ficava a postos, acordadíssima, pronta para qualquer coisa que meu pequeno precisasse (como coisa que eu não fosse acordar de qualquer jeito ao primeiro sinal de que ele estava despertando!).
Hoje sei que isso é bobagem. Não tem a mínima necessidade de ficarmos grudadas nos nossos bebezucos, eles continuarão respirando e vão chamar sempre que precisar (ah se vão). Então, o melhor é relaxar e se entregar a uma sonequinha gostosa sempre que loucura incessante da casa der uma trégua.

5. Esqueceria essa bobagem de que não pode pegar no colo se não acostuma mal

Como já comentei aqui em outros posts, eu li vários livros quando estava grávida, justamente para me preparar e fazer tudo certinho quando o Léo chegasse. Só que todos os livros que eu li eram de uma linha americana um tantinho rígida, que prega que não podemos acostumar mal nossos pequenos e nesse acostumar mal se encaixa pegar o bebê muito no colo. Não vou dizer que não peguei, é claro que peguei, pois às vezes era necessário (cólicas mil) e em outras era simplesmente impossível resistir (bebês são coisinhas fofas, gostosas, cheirosinhas e quentinhas. Quem “guenta”?), mas sempre que fazia isso ficava me perguntando se estava fazendo a coisa certa, se não iria mal acostumá-lo, se isso não iria me gerar problemas mais tarde. Quer saber? Que vapapu esse negócio de que não dá para pegar. A gente carregou as coisinhas no bucho por nove meses e agora não pode ter o prazer de afofar de vez em quando (ou um pouco mais do que de vez em quando)? Como diz a minha sogra:  quando eles fizerem 18 anos não estarão mais fazendo isso. Então, tudo são fases. Mesmo que a gente crie algum hábito não tão desejado (quem quer carregar um bebê de 12/15kg no colo a toda hora) um dia passa.

6. Eu seguiria menos regras

Esse tópico é, na verdade, meio que um resumo dos demais. No geral, acho que se o Léo nascesse hoje, eu seguiria menos regras. E, em contra-partida, seguiria muito mais meu coração. Até porque, é difícil adaptar sempre a mesma regra a bebês, famílias, casas e rotinas diferentes. Só nós, mães, é que podemos saber mesmo o que é melhor para nossos filhos e o que irá funcionar direitinho com eles. Os livros, com todas as suas regras, são super úteis, devem ser lidos e levados em consideração, mas isso não significa seguir ao pé da letra tudo que se encontra por lá. Ou por aqui, nesse post. Risos!

50 comentários

  1. Olá, adorei as 6 coisas,
    Mas penso que hoje, nós mães somos tão massacradas, por regras, livros, adestramento de bebes, que nos esquecemos que antes de tudo somos mães, fomos preparadas para isso desde que a humanidade existe.
    O poder de amamentar, acalentar, cuidar, está embutido em nós, e por pura ignorância, nos atemos a Livros, pediatras, concelhos de vovós, tias e afins, nos esquecemos que dentro de nós existe uma leoa, uma mãe.
    Quebrei muito a cabeça, e hoje, acredito mais em mim, quando minha filha chora, olho para ela e me conecto a ela, esqueço livros, concelhos e sou feliz assim. Opto por tudo natural, tudo que vem da natureza, de dentro de mim.
    Hoje sei que Pediatra serve para tratar doença/patologia, quem sabe o horario de mamar e o quanto mamar, é minha filha, se quer colo ou não, quem decide é ela.
    Cabe a mim, educar com amor, carinho, compreensão e preparar para o mundo a pessoinha mais importante para mim.
    Beijssssss

  2. Oi, você já leu, “as crianças francesas não fazem manha”? Fala de muitas coisas que vc cita aí em cima dentre elas essa máxima de que as crianças é que devem se adptar a vida dos pais. Não tenho filhos mas este livro está me ajudando a entender várias coisas,inclusive a diferença no modo de criar os filhos americanos (e também brasileiros) x franceses. Vale muito a leitura.

  3. Amilen Vanessa

    Adorei seu post. Me identifiquei muito com o que vc escreveu. Meu pequeno está com exatos 28 dias hoje. Realmente é um aprendizado diário essa vida de mãe. Fora dicas, sugestões de livros, links e outros mais, ainda temos as sugestões de parentes, amigos, e intrometidos, rsrs. Mas o que estou levando em conta, atualmente, e minha própria opinião e vivência diária com meu filho. Eu e meu esposo conversamos e entramos em acordo, qual melhor opção para nosso filho. Parabéns pelo seu blog.

  4. paty2000monte

    Acho que esses livros estrangeiros ensina o modo de criar deles, é por isso que eles são tão frios,não gostam de contato de abraços, por que não receberam isso de seus pais quando eram crianças, aposto que essas crianças estrangeiras são todas traumatizadas. Ou seja, não devemos seguir livros, devemos seguir nosso coração, de brasileiros, pois meu filho vai ser com certeza carinhoso com os outros, pois recebeu muito carinho, e sabe o quanto é bom, o meu bebe nunca soube o que é chorar no berço sozinho, sempre teve colo de mãe, mamava quando quisesse, mesmo que fosse de hora em hora, pois se ele estava querendo mamar é por que estava com fome. De dia sempre coloquei ele pra dormir na rede e de noite no berço,eu também pouco sai com ele até ele ficar maior,pois ele sempre teve a rotina dele, mas agora estou menos rígida,pois ele já fez 1 ano..Mas não faria nada diferente..

  5. Dani

    ADOREI seu blog! É muito bacana para nós, mâes de primeira viagem, aprendermos um pouco com acertos e “erros” de quem já passou por isso. Gostei muito desse seu post, tbm sou muito certinha e já venho trabalhando para não me prender a tantas regras e deixar o coroção falar mais alto!
    Obrigada por compartilhar suas experiências!
    Bj
    Dani

  6. Anonymous

    Adorei! Concordo com muitas coisas! Só a questão do colo é que não tive a mesma experiencia… O meu bebê teve MUITA cólica e refluxo oculto, estão vivia no colo. Hoje ele está com oito meses e tenho dificuldade, não em carrega-lo (um pouquinho hehehe) mas em poder ter os braços livres… Ele qjer colo em todo momento, mal posso preparar uma comidinha para ele que ele já esguela… Morro de dó dele… Não sei se fui eu quem acostumou ele mal ou se ele é um coleiro nato rss. Beijos

  7. Adoro seu blog, e sempre que leio tenho a impressão de que te conheço e conheço seu filho! Você escreve com o coração. Parabéns!
    Amei seus conselhos, tenho um bebê de 2 messes e me sinto diariamente perdida. Penso e repenso se estou ou não sendo uma boa mãe, se meu filho tem tudo o que precisa e se realmente serei capaz de suprir as necessidades dele. Mas, lendo você, percebo que minhas encanações são comuns ao universo das mães e isso me deixa mais tranquila.
    beijos

  8. Iara Costa

    Desde que minha Clara nasceu, eu ouço diariamente coisas que deve e não deve fazer. Ela já vai fazer 2 aninhos, e sempre tem alguém dando pitaco na forma que crio/educo-a. Mas o negocio é seguir seus instintos. Tá certo que certas coisas não podemos simplesmente dispensar, mas eu acho besteira você ler três milhões de livros sobre maternidade quando quem vai criar a criança é você e não os livros. É complicado, eu sei, mas as mães tem que ser firmes e fazer aquilo que elas sabem que será os certos para os pimpolhos. É instinto, já nascemos com eles!!

  9. Anonymous

    Como fui uma má aluna, comprei e não li muitos livros apenas lia o q acontecia toda semana com o bb, fui mais leve do q vc, acho q vc se “traumatizou” por ter muita teoria…
    O unico item q discordo de vc é a mamada a cada 3 horas, tendo em vista q eu trabalhava esporadicamente tive q acostuma-lo a cada 3 horas a mamada, tb não sou india para viver com o peito para fora para a livre demanda, rsrsrs. Mas desde os 10 dias o levava na padaria, com 40 dias descemos a serra e fomos curtir o fim de ano na praia, logico q em casa ou logo cedo no calçadão… Sempre peguei o meu filho muito no colo, mas sem balançar para não viciar, nossa cama é compartilhada até hj, mas desde q chegou da maternidade dormia no quarto dele, em casa existe bronca, mas não o canto da reflexão e msm assim me respeita, sempre cuidie de mim e não parei a minha vida para cuidar dele eu me adaptei a ele, reduzi muito, mas como já disse antes, tenho minha vida\profissão… A moral da historia é seguir o seu coração, não ir atrás de palpites e teorias, quem conhece nossas crias somos nós. E como está conciliando a pós, é bom, mudar o foco de vez em quando não???

  10. Vaquinha

    Gostei da sinceridade, e acho que para todas as que vamos embarcar nessa em breve o que vale é: vou ver como me arranjo, e ser flexível! Eu por exemplo penso em livre demanda, mas se nao aguentar o tranco, mudo! Quero botar no berço para ter meu espaço na cama preservado, mas se nao der certo, mudo! E assim por diante.
    E o mais importante? Nao se arrepender nunca! Porque certamente tudo o que fazemos é porque estamos tentando acertar…
    Beijos

  11. Ana

    Adorei !!!e bem assim mesmo,a minha filha tem 3 meses e eu fiquei meio perdida no inicio.li muito tbm e todos querem dar palpites ,chegaram ate falar que meu leite era fraco pq ela chorava muito..ainda bem q nao dei ouvidos .
    Ainda sou meio neurotica em relacao a passeios .
    Fico muito com ela n colo e sou muito criticada.aos poucos td se ajeita hoje sou mas segura do q no inicio…e muito amor coisa de Deus…temos mesmo q seguir o coracao

  12. Juliana Malho

    Muito bom o post!! Tb cai na “síndrome” dos livros americanos, que sem sombra de dúvida dão dicas muito boas, mas mamar de 3 em 3 horas, não “acostumar mal” com o colo são, na minha opinião agora já com quse 3 meses de experiência, bobagens. Para quem se interessar existe uma autora americana, Elizabeth Plantey (procurem no face) completamente avessa a estas teorias. Vale MUITO a pena!!!!!!

    1. Shirley Hilgert

      Juliana, o livro da Elizabeth Plantey é o Soluçoes para noites sem choro. Já teve um post sobre ele aqui. Muito bom mesmo. Bjs

  13. Anonymous

    Adorei! Eu ainda nao tenho um bebe (AINDA, mas se deus quiser, ele chega :), mas tenho uma creche na Dinamarca… Por ser outro Pais e eu nao ter a experiencia de mae, tbm tinha mil regras e med qdo comecei (mesmo pq sou professor formada, e fico sempre pensando na pedagogia de tuuudo hihihi) Ihhhh Como a gente aprende ne? Agora so tenho uma regra… CONSEQUENCIA. Falou que vai fazer, entao faca! Pediu pra crianca fazer coisa tal, espere que a crianca faca! E o Mais important, falou, por exemplo, que se a crianca nao colocar a botinha nao vai brincar la fora… Nao brinca! Abracos e beijinhos aqui nunca sao demais… Tao fofo que eles aprendem e abracam uns aos outros o dia todo… Meus vebes aqui sao super felizes, educadinhos e obedientes.. Uns fofos! Abracos para as mamaes ai ;) ps: se estiverem em busca de inspiracao pra um dia a dia cheio de natureza e ecologia, da Uma passadinha la nå pagina da minha creche organica http://www.dagpleje-skovhulen.dk ta tudo em dinamarques, mas foto TD mundo entende ne?

    1. Shirley Hilgert

      Olá! Vou lá espiar sim! Obrigada pela dica. Adorei!
      Bjs

  14. Anonymous

    Meu teclado nao tem acento… Mas espero que de pra enten der ;)

  15. Anonymous

    Gente olha que mentira.. Estou aqui cuidando dos bebes nå creche e ja vi umas 3 regras que estao Tao de rotina que eu nem tinha percebido que eram regras hihihi que beleza… 1) as criancas aprendem atraves de suas propias experiencias, entao, learn by doing 2)ao acabar de comer TD mundo fala, tak for mad (Uma coisa da Cultura daqui que significa “obrigada pela comida\para Pessoa que preparou a comida) 3) caiu e nao machucou, sacode a poeira, levanta e pronto..sem manha e feliz :) deve aparecer umas outras no decorrer do dia hihihi bom, 3 posts basta :)bjo

  16. Carol Mendonça

    kkkk, estou aqui com um baby de 4 meses e penso exatamente como você … acho que se o povo não tivesse me assustado tanto ” ai é tão difícil” eu não ficaria tão cheia de regras, teria sido eu mesma, e tudo teria dado certo, como está dando!!

  17. Huíla.

    Shi, que post maravilhoso!! Acho que o segredo de viver bem é esse!! É darmos mais ouvidos ao nosso coração do que as regras. Somos humanos e pra nós não cabe rigidez. Somos metamorfoses ambulantes e graças a deus por isso. Não tá dando certo, vamos buscar um meio que dê!! Viver a vida de forma mais leve e singular, acho que é isso. Bjos.

  18. Anonymous

    Adorei seu post, eu estava pensando semana passada que eu deveria escrever as coisas que faria diferente se tivesse outro filho. Eu incluiria o uso de quartinho sem berço e o uso de fraldas de pano (hoje em dia meu filho tem muita alergia das fraldas, só consigo usar umas que só encontro via internet).

  19. Oi, Shirley,

    no meu post de hoje falei exatamente sobre a dura decisão de acordar o bebê para mamar a cada três horas – e porque me arrependo amargamente de ter optado por fazê-lo!

    Minha conclusão foi exatamente a mesma que a sua. Não adianta ficar ouvindo os outros, por mais respeitáveis que sejam. A mãe, no fundo, sempre sabe o que é melhor para o seu bebê.

    Dá uma olhadinha lá: http://www.euemeubebe.com.br/2013/05/acordar-para-mamar.html

    PS: Acho que estamos operando na mesma sintonia, estou preparando um post sobre a escolha do carrinho…rsrsrs… Vou até deixá-lo para a semana que vem!

    Beijo,
    Michelle

  20. Shirley, acho que o ponto mais importante de todos é o sexto. Lá em casa quem leu os livros foi eu, me preparando para realizar esse sonho. Minha esposa não tem muita paciência com leitura.

    Claro que os livros ajudam, mas não acho que devemos seguir as “regras” que eles impõe. E digo “regra” entre aspas, porque não existe regra, não é uma fórmula matemática que vai servir exatamente igual para todos.

    Hoje eu vejo que tudo pode te ajudar, desde que você leve como dicas, coisas que você pode tentar com seu bebê. Algumas podem dar certo pra você e outras, totalmente diferentes, pra mim.

    E é como um dos comentários ai em cima disse, se você disse que vai fazer alguma coisa, FAÇA!!! Ah, não vai ver tv se não comer. Não comeu, não deixe ver tv. Tenho experiência o bastante com crianças (sobrinhas, afilhadas, primas etc) para saber que isso funciona muito bem.

    Bjs.

  21. Maíra Andriotti

    Adorei este post! Na verdade adoro o blog todo! Depois que o tempo passa chegamos à conclusão que a melhor regra é aquela que não nos obriga a fazer um sacrifício muito grande. Pra mim e para o meu bebê o esquema de mamar de 3 3m 3 horas foi muito fácil e deu super certo, mas essa história de não pegar no colo não funcionou. Ser flexível ajuda muito, mas sempre tomando cuidado pra não se deixar influenciar por milhares de opniões, senão a gente enlouquece.

  22. Tatiana Cali

    Oi Shirley, que legal tudo o que vc colocou ! Sabe, eu acho que oara quem nunca teve qualquer contato com o mundo dos pequenos os livros ajudam sim, mas para dar um norte, nao para ser de forma rigida. Tem muita coisa legal, mas tb muita abobrinha! E vc vai ver como com o segundo filho tudo fica mais leve, pois a gente se cobra menos … Coitados dos primogenitos !!! Rs. Bjs e uma otima semana. Tatiana.

  23. yakultgm

    perfeitos os comentarios. gças a Deus encontramos um santo pediatra q antes mesmo d meu filho nascer alertou – esquece boa parte do q o livro da encantadora fala – e explicou sobre toda a questao da livre demanda, a segurança q o colo da ao bb, etc etc e olha, deu super certo. meu filho é criança d colo quase “full time”, sou super usuaria de wrap e hj, com 14 meses ele ja mostra sinais d ser muito seguro e independente. se nao foi coincidencia, realmente da muito certo :)

  24. Paola

    Como são validas estas dicas, confesso que em algumas delas não passei por problemas, porque seguia a minha intuição acima de tudo, como:
    Colo nunca é demais, nunca mesmo. Peito, livre demanda, sempre, nunca me preocupei com horários.

    Nas demais questões, algumas melhorei com o segundo filho, outras tenho que confessar que não consegui na plenitude. Acredito que o mais importante, seja: “menos regras”, esta sim, é fundamental para o equilíbrio, afinal, a maternidade nos mostra que as expectativas nem sempre são alcançadas com a chegada dos filhos. Ótimo texto, abraços, Paola

  25. Jacqueline

    Suas dicas foram ótimas e concordo com elas pois em alguns aspectos também me preocupei em seguir 100% dos conselhos dos livros, e hoje é certo que faria diferente. Eu adotei a livre demanda desde o início e não me arrependi, foi ótimo. A questão do berço eu fiz uma outra besteira diferente da sua, que foi colocar minha pequena no carrinho no meu quarto, BOBAGEM! Depois só consegui coloca-la de volta no berço com 4 meses e 1/2! Desde o início coloquem seus filhos no berço, bem aconchegados, há ítens que ajudam neste sentido como aqueles rolinhos que se encaixa o(a) pequenino (a)no centro, deixando-o(a) firme e quentinho(a). Eu sempre trabalhei e gostei de sair, passear, então quando minha filha fez 1 mês e 1/2 conheci um negócio sensacional chamado SLING, e pude carrega-la p/ todos os lugares, até de metrô nós andamos, fomos ao cinema (CINEMATERMA dica imperdível!), livrarias, etc… naquele sling minha filha só não tomava banho, porque o resto fazia por ali mesmo, mamava, trocava de roupa e fralda, dormia, e era uma delícia estarmos coladinhas o tempo inteiro. É verdade que por volta dos 6 meses é importante estimular a criança a mexer as perninhas e bracinhos livremente, então a partir daí ela deixa de ficar deitada dentro do sling e passa a ficar sentada. Ah, sempre peguei minha filha no colo, e confesso que ambas amamos isso! Ainda hoje eu e meu marido pegamos sempre a pequena, porque embora com 2 anos ela pesa só 10 kg! E olha não me arrependo disso, porque esta é uma fase que todas as mães tentam perpetuar pelo resto da vida, portanto enquanto a coluna e os braços permitirem segurem seus filhso no colo e lhes dêem abrigo e carinho. A pediatra da minha filha diz que nós latinos somos mais carinhosos mesmo, e que isso é muito bom para as crianças, pois quato mais forem amadas, acarinhadas e beijadas, serão mais felizes e seguras no futuro. Por fim também concordo que um dos melhores conselhos é seguir seu coração e instinto, todas as mães de primeira viagem se angustiam com essa nova realidade e se culpam em excesso por tudo. Nas horas mais complicadas tentem dar ouvidos a sua intuição, até porque na prática é muito mais do que isso, já que a ligação que temos com nossos filhos é muito forte, tanto que há situações que “pressentimos” que o bebê vai chorar, acordar e etc… Deem ouvidos a intuição, eu fiz muito isso e ainda faço, e funciona. Beijos e um ótimo final de semana. Jacqueline

    1. Shirley Hilgert

      Adorei seu depoimento, Jackeline! Bjs

  26. Suzy S. da Lapa

    Shirley, realmente esse negócio de regras só atrapalham a gente. Na verdade, o certo é o que dá certo, porque pra cada casa a rotina é diferente, as pessoas são diferentes, têm vidas diferentes e não dá pra seguir a risca tudo o que se diz por aí que é certo ou errado.
    Minha filha tem 4 meses e eu adorei ler esse seu post quando ela ainda está com essa idade, pra que eu não cometa os mesmos erros e depois venha a entender que eu estava metendo os pés pelas mãos,porque no final a gente acaba fazendo as mesmas coisas tentando fazer as coisas do jeito que todo mundo diz que é assim que tem que ser.
    Abração.
    Suzy
    http://oblogdasuzy.blogspot.com.br

  27. Shirley, eu ainda sou uma mamae gravida do primeiro filho e tenho certeza que vou fazer esse monte de coisa, mas devo dizer que fico feliz demais qd vejo que nao sou a unica “nao fresca” no mundo materno!
    Eu vou lendo os seus posts e parece que eu escrevi! Tô muito fã!!
    e viva às mamàes de carne e osso!!! =)

  28. Adriana Jaqueto

    Amei seu post!!! Na minha opinião foi o melhor!!! O meu príncipe tem 7 meses, fiz tudo isso que você publicou e fui muito criticada, e tem mais uma, optei por usar fraldas de pano moderna, aí queriam me matar. Mas posso te garantir que não me arrependo de nada, e com o segundo quero fazer tudo de novo!!!! O que você falou em relação ao tempo é certo, passa muito depressa, ainda ontem comentei com meu marido que estava sentindo saudades de responder para as pessoas que meu bebe estava com 5 dias de vida!!! Sou muito feliz por ter escolhido seguir meu coração!!! Um super beijo!

  29. Thaís

    Concordo com vc plenamente!!!! Eu também tenho um “Léo” em casa e faria todas essas coisas diferentes… Mas, acho que vou deixar esses segredinhos pra aquelas mulheres que ainda vão ser mamães de primeira viagem!!!!!! Por enquanto, tô só curtindo o meu gatinho que em Agosto/13 faz 2 aninhos!!!!!!

    AMO seu blog! Parabéns!!!!!

  30. Patrícia

    Oi, que legal!!! é isso mesmo gurias…sigam seu coração de mãe…minha bebezuda tem 2 anos e 4 meses, mamou até dois meses atrás. Nem sabia o que era, e fiz livre demanda quando nasceu. Na minha ingenuidade, ou por acerto divino, não li nada sobre amamentação antes dela nascer, e ganhei o livro da encantadora, que deixei num canto sem ler. Quando ela começou a grudar em mim e mamar direto achei que tinha desprogramado a criança…kkkkkkkk….sério…ela tinha nem dois meses e meus hormonios enlouquecidos me faziam chorar…aí fui para a internet ler…li tanta coisa legal…segui a rotina da encantadora e coloquei a bebe dormir num local com luz quebrada, mas amamentava quando ela queria, Anotei os horários e entendi a rotina dela. Mas os americanos são muito frios com as crianças. Li sobre as africanas que voltam a trabalhar no campo com seus bebes amarrados ao corpo para que eles não sintam sua falta. Elas pregam que as crianças não podem chorar masi de 90 segundos, com risco de ter sequelas. Em concordancia com isso, li que o cerebro só está formado aos dois anos, e que deixar a criança chorar muito antes dessa idade pode afetar o crescimento das ligações e percepções sensoriais que estão finas e em desenvolvimento.
    Enfim, pensava como tua sogra: não tem adulto preso no mama ou no colo…todos vão embora. Então segurei no colo o tempo que deu, dei de mamar quando ela quis, onde e quanto ela queria. Sempre repeti fica tranquila, é só chamar que mamãe tá aqui, e ela dorme a noite toda. Cansada??? Imagina…podre!!!! Mas já estou com saudades…quando passa dos dois anos eles tem um salto de desenvolvimento que nos surpreende. Chega doer ve-los articulando, negociando, arquitetando.
    No aniversário de 2 anos, fomos cantar os parabéns e eu perguntei se ela queria no colo ou na cadeira. Ela disse que queria SOZINHA. Ficou em cima da cadeira, sozinha atrás da mesa do bolo, olhando para as pessoas cantando parabéns e sorrindo.
    Peguem no colo, amamentem, beijem muuuuuittttoooooo, afofem, tirem fotos, filmem, cheirem, olhem no olho, desenvolvam uma linguagem, um toque de cumplicidade…que depois eles querem outras experiências, e nós estamos aqui para lhes mostrar o caminho e apoiarmos.
    Beijos.

  31. Ana Karoline

    AMEI o post!!! Achei linda a forma como você foi capaz de olhar pra traz e perceber que pode melhorar quando tiver seu 2º filho (não sei se tem planos, mas se tiver … rsrsrsrs). Eu estou grávida do meu 2º filho e farei uma reflexão sobre isso. Quando estava grávida li MUITO sobre gestação, mas quase nada sobre criação de bebês. Não me arrependo pois segui meus instintos. Hj meu filhote está com 2 anos e 2 meses e é uma criança adorável. Acredito que acertei na maior parte das coisas. Mas é sempre bom pensar, refletir e aprender com o passado. PARABÉNS!!!

  32. Gracielle

    Adorei o post, me identifiquei bastante com o primeiro e o último, me frustrei tanto em tentar seguir as regras. Também comprei o livro a encantadora de bebês e vários outros, acho que isso atrapalha um pouco, devemos fazer o que nosso coração está sentindo e seguir nossos instintos. Estou grávida e terei a oportunidade de fazer algumas coisas diferente. beijos

  33. Helen Marquezini

    Simplismente Adoro tdo q vc escreve. !
    Acompanho o blog desde a descoberta da gestaçao, minja bb hj tem 1 mes.
    Acho q vc se adapta ao bb e ele a vc, é um processo unico q cada um vai administrar como julgar melhor…
    Abços….

  34. JACQUELINE DA COSTA ESCOBAR PICCOLI

    Super concordei com os teus pontos!!! Especialmente com o item 1…tb sofri com o conflito do tempo da mamada gerado pelo mesmo livro (kkkkk!)….cheguei a fazer planilha de horas que me deixaram neuróticas! Só melhorei com resolvi seguir meus instintos (recomendação de uma tia que veio com essa dica tão “válida”)…mas enfim, acho que são nossos aprendizados! Hoje tá aí minha filhota 4 anos, sem dependência de chupeta, fraldas….nada comprometeu dar de “mamá” em livre demanda!

  35. Ingue

    Querida, fiz livre demanda e faço até hoje. Não faria novamente. Minha bb vai fazer 1 ano, é viciada na teta, mamava a cada 1h, só dorme na teta e comigo. Faz a tera de chupeta e as vezes não come para mamar. É um inferno. Fora não saber usar bico ou mamadeira e não aceitar LA qdo precisaria de um complemento alimentar.

    1. Márcia Sanches

      Concordo com a Ingue. Pra mim, a livre demanda foi a maior furada, munha filha tem o mesmo “vício”, “costume”, “mania”, “dependência”, nem sei como chamar… mas só dorme no peito, virou chupeta. Muito difícil de tirar, já tentei de tudo e nada funcionou. Fora que demorou 4 meses para aceitar mamadeira, tentei vários tipos de mamadeira e vários tipos de leite, quase fiquei doida. Não aconselho livre demanda pra ninguém.

  36. Amanda

    Oi Shirlei. Poderia postar o link para seu post sobre a encantadora de bebês? Não está abrido.
    queria ler, pois fiquei frustada com esse livro.
    Bjos!

  37. Sara

    Mudaria muitas coisas uma delas seria não tinha dado mamadeira quando saiu do peito.Já entraria direto no copinho.
    , teria dado fruta com quatro meses que o pediatra pediu para da fruta só com seis meses.

  38. Giana

    Sempre leio seus posts, mas este realmente foi uma baita bola dentro (em termos de copa, hahaha) !!!!
    Como pedagoga te digo, a criança chora mais por estar insegura do amor dos adultos que não a pegam no colo do que por pegar demais. quem é afagado se sente seguro e se solta, quer descer no chão para explorar o mundo. abraço!

  39. Mariana

    Meu médico disse: Adapte o bebe a sua vida não a sua vida ao bebe. Pois será ele que se tornara um adulto não vc uma criança…Sigo a risca isto, e funcionou, desde pequeno sempre fiz de um tudo com meu bebe, ia ao banco, lanchonete, restaurante, até montei um estoque para minha loja com meu bebe ao lado..rs…Não fiz aquelas dietas loucas onde vc vive de “capim” rs, me alimentava desde o inicio normalmente e o resultado foi um bebe que nunca teve cólicas, nem ficou doente, não teve febre ao nascer seus dentinhos, começou a engatinhar com 6 meses e começou a andar aos 9 meses…Creio que nossos bebezinhos são adaptados a nossa vida por 9 meses de gestação e quando nascem são levados a um mundo que não é aquele em que foram treinados nos seus 9 meses na barriga, ai que vem a dificuldade, nós tentamos esconde-los de tudo mas eles foram preparados para isso, um dia eles irão encarar esse mundo que escondemos deles, quanto mais cedo ,melhor, mais conhecimento adquirido. Muitos tentam criar seus filhos da forma em que seus pais os criaram, mas penso que se minha mãe reclama que tive cólicas, que não dormia a noite que eu só chorava, por que seguir este método que claramente deu errado? Devemos partir para outro método, o nosso! Beijinhos Mamães corujas de plantão, espero ter ajudado alguém contando minha experiencia como mamãe…

  40. Adarlane Rocha

    Como estou feliz ao ler isto,e saber que o que você gostaria ou faria diferente eu fiz tudo e ainda faço.
    Também li este livro e foi muito útil,mas confesso que sai da linha algumas vezes e não me arrependo.
    Dicas preciosas adorei❕❕❕

  41. Ana Paula

    Tudo na vida é equilíbrio! O excesso só traz sofrimento. A completa ausência de rotina com a minha primeira filha desequilibrou a nossa família, sobretudo, a ela mesma. Agora gravida da segunda princesa, tenho certeza de uma coisa, precisamos ter mais regras, não precisa nada rígido que prepondere sobre o meu instinto maternal. Contudo, uma mãe emocionalmente estável só traz inúmeros benefícios ao lar! Acho que o nosso coração e as experiências pessoais são os nossos maiores guias. Bj

  42. Evelyn

    Olá, adorei o post e me identifiquei bastante também!
    Principalmente quando se referiu a tão falada “balda”, lembro que fomos eu e meu esposo até a pediatra da minha filha, quando ela tinha uns 2 meses e perguntamos como fazer para ela não ficar com balda e querer colo o tempo todo, e ela me respondeu: da colinho pra ela sempre, sempre que ela quiser e sempre que tu quiser também, porque logo e bem logo ela não vai querer mais teu colo, passa tudo tão rapido.. Depois dai dou colo o dia todo pra minha pequena se ela quiser, não impota se tenho outras coisas por fazer, paro e dou colinho pra ela, depois sei que vou sentir muita falta dessa fase.. Nunca mais dei bola pra o que dizem sobre essa tal de balda kkk

  43. Joelma

    Shirley,

    você sempre me inspirou e me identifico demais com você. Mas agora que tenho minha bebê… venho aqui para encontrar conforto. Me ajudou demais esse post, é o que estou sentindo agora: agonia por não ter uma rotina. Preciso dar tempo ao tempo. Tanto quanto você, sempre fui muito independente, dinâmica e preciso encontrar equilíbrio para este momento. Bjs

  44. Samanta

    Adorei seu post, li tantos livros que quando meu nenê nasceu fiquei neurótica para seguir as tais “regras”… Enfim depois de 30 dias meu leite tinha secado…. E meu stress era enorme… Decidi então fazer o que meu coração manda, coincidência ou não, as cólicas do meu bebe reduziram e muito. Agora sigo o meu coração e a máxima na qual o nenê precisa se adaptar ao mundo e não o mundo à ele… Mesmo porque se formos adaptar o mundo ao nenê, restringiremos demais o mundo deles e isso não é justo com a crianca…
    Agora estou construindo junto com ele a nossa rotina… Espero continuar acertando…

  45. Thais

    Não acredito? Próximo? Rsrs

  46. Magali

    Nossa!! Vc me descreveu!! Eu cometi os mesmo “erros” seus, amamentava de três em três horas, e quando ele chorava achava que era cólica! E não dei colo para não deixá-lo “mau acostumado”. Esses dois são os erros que mais me doem! Hoje ele tem 3 anos!

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