Quando nos tornamos mãe a gente paga a língua

Vou confessar uma coisa para vocês, mas, por favor, não espalhem: eu, antes de me tornar mãe, costumava julgar, e MUITO, outras mães e suas atitudes (e que atire a primeira mamadeira que nunca fez isso).

Hoje, olho para trás e meia duzia de coisas (ou muito mais do que isso) que eu costumava recriminar me vejo fazendo igual, ou até um pouco pior (nada como um dia após, o outro).Sempre fui daquelas que quando via um casal com filhos e babá num restaurante pensava: Que absurdo! Como é que se coloca um filho no mundo para ele ser criado por uma babá? Claro que continuo achando que uma criança não pode ser criada por uma babá, é óbvio (ela existe para ajudar, e não para fazer o papel de mãe), mas hoje eu já consigo entender (e muito bem) algumas das circunstâncias que levam uma família a optar pela ajuda de uma profissional (Ajuda, gente. Ajuda! Não comecem a me crucificar por estar falando isso aqui).

Também era daquelas que pensava: Ah! Não tem essa de não conseguir amamentar. Aposto que a mãe não teve paciência de amamentar e aí veio com essa de que não tem leite, o filho não mama, não sei o que deu errado. Ahahahahahaha! Nessa paguei a minha lingua feio, pois eu, a pessoinha que teve esse pensamento feio aí de cima, não conseguiu amamentar o filho da forma que esperava e julgava ser tão fácil e natural.

Sem contar as vezes que vi uma criança chorando ou fazendo birra e pensei que eram os pais que não sabiam educar, dar limite, controlar. As vezes que vi uma mãe estressada e me perguntei porque cargas d’água ela decidiu ter um filho se não tinha paciência para cuidar. Ou às vezes que via mães super preocupadas, zelosas e cuidadosas e as taxei de neuróticas.

Enfim, paguei a lingua em quase tudo isso aí de cima: hoje eu tenho uma babá para me ajudar (ok, ela não vai para o restaurante no final de semana, mas ela existe na minha vida de segunda a sexta), não consegui amamentar por mais de três meses, tenho um filho que chora, grita e berra em muitas, mas muitas circunstâncias, já me peguei estressada diversas vezes e sou um tanto, se não um monte, neurótica.

E o que tudo isso aí me fez ver que é muito, mas muito feio julgar os outros, e ainda mais quando se trata de julgar outras mães.

Hoje, que vivo na pele a experiência de ser mãe, percebo que nem sempre as coisas saem como a gente gostaria, que nem sempre temos controle de tudo, que tem horas que vamos jogar a toalha e que há momentos que vamos pedir arrego. Sim, somos humanas, somos imperfeitas, temos nossos momentos de fraqueza, de cansaço, de desespero, e até de insanidade. E é esse conjunto todo, esse lado incontrolável da maternidade, que nos leva a fazer ou aceitar coisas que antes nos pareciam impossíveis, ridículas, uma afronta a nossa capacidade de ser mãe.

Minha experiência nesse um ano de convivência com o Léo me ensinou muitas coisas, mas uma das principais coisas que aprendi é que não temos o direito de julgar outras mães, não temos o direito de achar que sabemos o que é melhor para o filho dos outros, e não temos o direito de dar palpites achando que só porque funcionou com a gente vai funcionar com o resto do mundo.

Eu faço uma força sobre humana para que, quando eu escrevo aqui no blog, não pareça que estou (desculpem a expressão, mas não dava para usar outra) “cagando verdade”. Até porque, em maternidade e criação de filhos, não há uma verdade absoluta. Então, o que faço é sempre contar o que aconteceu e funcionou comigo e deixar a informação à disposição para que talvez, quem sabe, por ventura, ela venha a ser útil para outras pessoas também.

Hoje, vejo o quanto a gente é ignorante quando, sem ainda ser mãe, se acha no direito de saber o que é o certo e o errado nesse terreno tão arenoso que é a maternidade. Quando lembro de todos os julgamentos que fiz mentalmente (graças a Deus só mentalmente) chego a ter vergonha e a pedir desculpas (também mentalmente) às pobre coitadas que um dia eu julguei sem elas nem sequer sonhar que passavam por isso.

Esses são apenas alguns exemplos de situações que na teoria e na prática são completamente diferentes. Que olhando de fora nos parecem ser uma coisa, mas que na hora de vivê-los a coisa muda de figura. Tenho certeza que tem muita mamãe aí lendo esse post e se identificando. Pensando: e não é que é  bem assim mesmo! Um dia de caça, outro de caçador. Não é minha gente? Só que neste caso, na ordem contrária.

E você? Também julgou, condenou e agora está no mesmo barco dessas pobres condenadas? Se sim, conte sua história aqui, deixando um comentário abaixo. Se não, na boa… conta outra! Porque, eu euzinha aqui não acredito não. :-)

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Em maternidade não tem jeito de acertar. Pelo menos não aos olhos dos outros.

34 comentários

  1. Katherine

    Concordo contigo….cada criança é diferente,assim como cada mãe…as vezes o que funciona pra um,não funciona pra outro,eu me prometi uma coisa quando virei mãe…que nao iria ouvir nada de ninguém e iria fazer tudo do meu jeito…e vem dando certo até hoje…meu filho tem quase 4 anos e ta tudo sob controle por aqui hahaha….

  2. Anonymous

    Antigamente, quando via uma criança dando escândalo num lugar publico, achava que a mãe não soube educar nem por limites. Hoje, quando a mesma situação acontece… Penso: coitada dessa mãe… Aí aí ….

  3. Pois é Shirley, tudo o que você disse é verdade. E vejo isso por minha esposa.
    Ela sempre diz que se sente como uma princesa, trancada/isolada na torre do castelo, sem ter com quem conversar. É claro que nossa filha é um alento, mas ela tem apenas 5 meses ( completos hoje \o/ ) e, obviamente, não fala, não conversa.
    É bem difícil ficar assim o dia todo. E claro, todas as obrigações pra fazer.
    Situações que você só passa a entender, e até respeitar, quando você passa por isso.
    Coisas que só a maternidade, faz por você!!!!

    1. Manoela

      Minha filha tbm hj completa 5 meses e me sinto exatamente como sua esposa. Me sinto isolada e incapaz mtas vezes de ir ao supermercado, ja que nao tenho parentes onde moro e o marido viaja mto. Ser mae exige mta renuncia, mas tdo compensa qdo temos em troca aquele sorriso angelical que nos incentiva a nunca dsistir.

  4. Tuiza

    Concordo que depois do nascimento muitas coisas mudam, mais na minha pouca experiencia tudo tem acontecido com sempre desejei e planejei. Minha pequena tem 6 meses e até agora não paguei minha língua não rsrsrsrs. Tento fazer aquilo que acho o melhor.

  5. Viviane Alves

    Texto maravilhoso e extremamente verdadeiro! Pagamos a língua, sempre! Detesto ouvir palpite na educação de meus filhos, ainda mais quando são dados por pessoas que não têm filhos. Como elas podem saber o que é melhor?
    Sempre recriminei quem fazia cesárea e quem amamentava 1, 2 meses… Hoje sei que cada um tem o livre arbítrio de escolher como quer que seu filho venha ao mundo, embora defenda o parto normal, natural (tive 2). Amamentei o primeiro filho até os 2 anos e 9 meses. O segundo teve de ser desmamado, com muito choro, aos 8 meses, pois eu estava com câncer de mama. nem sempre tudo sai como a gente quer, não é mesmo? Sei que tem muita mãe que sofre para amamentar e tenta o máximo de tempo que pode, embora também conheça mães que optaram pelo desmame por acharem um saco terem de ficar presas ao bebê ( :O). Cada um pensa de um jeito, não é mesmo? Brilhante exposição!

  6. Sandrine Teuber

    Perfeito! Eh exatamente assim… Lembro que sempre achei MUITO errado a crianca dormir junto com os pais. O que aconteceu comigo? Meu mais velho dorme com a gente desde 1 aninho porque nao dormia de outro jeito, e eu estava exausta, e vi nessa alternativa “milagrosa” a chance de dormir… kkkk… Bem feito… Bjus!

  7. Anonymous

    Texto perfeito. Parece que você falou de mim. Caiu com uma luva. Quando não temos filhos julgamos e olhamos de outra forma achando que a nossa verdade é única e absoluta. Agora estou grávida e estou percebendo que não temos o controle de tudo e não somos as donas do mundo de da verdade. Tenho muito a aprender.

  8. Camilla

    Ahhh quem não passou por isso, eu era a primeira a julgar as pessoas que optavam por cesareanas, que não amamentavam, hoje estou bem menos critica…
    estamos em endereço novo e com um sorteio rolando passe lá para conferir..
    http://www.reinomae.com

  9. Chris Ferreira

    Nossa, já paguei sim muita língua. Aliás, quem não pagou?
    Eu também aceito muito bem a ajuda da babá até para que eu esteja mais descansada e tranqüila para desempenhar melhor o meu papel de mãe. Já quanto a amamentar eu consegui, mas confesso que não fio nada fácil no início e principalmente com a minha primeira filha. Em relação as birras é melhor nem comentar. Kkk
    Beijos
    Chris
    http://inventandocmamamae.blogspot.com

  10. Realmente quando não sabemos ou não passamos por determinada situação, achamos que podemos “contribuir” ou julgar.
    Mas depois, quando estamos passando pela mesma situação, aí que vemos o quanto estávamos sendo injustas ou estávamos erradas.
    Acho que toda mulher já pagou língua, toda mãe antes de ser mãe já julgou e depois voltou atrás… o que mais leio e vivo é isso!
    Mas o bom é aprender com tudo isso e realmente pedir desculpas, mesmo que mentalmente.
    Ótimo texto!
    Bjo!

  11. Anonymous

    Paguei a língua mesmo antes da Isabela nascer! Achava que mulher gravida deveria se sentir linda, estar arrumada e super bem drenada (após a massagem). Xiii, nao foi nada assim. Quero ver a hora que a Isabela crescer…. Vou continuar pagando, pois ja critiquei muita mãe (em pensamento também!)
    Bjs
    Débora

  12. Anonymous

    Paguei a língua quando dizia que achava um absurdo uma mãe parar de trabalhar e ficar com o filho em casa… achava que essa situação era impossível pra mim, não parei de trabalhar pq não podia mesmo, pq se eu pudesse teria abandonado o mercado de trabalho pelo menos no primeiro ano da minha filha, e voltar ao trabalho me fez sofrer tanto que engordei 9 kg com depressão!!! Agora eu entendo quando uma mãe que pode, fica em casa para cuidar do filho!

  13. Suzy S. da Lapa

    Disse tudo.
    Isso tudo que você relatou a gente realmente só aprende de verdade, depois que tem um filho no nosso dia a dia. A gente sempre acha que existe falha das outras mães quando não somos uma delas. Mas o mundo dá voltas e quando estamos vivendo a tal situação entendemos que a realidade é bem outra.
    Abração e obrigada por compartilhar sua experiência.

    Suzy
    http://oblogdasuzy.blogspot.com.br

  14. Cacau

    Que beleza de texto…mto bem escrito e mto verdadeiro! É assim mesmo, sem tirar nem por! Com certeza todas nós já cuspimos para o alto sim…caiu de volta bem no meio da testa. hehehe.

  15. Vanessa Mekdec

    Adorei tudo em seu post!!!! E ainda acrescento…tem mães que mesmo depois que se tornam mães, continuam julgando e esquecem que cada situação é diferente, somos diferentes, mas no fundo, no fundo, somos todas normais! Parabéns pelo desabafo…vc falou tudo que muitas de nós gostaríamos de dizer! Fiz um post um dia desses que falava mais ou menos sobre isso. http://cantinhopaisefilhos.com.br/ue-mas-o-dia-das-maes-ja-nao-passou/

  16. Paola

    Sim, quem nunca ousou em julgar os filhos dos outros, principalmente, quando ainda não se é mãe…
    Mas assim que meu primeira filha nasceu, a ficha caiu. E, desde então, sou incapaz de dizer para outra mãe se está certo ou errado. Muito pelo contrario digo: faço o que é possível, faça o seu melhor. Tento não comparar as crianças ou a educação, este também foi um grande aprendizado da maternidade!!! Abraços, Paola

  17. Tatiana Cali

    Nossa !!! E a gente paga de um filho pro outro tb ! O Lucas sempre foi super calmo, obediente, um anjinho … Ja com a Clara, que horror ! Geniosa, briguenta, manhosa !!! Quase enlouqueco !!! Maravilhoao texto, como sempre !!! Bjs, Tatiana

    1. Shirley Hilgert

      Ah Tati, que bom ouvir isso! kkkk! Porque tem horas que o Léo é super genioso e eu fico achando que é porque eu não estou sabendo criá-lo direito. Quando escuto histórias como a sua vejo que não é só criação, é muito da personalidade da criança também. Beijos, amiga!

  18. vanessa Sayão

    Perfeito!!! Comigo começou na gravidez. Tinha duas amigas no trabalho que já eram mães e seus pequenos tinham 1 ano. Tudo que elas falavam sobre estar grávida eu dizia ser desculpinha de grávida. Elas diziam que se eu engravidasse a 1ª coisa que ia fazer seria trancar a faculdade e eu jurava de pá junto que não. Pois bem, cai do cavalo e cai feio. Depois de 1 mês que descobri a gravidez lá fui eu trancar a faculdade. Pra mim era um martilho, trabalhar o dia todo e depois ir estudar! Eu passava mal, enjoava, as pernas doíam, dormia na aula, em fim, a faculdade pra mim era um pesadelo.
    Depois que a Eduarda nasceu não foi muito diferente, continuei pagando minha linguá grande.
    E hoje a bola da vez são os escândalos no restaurante. Eu achava ridículo e até me incomodava aquelas crianças gritando no restaurante, e o que minha pequena faz??? Com apenas 6 meses grita, todos olham pra gente e eu morro de vergonha.
    A única coisa que eu segui a risca foi a questão dela dormir no bercinho, pois até hoje ela dorme, mas fora isso…

  19. Sheila de Souza

    Nem fala, já mordi tanto a língua, falava tanto das outras mães, achava um absurdo tentar proteger tanto, não sair a noite pq ele pode ficar doente, não vou a praia quando ainda tem meses pq da dor de ouvido, deixar de sair pq ele ta doentinho, achava muita frescura por partes dos pais…hj eu faço tudo isso e exageradamente…sou muitooo protetora, desmarco muitos compromissos por causa dele…mas tudo vale a pena!!!

  20. Graziela Sant'Anna

    Bom, a única coisa que paguei a língua até hoje foi sobre a amamentação. Uma amiga minha e do meu marido começou a dar LA para a bebê dela de um mês e eu achava um absurdo. Ela dizia que o bebê chorava muito e ai não aguentava, então era melhor dar LA. Depois o marido dela disse que ela teve alergia. Enfim, eu amamentei com dificuldade por 20 dias e sofri por mais 3 meses por isso, eu não tinha me preparado para tal situação e como é que eu não conseguia fazer uma coisa que parecia tão natural!

  21. Amábili

    Bem assim mesmo, eu e meu marido sempre falamos aos amigos “grávidos” ou sem filhos pra que nunca falem das outras crianças e seus pais, pagamos a lingua e feio. Mas ainda bem que ainda conseguimos controlar bem a situação, quando vemos outras crianças é que nos tocamos de como a educação do nosso Emanuel tem dado certo o/ com 1ano e 8meses é muito curioso, mas super obediente.

  22. Ana Paula

    Nossa perfeito shirley, por ser da área da saúde além de julgar eu ainda tentava ensinar tudo que aprendi na teoria (que por sinal e linda, principalmente da amamentação)… Mas e incrível como na prática as coisas saem um pouco diferente rsrsrs eu tinha convicção que iria amamentar exclusivo ate seis meses e seriamos felizes para sempre rsrsrs eu mal sabia que ia passar por muitossssss apertos, hj minha filha tem 2 meses e meio eu quase nao tenho leite mais, e tenho que completar com mamadeiras ( que fogia totalmente dos meus princípios)…. Brinco q sou mãe de primeira viagem de ida e de volta e pago mais línguas do que eu imaginava! E muito bom ler esse post pra gente nao se crucificar sozinha, isso e mais comum do que a gente pensa rsrsrs

  23. Juliana Ortiga

    Verdade mesmo! eu pago minha lingua com juros e correção!
    Principalmente na parte de julgar mães estressadas, é não é fácil não!
    Eu mesma ultimamente não me reconheço mais, olho no espelho e só enxergo olheiras e uma pessoa cansada e cheia de dores,nervosa, acho que o cansaço mental passou para o corpo em forma de dores, e dizendo – juliana você não é de ferro!!
    É e isso tudo junto com um bando de gente falando mer** é de deixar qualquer um louco mesmo!!
    beijos a todas vocÊs

  24. Luara

    Realmente tudo que foi dito é verdade, Estou sentindo na pele tudo isso não fomos instruídas a sermos mãe e sim profissionais. Tenho 30 anos meu pequeno 4 meses.

  25. Angelica

    Kkkkk. Sempre pagamos lingua. No meu caso foi sobre dormir junto…nas outras coisas até que estamos indo bem.

  26. Renata sheila

    Bom minha filha tem 3 anos quase 4, é minha visão de tudo ocorreu assim que eu sai da maternidade e a realidade despenca na sua cabeça , pois parece que o mundo desabar em vc e vc tem que se virar, minha filha não dormia não mamava direito quando mamava parecia não ter fim, e sempre quando ia ao pediatra sempre ouvia dizer é normal, e eu pensava ai minha filha vc poderia voltar pra barriga! O primeiro ano da minha filha foi estressamente difícil, meu casamento foi ficando por um fio e as vezes eu tinha vontade sim de jogar o bebê da janela pois não parava de chorar depois de tudo que eu tinha já feito, mas depois o desespero passava após horas de choro e eu a mãe também chorando junto, e sempre vindo alguém e falando faz assim, mas depois fui fazendo do meu jeito e foi dando certo, hoje minha filha é um amor e não joguei ela da janela gente foi apenas desespero de momento hehehe… Quem nunca? Mas aí da passo por outras situações mas essa época foi às piores pra mim.

  27. Mislene

    Nossa, como me identifiquei com o texto e com os comentários. Paguei língua demais, e olha que meu filho tem apenas 4 meses e meio. E já está ficando cheio de vontades. Me identifiquei também com a mãe que fica muito isolada, porque também fico, não tenho parentes aqui onde moro e o meu marido trabalha em escala, com os horários mais doidos. Enfim, vida de mãe é muito boa mas é muito difícil também.

  28. Marcia

    Minha experiencia como mãe foi e esta sendo bem tranquila. Sinceramente nunca fiquei julgando isso ou aquilo em relação as mães. Birra toda criança faz, e isso não vai mudar nunca. Mas já passei situações que percebi o julgamento alheio.

  29. karin

    Sabe, acho que um dos poucos comentários que dei para a minha filha quando ela se tornou mãe, foi: Escute os outros. Escute as vovós, as tias, até aquela sem noção. Depois passe a peneira, veja o que se adapta com o que vc pensa e/precisa e aplica. É a melhor forma de não queimar a língua.. ;-)
    Mas…. havendo amor é o que importa, não interessa quantas vezes vc queime a língua. Boa sorte!

  30. Katiuscia Carolina

    Meu maior feito entre taaantos é meu filho de oito meses dormir na cama conosco desde sempre.minha desculpa é a internação q ele teve qdo nasceu e já veio “viciado ” em cama do hospital rsrsrs sempre achei um absurdo deixar um intruso entre o casal e hoje nem tento fazer meu filho dormir no quarto dele até pq ele mamã a noite ainda…

  31. Shirlei Batista

    Pura verdade! Adorei

  32. Annerose

    Nossa, acho que todas já julgamos alguma vez e depois vimos que nossos filhos não serão como idealizamos. sempre detestei birra de criança, hoje meu filho tem 5 anos, ele não é de fazer birra, mas quando saímos de casa é um terror, ele cai no chão, não para quieto, não obedece quando pedimos pra parar… tem hora que eu fico tão irritada que acabo dando a bronca na frente de todo mundo, nem ligo pra quem está perto! Acho que acabo sendo julgada da mesma forma que fiz com outras mães. Fazer o que né, vivendo e aprendendo!

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