Carta de uma mãe que trabalha fora para uma mãe em tempo integral. E vice versa.

Uma coisa que me pegou totalmente de surpresa depois que virei mãe é essa “batalha” velada que existe entre mães em tempo integral x mães que trabalham fora. Cansei de ler, ver, ouvir mães que se dedicam exclusivamente aos filhos acharem que são mais mãe que as outras, que optaram por seguirem suas carreiras. E o oposto também é verdadeiro. Não foram poucas as vezes que vi mães que trabalham fora criticando as mães em tempo integral por não terem uma vida própria e viverem só a vida dos filhos.

Sempre achei essa história uma bobagem absurda, afinal, como tudo na vida, as duas situações tem seus prós e contras e, independente do caminho escolhido, na maior parte das vezes, estamos só tentando ser a melhor mãe que podemos ser.

E foi por isso, por essa tristeza e decepção que sinto quando vejo esse embate entre mães, que resolvi traduzir esse ótimo texto extraído do blog The Healty Doctor, da americana Carolyn, médica e mãe de dois filhos.

Esse texto é uma livre tradução feita por mim, então, por isso, convido todas(os) as(os) leitoras(es) a acessarem o blog da Carolyn e conferirem o texto no seu formato original. Vale à pena.

Cara mãe em tempo integral

Algumas pessoas têm questionado o que você faz em casa o dia todo. Eu sei o que você faz. Eu sei porque eu sou mãe e porque, por um tempo, eu fiz isso também.

Eu sei que você faz um trabalho não remunerado, muitas vezes um trabalho ingrato, que começa no momento em que você acorda e nem termina quando você vai dormir. Eu sei que você trabalha aos finais de semana e durante a noite, sem que consiga identificar claramente quando acaba o seu dia ou a sua semana. Eu sei que as recompensas existem, mas nem sempre são muitas.

Eu sei que você raramente tem tempo para uma xícara de chá ou café. Eu sei que sua atenção está sempre dividida e que quase sempre inicia uma tarefa antes de concluir a outra. Eu sei que você, provavelmente, não tem tempo de descansar, mesmo estando em casa, a não ser que tenha somente um filho e que este ainda tire sonecas durante o dia.

Eu sei dos desafios que você tem que encarar diariamente, geralmente sem o apoio do seu companheiro ou de alguém que possa substituí-la. As birras, os acidentes na fase do desfralde, as batalhas travadas para alimentar os filhos, a comida jogada no chão, os lápis de cor na parede, a rivalidade entre irmãos, o bebê que parece nunca parar de chorar. Eu sei como o trabalho parece incessante, como um ciclo sem fim: você compra alimentos, prepara-os, cozinha-os, tenta alimentar seus filhos, limpa o chão, lava os pratos e repete isso de três em três horas.

Eu sei que você fantasia sobre ter uma hora para si mesma para almoçar em paz ou tirar um cochilo à tarde. Eu sei que, às vezes, você se questiona se tudo vale vale à pena mesmo e sente inveja das suas amigas que tem pausas para um café no meio do expediente. Eu sei que, às vezes, quando seu parceiro chega em casa à noite, após um dia de trabalho, ele quer colocar os pés para cima exatamente quando você precisa de um descanso e isso pode levá-lo às lágrimas.

Eu sei que você é mal vista por muitas pessoas que não percebem as dificuldades de se cuidar sozinha de crianças pequenas, o dia todo, e se referem a você como alguém que está curtindo a vida. Eles imaginam que você passa o seu dia tomando café enquanto seus filhos brincam em silêncio. Eu sei que você perdeu a sua independência financeira. Eu sei que você acha engraçado e, muitas vezes, fica irritada quando alguém proclama “TGIF” (Thanks to God It`s Friday – Graças a Deus é Sexta) porque para você todos os dias é a mesma coisa, não há sexta-feira nem pausa alguma no trabalho. Eu sei que muitas pessoas não entendem que você trabalha – você simplesmente trabalhar em uma profissão não remunerada e em casa.

Eu não sei como fazer tudo isso. Eu admiro sua paciência infinita, a sua capacidade de enfrentar cada dia com alegria e levar alegria para a vida de seus filhos mesmo quando eles a desafiam. Admiro a sua dedicação em ser uma presença constante na vida de seus filhos , mesmo que isso nem sempre seja uma tarefa fácil. Admiro a sua maneira de trabalhar sem esperar qualquer recompensa – sem promoções, sem fama, sem salário. Eu sei que você quer que seus filhos sintam-se importantes e amados você faz isso como ninguém.

Eu apenas queria que você soubesse que eu entendo. Nós duas somos mães. E eu sei .

 

Cara mãe que trabalha fora

Eu sei que, às vezes, você é julgada por deixar seus filhos aos cuidados de outras pessoas para ir trabalhar. Algumas pessoas. inclusive, sugerem que você não ama seus filhos tanto quanto nós, mães em tempo integral, e que é melhor para as crianças ficar em casa com suas mães.

Como eles podem dizer isso de você? Eu sei que você ama seus filhos, tanto quanto qualquer outra mãe. Eu sei que voltar ao trabalho não foi uma decisão fácil. Você pesou os prós e contras, inclusive muito antes de você conceber um bebê. E esta foi uma das decisões mais importantes de sua vida.

Eu vejo você em todos os lugares. Você é a médica que a quem eu levo os meus filhos quando eles estão doentes. Você é a alergologista do meu filho, aquela que diagnosticou a sua alergia a amendoim. Você é a fisioterapeuta que curou o meu  marido. Você é a contadora que fez as nossas declarações fiscais. A professora da escola primária do meu filho. A diretora do nosso centro de acolhimento de crianças. Professora de ginástica da minha filha. A corretora imobiliária que vendeu a nossa casa. E que tipo de mundo teríamos se você não estivesse lá por nós? Se você tivesse sucumbido às pressões daqueles que insistiam que lugar de mãe é em casa?

Eu sei que você analisa qualquer proposta de trabalho para ter certeza de que ele não irá prejudicar sua família. Eu sei que você acordar uma hora antes que todo mundo, pois só assim você tem tempo de fazer algum exercício e de ter alguns instantes de silêncio. Eu sei que você já participou de reuniões após ser acordado a noite toda pelo seu bebê. Eu sei que quando você chega em casa, à noite, o “segundo turno” começa. Os críticos não entendem que você cuida da sua família e cuida do seu emprego. Você chega em casa, faz o jantar, dá banho nos seus filhos e lê histórias para eles. Você os coloca na cama e os dá um beijo de boa noite.  Você paga as contas, faz as compras do supermercado, cuida da roupa e das refeições assim como qualquer outra mãe faz.

Eu sei que, muitas vezes, você se sente culpada por ficar muito tempo longe dos seus filhos e aí sacrifica o seu tempo livre. Eu sei que você não pode tirar um dia para si enquanto seus filhos estão na creche ou escolinha. Eu sei que você passou a aceitar que o trabalho é o seu ” tempo livre ” agora. Eu sei que, quando você está no trabalho, você não perde um minuto sequer. Eu sei que você almoça na sua mesa, não sai para tomar um café e é totalmente dedicada ao seu trabalho. Afinal, você escolheu estar lá.

Eu sei o quanto você é exigente com relação a quem cuida dos seus filhos e eu sei que você só deixa seus filhos em um lugar no qual você tem certeza de que eles são amados e bem cuidados. Eu sei que você passa muitos dias cuidando de seus filhos em casa quando eles estão doentes e assim sacrifica a sua remuneração. Eu sei que você gosta secretamente destes dias e se realiza em poder estar com seus filhos.

Eu sei que, às vezes, você se sente culpada por não estar lá o tempo, mas saiba que você está dando um exemplo maravilhoso para seus filhos. Você está mostrando a eles que uma mulher pode ter uma carreira, contribuir de alguma forma fora de casa e ainda ser uma mãe amorosa. Você está mostrando a suas filhas que elas podem fazer o que querem fazer de suas vidas. Você está exibindo a força, a resistência, a dedicação, a tenacidade e você faz isso com muita alegria e amor.

Eu apenas queria que você soubesse que eu entendo. Porque nós duas somos mães.

201 comentários

  1. Lidy

    Muitíssimo bem colocado Shirley. Sou uma mãe que trabalha fora, mas que ao chegar em casa inicia o 2° turno. Uma mãe que após se decidir voltar ao trabalho, depois da licença maternidade, chorou por vários dias, e teve que enfrentar pessoas julgando, e fazendo crescer ainda mais a culpa por não estar com o filho em tempo integral.

  2. Fernanda

    Simlesmente lindo o texto,tocante e verdadeiro.eu não sou menos mãe por ter de trabalhar.

  3. Flavia Enelise

    Que texto lindo! Me emocionei muito, principalmente ao ler o da mãe que trabalha fora (eu!). Realmente não é uma decisão fácil não. Os primeiros dias são sofridos demais e a cada novo dia a gente parece estar “perdendo” alguma coisa, alguma novidade, alguma gracinha nova que eles aprendem. Minha sorte é que a pessoa que fica em casa com a minha filha também é mãe e é um anjo que Deus colocou na minha vida ainda na minha adolescência, cuidou dos meus irmãos e agora cuida da minha princesa com um carinho e paciência que às vezes me faltam! Mas não me arrependo nenhum pouco da minha decisão. Quando bate aquele culpa, logo trato de afastá-la, focando no pensamento de que trabalho justamente para dar o melhor para ela, inclusive esse exemplo relatado na carta! Belo texto!

  4. Fabiana Chaves

    Adorei o texto, muito lindo e real…..Parabéns….

  5. Brenda Souza

    Perfeito Shirley,

    Eu sou mãe que trabalha fora e me vi perfeitamente no texto. Só nós mães sabemos das nossas escolhas e o que é melhor pro nossos filhos. Podemos não acertar sempre, mas tentamos… Mas a dor de deixá-los com outra pessoa, passar o dia inteiro fora, com a cabeça só neles, é muiiito grande. Mas é a vida, e o amor por eles é muito maior, pra nos dar força pra continuar e seguir com a segunda jornada quando pegamos eles na escolinha e chegamos em casa. Esse carinho não tem preço…

    1. Graziele B. O. Pena

      Sempre que leio esse texto reflito sobre uma questão que me incomoda. Algumas pessoas confundem a existência de tipos de mãe. No texto se fala de dois dele, as que trabalham fora e as que trabalham em casa. Apesar disso, acho que elas pertencem ao mesmo tipo de mãe que eu considero do tipo “boa mãe”, independente se trabalham fora ou em casa. Mas, se fossemos classificar, ainda teríamos mais dois “tipos” de mãe. Devemos nos ater que nem todas as mães são boas, apenas porque concebem filhos. Existem as mães que não trabalham porque dizem ter que cuidar da casa e dos filhos. Fazem a comida sem amor, não se sentam a mesa com seus filhos. Evitam brincar com os filhos, evitam até estar com os filhos mesmo que estejam no mesmo ambiente. Quando as crianças clamam atenção são muitas vezes interpretadas por essas mães como custosas, bagunceiras, e são consideradas com um fardo em sua vida. São até mesmas culpadas por essas mães por não poderem fazer outras coisa. Há um outro tipo de mãe, as quais, não entendo porque tiveram filho. Talvez, porque não tiveram a coragem de assumir que não queriam filhos. Fato meio estranho para muitos, não pra mim. Essas mães, acordam cedo para se arrumarem para o trabalho, não tomam café com seus filhos, pq eles ainda estão dormindo, Quando acordam, a primeira pessoa que veem é a babá . As mães precisam justificadamente, passar o dia fora. Mas, quando poderiam retornar, preferem fazer outras atividades, como por exemplo ir para a academia. Assim as babás, que fizeram companhia para esses filhos o dia todo, almoçaram com eles, os levaram às inúmeras atividades, como: natação, inglês, e sei lá mais o que. São as mesmas que dão o jantar, o banho e colocam as crianças na cama. Ou seja, é a última pessoa que esses filhos veem antes de dormir. Algumas mães que não trabalham no sábado, poderiam optar por ficarem com seus filhos durante às manhãs. Nas manhas de sábado ao invés de ficarem com essas crianças, muitas mães tem o hábito de ir para o salão de beleza. Daí os pequenos dormem na casa da avó, para os pais irem em alguma festa. No domingo almoçam também, na casa da avó e daí sei lá o que fazem no domingo a tarde. Sei que é o único momento que as crianças tem para chamarem a atenção e são interpretadas por esses pais como custosos, bagunceiros e são interpretados por essas mães como uns ingratos. No final as boas mães para mim se resumem em uma só, aquelas que amam incondicionalmente, não são egoístas e que se sentem felizes, realizadas, gratas por receberem tanto amor e carinho de uma criaturinha chamada filho. Trabalho fora, tenho orgulho da minha profissão, mas, o que eu faço de melhor é tentar ser uma boa mãe.
      parabéns pelo blog. Muito bom, compartilhar experiências.

      1. Liliane

        Vc conseguiu explicar a grande diferença entre as mães, independentes de trabalhar fora ou não.
        Gostei!!!!

  6. Ana

    Lindo texto!!! TGIF = Thank God it’s Friday. Thanks God nao existe. O certo seria entao Thanks to God.

  7. Maria

    Fui às lágrimas… Conheço os dois lados e sei como os dois tem seus dias de lutas e glórias. Obrigada pelo presente que são essas cartas.

  8. Lívia

    Nossa, amei!!!! Sou mãe de dois e trabalho fora, ou seja, correria total a semana inteeeeeira!!! Mas sou muito feliz!!! Estou me equilibrando nas duas tarefas (ou pelo menos me esforçando muuuito pra me equilibrar). Perfeita? Jamais!!! Mas muito feliz de conseguir manter as duas coisas, até porque, não tenho mesmo condições (financeiras) de largar meu emprego. Trabalho cada dia pensando que é exatamente pelas crianças, pra dar conforto, boa educação e realizar desejos que são mais meus do que deles…É isso.

  9. Alessandra Dias

    Adorei o texto.. Sou uma mãe que trabalha fora, mas se eu tivesse como escolher, talvez nesse primeiro momento eu teria me dedicado a minha filha pelos primeiros anos dela…
    Mas creio que Deus sabe de todas as coisas e como confio muito nele, aproveito meu tempo com a minha filha dando o meu amor, educando, cuidando… São momentos preciosos estar com eles né?
    Passo o dia pensando nela, agora ela está na creche e meu coração fica mais apertado ainda.. mas é necessário! Procuro não sofrer por isso!
    Adorei o respeito entre as mães nos textos!

    1. Alessandra Medeiros

      Lindo texto…emocionada até agora.
      Sou mãe que trabalha fora e ainda por cima “mãe solteira” e pra piorar tudo tive que deixar meus dois filhos(um memino de 10 anos e uma menina de 5) com minha mãe em outro estado…Trabalho quase 13 horas por dia,antes não tinha tempo pra eles e nem pra mim,hoje o tempo que me cabe não tem nenhuma importância,não tenho vontade de sair,de ir no salão etc.O que mais faço é dormir pra matar a saudade que sinto deles. Não tenho mais o mesmo rendimento que tinha na empresa,pois vivo com a cabeça no mundo da lua,pensando nos meus filhos em como eles estão o que tão fazendo.,coisa de louco…
      Preferia mil vezes a vida de antes,a correria de acordar cedo,a correria da hora do almoço depois deixa-los na escola, sair do trabalho as pressas pra busca-los na escola ,ainda voltar pro trabalho pra terminar o expediente…. E qdo chegava em casa lá pelas tantas ir cozinhar jantar de hoje e almoço de amanhã, ajudar na tarefa,lavar uniforme ufa cansei.E assim sucessivamente. …
      Prefiro a trabalheira com meus filhos do que o vazio de ums casa sem crianças,em breve estaremos juntos de novo na mesma maratona, e com toda certeza estarei mil vezes mais realizada e feliz,pois tudo que faço é por ele.
      Abraços.
      Alessandra

  10. Débora Toniol

    Nossa, estou com os olhos mareados, pois é assim mesmo… eu entendo a mãe em tempo integral e vivi e vivo tudo de uma mãe que trabalha fora…

  11. Lígia Ruggoeri

    Confesso que chorei ao ler a carta escrita para as mães que trabalham.. me senti confotada e acolhida nas suas palavra….

  12. Fabiana

    ‘É exatamente isso, não tem como não se emocionar… Eu trabalho fora… Trabalho porque ralei dois anos para passar num concurso público muito antes de ser e pensar em ser mãe e isso é muito importante para mim, para que eu seja feliz… Mas quando voltei da licença maternidade entendi absurdamente o quanto e importante a vida das mães em tempo integral… Dei até muito mais valor a minha mãe… E sei o quanto é difícil entreter uma criança o dia todo, fazer as refeições balanceadas, cuidar da casa… E sofro muito cada vez que leio comentários de mães em tempo integral que criticam a volta ao trabalho, pois ninguém sabe melhor do que eu o amor incondicional que tenho pelos meus filhos e o quanto minha vida e completamente voltada para eles…

  13. Shirley maravilhoso seu texto, realmente as duas formar de ser mãe são bonitas e especiais. Cada uma da sua forma tentado dar o melhor para seu filho.

    Tri-beijos Desirée
    http://astrigemeasdemanaus.blogspot.com.br/

  14. carla

    Lindo!
    É exatamente isso mesmo, a culpa que sentimos ao deixar os pequerruchos aos cuidados de alguém, e é exatamente por causa deles que nos levantamos nos vestimos e colocamos um sorriso no rosto, todos os dias de manha.!

  15. Angela Baquiega

    Sou mãe do Pedro, de 1 ano e 8 meses, e durante seu primeiro ano de vida, abri mão da minha carreira profissional, pra me dedicar exclusivamente a ele… Acredito que foi muito importante, e me realizei na “profissão de mãe”, estava presente quando ele deu seu primeiro passinho e quando disse sua primeira palavra… Porém, recentemente voltei a trabalhar fora, achei que era a hora! Sentia muita falta dessa independência que a nossa profissão nos traz, não foi fácil, nos primeiros dias me sentia perdida, mas aos poucos fomos nos habituando e agora nossa rotina já está estabelecida! Me vi nas duas situações, e posso dizer que esse texto retrata muito bem a minha realidade!!! Adorei!!!

  16. Nadielle

    Adorei!
    Maravilhoso esse texto, eu sendo (mãe em tempo integral) realmente fiquei emocionada com a carta, afinal ouvimos muitos comentários como “nossa como deve ser bom ficar em casa sem fazer nada” “como é bom não acordar cedo”. Como se realmente não tivéssemos nossos horários também, como se não tivéssemos obrigações também, como se cuidar de casa e filhos não fosse nada, como se tudo fosse muito fácil…
    A escolha de ficar em casa também não é nada fácil, afinal abrimos mão da nossa independência financeira, de um convívio social e de uma rotina de trabalho para ficarmos em casa. Eu também fui por um tempo a mãe que trabalha fora e escolhi abrir mãe da minha profissão para dar ao meu filho total atenção e dedicação, vi que tudo valeu a pena quando olho pro meu filho e o vejo feliz e saudável! Admiro muito as mães que trabalham fora, somos mães e procuramos sempre fazer o melhor pros nossos filhos é isso que realmente importa!

  17. Claudia Carbulante

    Excelente!!!

  18. Simone Paradella

    Eu sou uma mãe que decidiu ficar em casa com o filho! É engraçado como as pessoas te olham quando você diz que fica em casa cuidando da casa e do filho e se digo que estou cansada me olham com cara estranha, pois ñ trabalho fora então ñ tenho direito de me sentir cansada! Eu sei que tomei a decisão certa neste momento e ñ me arrependo e o texto diz tudo. Obrigada! Beijos

  19. Vivian Mendes Luz

    Lindo e Perfeito!

    Eu escolhi o meio termo. Adorava meu trabalho, mas náo tinha final de semana e feriado, voltei da licensa e o amor falou mais alto, cinco meses depois mudei de area, continuo trabalhando o dia todo mas de segunda a sexta e agora sim me vi nesse texto.
    Nao importa a escolha que fazemos, mas sim a qualidade, a entrega de estar com nossos tesouros.

  20. Gabrielle Lira

    Perfeito!! Durante minha licença maternidade, ouvia que estava sem fazer nada, quando ela acabou e voltei a trabalhar, ouvi que meu filho estava sendo abandonado. O que me deixa triste, é que essas pessoas que tanto criticam nosso estilo de vida e de maternagem, seja qual for, poderiam nos ajudar,através de um papo sem julgamentos. Dúvidas nós mães, temos o tempo todo e não ajuda em nada alguém vir criticar nossas escolhas.

  21. Priscilla

    Texto maravilhoso! Sou mãe em tempo integral, abri mão da minha profissão por um tempo para poder cuidar da minha princesa! Não foi fácil! Sinto falta do meu trabalho, mas sou recompensada por poder acompanhar o desenvolvimento da minha filha! E realmente é muito triste quando ouvimos alguém falando como é “fácil” ficar em casa cuidando da casa, de uma criança, do marido! Me identifiquei muito com o texto! E apesar de não estar do outro lado, imagino como deve ser difícil ter que sair de casa e deixar os filhos aos cuidados de terceiros! Todas as mães, aquelas que amam seus filhos incondicionalmente, merecem o respeito de todos!!!!!

  22. Adriana Carvalho

    Que texto maravilhoso sou uma mae que trabalha fora e o texto em diversos momentos realmente diz tudo o que sinto, ainda consegui ficar com o meu filho de licença durante 7 meses e meio mas chegou a hora de voltar e como coração apertado retornei ao trabalho hj ele tem 1 ano e meio e fica com os avós paternos sei que é tratado como um príncipe. Tento aproveitar ao máximo o tempo que tenho com ele,

  23. rebecca

    Poxa que lindo… Adoro os seu blog, sempre q posso dou uma passada aqui…sou mae de Heitor que acabou dde completar um aninho…faz dois meses que sai do emprego pra me dedicar integralmente a ele…me vi nos dois textos… Tudo o que nós mamaess vivenciamos realmente.. Parabéns…

  24. aline

    Sou mãe em tempo integral! Fiz essa escolha pelo meu filho e não me arrependo, apesar de não ser nada facil mesmo. Mas me sinto muito realizada e agradeço a Deus por me dar essa oportunidade.

  25. Iza

    É a realidade de muitas mães… Infelizmente nem todas compreendem e muitas julgam umas a outras. Eu sou a mãe que trabalha fora, que pesou tudo isso antes de ser mãe e que mesmo assim decidi ter um filho e não abrir mão da minha carreira e independência financeira, pois hoje o meu trabalho me permite dar um futuro melhor à ele, e nem por isso me preocupo menos ou amo menos… Muito pelo contrario amo incondicionalmente, aproveito cada segundo com ele, desempenho meu papel de profissional, mae , mulher e dona de casa com maestria e fazendo milagres com o tempo, abidicando muitas vezes de tempo pra mim.

    Passo noites acordadas se for preciso pra zelar pelo meu filho que vira e mexe tem uma crise de laringite, deixo de almoçar pra dar de mamar pra ele na escolinha e isso me faz muito bem…

    Ser mãe é isso .. ter o coração fora do próprio corpo independente da escolha que fazemos!!!

  26. Déa Freitas

    E eu que tenho um home office e trabalho o dia todo como mãe e empresária?

  27. Helena

    Maravilhoso!!!! Perfeito !!!!

    Não tabalho fora mas admiro e respeito muito as mães q optaram por voltar a trabalhar fora e q por muitas vezes não tem essa opção de poder ficar em casa para poder ajudar no orçamento de casa.
    Eu tb acho essa “guerrinha” entre mães trabalhadoras e mães em full time uma bobeira !!!
    Não sabemos qual é a realidade da vida das pessoas e sua dificuldades !!!
    Estamos todas no mesmo barco !!!

  28. Leticia

    Já estive nos dois lados da história.
    Quando nasceu meu primeiro filho Davi, continuei trabalhando e estive na pele da mãe que trabalha fora, tive que enfrentar julgamentos mil, dos que eram contra e dos que eram a favor (parece que o fato de vc ter uma criança tira TOTALMENTE sua individualidade e hoje acho até compreensível pois o seu filho é neto, sobrinho, aluno, etc. Mas não acho aceitável, rsrs Quem decide sou eu e o pai.). Tive que encarar olhares tortos em meu local de trabalho quando meu filho adoecia e eu tinha que pegar atestado para acompanhá-lo mas sempre tive convicção de que estava fazendo o melhor por ele.
    Quando nasceu meu segundo filho, o Pedro, a vida me surpreendeu. Surgiu uma oportunidade para meu marido estudar fora do país e quando o Pedro tinha 3 meses viemos para os EUA. Aqui me tornei exclusivamente mãe e dona de casa, penso que no imaginário de meus amigos e parentes eu estou nos EUA de férias curtindo a vida no maior glamour. Mas de glamour não tem nada. kkkkk Aqui não tenho ajudante para nada(no Brasil tinha uma ajudante uma vez por semana, às vezes 2 vezes). Tudo o que precisa ser feito é feito por mim tanto na casa como em mim como depilação, unhas, cabelo pois este tipo de serviço , além de ser feito de uma forma bem diferente da nossa é muito caro para bolso de estudante. Uma escova aqui é $ 35, 00 (por volta de R 100, 00 )
    Então me sinto literalmente na pele da mãe descrita na primeira carta.
    Conheço os prós e os contras das duas situações e entendo, hoje mais que nunca, que as duas situações merecem respeito e consideração.

  29. Caroline Nakagawa

    Sabemos que ser mãe é muito difícil principalmente em tempo integral… Por que você vive para filhos, faz trabalhos domésticos e também é uma profissional que trabalha em casa… Tendo que se dedicar e se organizar para que nenhuma lacuna fique em débito… Afinal não basta trabalhar, temos que ser mães, parceiras, amigas, professoras, vigias… entre outras profissões que esse momento de mãe de pequenos nos requer… Estamos juntas nessa e somos muitas… Bjo

  30. ELIANE SILVA ALVES

    ADOREI ,O TEXTO SOU UMA MAE ,QUE ABRIU MAO DA VIDA PROFISSIONAL,POR UM TEMPO MEU BEBE TEM 10 MESES,E RESOLVI FICAR EM CASA POR UM TEMPO,ESSE TEXTO DAS MAES EM TEMPO INTEGRAL ME AJUDOU MUITO,POIS ESTAVA ME SENTINDO UM POUCO INFELIZ,POIS A VIDA FINANCEIRA MUDOU MUITO AQUI EM CASA,AS VEZES ME ARREPENDO DE TER PARADO DE TRABALHAR,AS VEZES FICO BEM FELIZ,MAS E A ASSIM MESMO ,POIS FAZIA MUITO TEMPO QUE EU TRABALHAVA EU TRABALHAVA DESDE OS 15 ANOS,E AGORA PARAR NAO FOI FACIL,BOM MAS SO QUERO DIZER QUE O TEXTO ME AJUDOU MUITO E FIQUEI MUITO FELIZ COM AS DUAS OPINIOES,POIS MUITAS PESSOAS FALAM ASSIM VOCE VIROU MADAME, MAS A QUESTAO NAO BEM ESSA,SOMOS APENAS MAES QUE DECIDIMOS,FICAR EM CASA POR UM TEMPO,E QUE ESSE TEMPO NAO TEM NADA HAVER EM SER MADAME…

  31. Leticia

    Já estive nos dois lados da história.
    Quando nasceu meu primeiro filho Davi, continuei trabalhando e estive na pele da mãe que trabalha fora, tive que enfrentar julgamentos mil, dos que eram contra e dos que eram a favor (parece que o fato de vc ter uma criança tira TOTALMENTE sua individualidade e hoje acho até compreensível pois o seu filho é neto, sobrinho, aluno, etc. Mas não acho aceitável, rsrs Quem decide sou eu e o pai.). Tive que encarar olhares tortos em meu local de trabalho quando meu filho adoecia e eu tinha que pegar atestado para acompanhá-lo mas sempre tive convicção de que estava fazendo o melhor por ele.
    Quando nasceu meu segundo filho, o Pedro, a vida me surpreendeu. Surgiu uma oportunidade para meu marido estudar fora do país e quando o Pedro tinha 3 meses viemos para os EUA. Aqui me tornei exclusivamente mãe e dona de casa, penso que no imaginário de meus amigos e parentes eu estou nos EUA de férias curtindo a vida no maior glamour. Mas de glamour não tem nada. kkkkk Aqui não tenho ajudante para nada(no Brasil tinha uma ajudante uma vez por semana, às vezes 2 vezes). Tudo o que precisa ser feito é feito por mim tanto na casa como em mim como depilação, unhas, cabelo pois este tipo de serviço , além de ser feito de uma forma bem diferente da nossa é muito caro para bolso de estudante. Uma escova aqui é $ 35, 00 (por volta de R 100, 00 ) Muitas vezes me sinto mal por não estar trabalhando, sinto que algumas pessoas esperam isso de mim.
    Então me sinto literalmente na pele da mãe descrita na primeira carta.
    Conheço os prós e os contras das duas situações e entendo, hoje mais que nunca, que as duas situações merecem respeito e consideração.

  32. Gi

    Trabalho fora porque, tenho que dividir as despesas com meu marido. Tanto aluguel,compras e até a escolinha da minha filha. Se eu pudesse iria trabalhar só meio período para ficar mais tempo com ela, mas infelizmente por questão financeira não posso e não tenho como optar. Mas ainda bem que tenho saúde para isto, afinal de contas eu sou mãe…..

  33. Sarah

    É assim mesmo!! Sou mãe em tempo integral… decidi eu mesma criar minha filha que hj está com 9 meses! Não é fácil… mas amo poder passar meu tempo cuidando dela (e da casa, rsrs)! Como uma das meninas comentou acima: fazer comidinha balanceada todo dia, entreter uma criança, suportar os chorinhos e enjôos de qnd os dentinhos estão nascendo… é complicado, mas é recompensador!!! Basta um sorriso pra gte recuperar as forças e seguir em frente!
    Admiro muito as mamães que voltam a trabalhar após a licença maternidade, pois essa separação deve doer muito. E como diz no texto… Graças a vcs que voltam a trabalhar, é que temos “a médica que atende nosso filho”, por exemplo. Sei que todas vcs são importantes no fazem e abriram mão de estar com seus filhos em prol deles, para que eles tenham uma vida melhor!!!
    Parabéns a todas nós, pois Deus nos permitiu viver essa emoção maravilhosa… esse sentimento indescritível!!!! Amor de mãe é pra vida toda!

  34. Élia

    Gostei da carta, mas vale lembrar que foi escrita originalmente por uma mãe estrangeira, que não tem babá em “tempo integral”, babá esta que dorme no quarto do bebê e se levanta à noite qd ele acorda, que viaja com a familia até para fora do país, para ajudar os pais, babá folguista, enfim, há mães e mães em tempo integral.

  35. Manuela

    Muito bem… os textos retratam exatamente as sensações que vevemos… ja vivi as duas situações, hoje em dia trabalho até as 17:00 e o resto do dia tento aproveitar o máximo com minha filha! Aprendi que o que importa realmente é a qualidade do tempo que você se dedica à criança…. existem mães que passam o dia todo com a criança e ficam no celular, mexendo no tablet, lendo livros… e não curtem seus filhos!
    Assim como existem aquelas que tem 1 hora por dia para ficar com as crianças e fazem dessa a hora a melhor do dia!
    Adoro o blog… e as dicas! Um grande beijo!

  36. Elisana

    Obrigada! é a primeira vez que vejo alguém falando (escrevendo) sobre este assunto com tanto respeito e sabedoria. Sou uma mãe que decidiu diminuir o ritmo de trabalho após meu filho nascer, mas nao larguei minha profissão que adquiri com muito esforço. Entendo que quando vc deseja ser mae e é mae de verdade, nao apenas carrega esse título, nao importa se vc é mae em tempo integral ou se divide entre duas escolhas, pois as maes de verdade sentem tudo isso que foi colocado no texto, mas as que somente carregam o título, essas nao vao sentir e nao importa quanto tempo passem com seus filhos.

  37. Kênya Figueiredo

    Lindo o texto, Parabéns! É bem isso, mesmo, cada uma tem que respeitar as escolhas das outras. Ninguém é mais ou menos mãe porque trabalha fora ou não… Eu trabalho fora e foi muito doído voltar a trabalhar quando a licença acabou. Ainda é doído, e se eu pudesse parava de trabalhar também por um tempo. Por enquanto não dá. Só o termo “mãe em tempo integral” me incomoda sabe? As mães que trabalham fora são mães em tempo integral sim. Sou mãe do meu filho o tempo todo, esteja ele comigo ou a quilômetros de distância. Sou mãe do meu filho quando estou trabalhando, quando estou dormindo, quando estou com ele. Faço questão de acompanhar tudo o que posso, consultas, brincadeiras, aprendizados. Eu trabalho fora E sou mãe em tempo integral. Parabéns Shirley por levantar a bandeira pelo fim dessa briga de quem é mais mãe. É por aí mesmo, ninguém tem que criticar a escolha do outro, e isso inclui trabalhar ou não, amamentar por 2 meses ou 2 anos, ser mãe solteira ou casada. Vamos parar de rotular os tipos de mãe. SOMOS MÃES. Isso já é tudo, é a melhor coisa que me aconteceu há exatos 2 anos, hoje meu filhote completa 2 anos de muito amor e fofura. Adoro seu blog. Beijos.

    ideiasefilhos.wordpress.com

  38. Luciana

    Simplesmente obrigada… este texto tirou um caminhão de culpas de minhas costas… Parabéns pela iniciativa, pois este era um tema que também me incomodava… Ufa! Vou trabalhar mais feliz! E chegar em casa mais feliz! Agora eu entendo tudo! Beijos maternos para todas as super mamães!

  39. Denise

    Amei! lindo!! como mãe que trabalha fora, me identifiquei com cada palavra.

  40. gabriela

    eu me encaixo no primeiro texto, só q estou atras de um emprego…. linda esta carta,
    mas no meu caso, minha cunhada vive atirando pedra em mim, só pq ela se encaixa no texto 2

  41. Livia Scannavino

    Melhor mãe é aquela que dá o maior numero possível de momentos com qualidade para si própria e seus filhos. Como conseguir? Cada uma sabe como desde que se respeite em vez de seguir modelos padrão !

  42. Giselle Maria

    Perfeito, é isso mesmo, sou mãe do príncipe João Pedro que completa 3 anos no próximo dia 15/04, me privei de algumas coisas e me dei o luxo de ficar com ele em casa até os seus 1 ano e 1 mês, com certeza não foi fácil, mas precisava voltar ao trabalho por muitos motivos, e quem esta acostumada com sua independência financeira sabe do que estou falando. Muito rico este texto, confesso que me culpo um pouco, principalmente quando ele esta doentinho como recentemente, ter que deixa-lo na escolinha com aquela carinha de “Quero ficar em casa com os mimos da mamãe”…mas acredito que isso faça parte, é assim que as coisas funcionam. Sinto-me um pouco mais “tranquila”, menos “culpada” em ver que não sou única no mundo.
    Amo ser mãe, sonhei com isso a vida toda…”Amor incondicional”…Parabéns para nós mães: lindas, guerreiras, fortes, amadas, sensíveis, preocupadas, responsáveis, etç…

  43. Julianna

    Acabo de ler o seu texto que estava aberto desde de manhã no meu navegador, sentada em minha mesa no escritório, com minha comida a frente, e com a imagem da minha filha de 1 ano e 4 meses acordando da soneca no monitor que fica exclusivamente com as imagens das câmeras que tenho em casa para poder vê-la mesmo a distancia. Eu não tinha a opção de não trabalhar, nem mesmo licença maternidade eu tive, foi minha a escolha de quanto tempo ficar em casa, a empresa é minha, preciso cuidar do que sustenta minha casa, e pra mim, não era opção não ter filhos pq não posso ser mãe em tempo integral. Não tenho família para ajudar, minha família está no Rio de Janeiro e a do meu marido está em Portugal, tive a sorte de ter a Cirlene, que pra mim não é babá, é minha assistente pessoal pra me ajudar, ela é meu braço direito não só com a minha filha como em todos os assuntos de caráter domestico, mesmo trabalhando o dia todo sempre estou presente nos compromissos dela, mas sei que muitas não tem essa opção!! De qqr forma viver é isso, é equilibrar todos os compromissos e prioridades do dia a dia. Não tenho culpa por trabalhar, aproveito todo o tempo que posso com a minha filha, o que importa é a qualidade e não a quantidade. Ela tem os compromissos dela tb… a ida diária a pracinha, a hora de brincar com os amiguinhos, somos todos indivíduos e mesmo os pequeninos tb tem a sua vidinha… Pra quem pode ficar em casa o tempo todo cuidando do filho, deve ser ótimo, mas tb, só vale se não for uma decisão que cause infelicidade, acho que mais vale uma mãe que trabalha feliz, do que uma mãe infeliz em tempo integral em casa!!! O que importa mesmo é fazer o que pode e ser feliz com o que faz!!!!

  44. Gislene Silva

    Eu sou as duas mães ao mesmo tempo…rsrs…tenho loja e a tarde minha filha fica comigo na loja depois que sai da escolinha,e se já não é fácil trabalhar fora imagine trabalhar fora e cuidar dos filhos ao mesmo tempo, depois chegar em casa a noite e começar o segundo turno, muitas vezes ao deitar caio no choro e me pergunto se estou fazendo a coisa certa.A verdade é que faço pela minha filha. Fácil não é, pra nenhuma mãe. Adorei as duas versões!

  45. Tatiana Cali

    Legal !!! Se ontem consegui conter as lágrimas, hoje foi inevitável !!! E estou eu aqui no momento de uma falta de paciente lendo seu texto e “pagando mico”… rs
    Como é difícil esta decisão e como as pessoas te criticam, independente de qual seja a sua decisão!
    Com o Lucas, hoje com 6 anos e meio, eu voltei a trabalhar logo que ele completou 4 meses e aos seis voltei ao ritmo frenético dos plantões… Eu achava que era o correto! Ele ficava no início com a minha mãe e depois em parte na creche também. Eu chorava a cada dormida fora de casa longe dele! Mas era preciso! Eu não percebia que eu estava extrapolando. Ele chamava minha mãe de Vovó mamãe. Tudo bem até o dia que ele disse a ela: “Vovó, agora vc vai ser só mamãe, tá!”. Ali ficou claro que do jeito que estava não podia continuar. Joguei tudo, absolutamente tudo para o alto. Fiquei um mês desempregada (ele estava com 2 anos e meio). Depois fui retomando a vida aos poucos, mas sem a sobrecarga de antes. “Recuperei” meu filho. Quando ele completou 4 anos, a Clara nasceu. Aos 3 meses de vida, quando eu já me preparava para voltar para a rotina, ela foi diagnosticada com um problema no coração. A pediatra foi taxativa: “Há risco de endocardite se ela for muito pequena para a creche e se expor as doenças tão cedo. Até um ano não dá!” O cardiologista deu a mesma orientação e ainda existia o risco dela ter que passar por cirurgia no primeiro ano de vida. Contra tudo e contra todos, acabada minha licença maternidade pedi demissão dos dois empregos. Sem pensar, sem questionar. Era preciso! Então fiquei por 13 meses sendo mãe em tempo integral! Resgatei com ela tudo que eu tinha perdido com meu filho!
    As criticas ?! Nossa !!! Primeiro porque eu trabalhava! Depois porque larguei tudo!
    Com um ano a lesão cardíaca não evoluiu e fui liberada a colocá-la na creche. Voltei a trabalhar só meio período, para não sobrecarregá-la, mas a cada virose, a cada infecção, o pânico da endocardite me faziam pensar se estaria valendo a pena. Mas com todo aconselhamento médico, mantive o trabalho e tudo deu certo!
    Sim !!! Somos todas mães e amamos demais, incondicionalmente nossos filhos !!!
    Cada uma com suas escolhas, buscando fazer o seu melhor !!! Mas também como sempre, nos culpando e questionando se estamos no caminho certo… Coisas que só quem é mãe entende !!!
    Obrigada por nos brindar com este maravilhoso texto.
    Bjs, Tati.

    1. Gisele Aguiar

      Sua história me emocionou!! Parabéns pelas escolhas!! Que DEUS continue abençoando sua família!!

      1. Tatiana Cali
  46. Juliane

    Já estive dos dois lados da história, o importante é que você seja feliz e o que te faz bem…..

  47. Abigail Firmino Cestari

    Fui mãe nas duas formas apresentadas, durante seis anos no começo das minhas atividades de mãe trabalhava fora. No terceiro filho fui obrigada a deixar de trabalhar fora, porque, meu marido foi transferido para outra região e eu tive que acompanhá-lo. Foi muito difícil para mim, não ter mais meu próprio dinheiro, ter que fazer tudo para todos inclusive os adultos, estar sempre a espera de uma oportunidade para voltar as minhas atividades profissionais e nunca encontrar como. Perdi muita coisa no plano pessoal, vi os anos passarem e cada vez ficar mais envolvida com a família, eles cresceram, se formaram, dois se casaram, e só agora estou conseguindo retornar aos meus planos pessoais. Terminei uma faculdade de História ano passado e iniciei outra este semestre, estou tentando reencontrar meus sonhos esquecidos. Não sei se tardiamente, porque o corpo já não responde tão bem ao que estou exigindo dele. Mas as duas experiências valeram muito no que diz respeito ao meu relacionamento com os filhos, hoje me sinto mais tranquila e acho que o momento exigiu de mim uma atitude e eu não pensei duas vezes para ficar ao lado deles. Mas no geral, pensando em outras circunstâncias que o trabalho remunerado pode proporcionar, tanto para mim, como para eles, porque tem coisas que só as mulheres entendem porque precisam delas, fez muita falta e sair para trabalhar teria evitado muitas decepções em partilhar com meu marido as funções de criar nossos filhos. Eu faria diferente hoje, lutaria para ter minha vida profissional fora do lar e ser mãe ao mesmo tempo. Tantas conseguiram, eu teria conseguido se insistisse um pouco mais. Beijos a todas

    1. Estela

      Espero não esperar tanto, sou mae em tempo integral, por que meu marido mudou de cidade, e etc, etc…

  48. Mariana

    Adorei! Bem isso mesmo. Eu sou aquela que largou o glamour de ser reconhecida como uma profissional e mulher moderna. Duro quando uma propaganda na TV vem com o rótulo: “Para mães modernas” E vem um monte de mulheres que trabalham fora, com várias profissões, sempre arrumadas, lindas e perfumadas, enfim… admiradas! Essa parte dói numa mulher que não trabalha fora, dói não ter a independência de dizer fui eu que comprei, de ter que pedir ao marido quando deseja algo mais caro. De quase não ter tempo para se arrumar, de ficar a semana toda com a unhas feias, pois tem que lavar as louças, de não ser questionada porque não trabalha fora, porque não ajuda o marido com as finanças, porque não é livre! Mas que quando olha para a sua cria toda sorridente esquece tudo, pois tudo valeu a pena! ainda me considero uma privilegiada, pois meu marido sabe do que eu preciso, me acompanha, aos finais de semana me arrumo, ele elogia, então me sinto mulher. Não nos falta dinheiro, nada! Sei que qualquer lado tem suas dificuldades e privilégios. E assim nós vamos, todas guerreiras.

  49. Regina

    Podem criticar o que for, só nós sabemos o que passamos, o que escutamos!
    Por um tempo fui mãe integral, e na maioria das vezes, fui mãe que trabalha.
    A única coisa que posso dizer, é que tudo isso vale a pena, quando vc ouve teu filho dizer:
    – Mãe! Se hoje estou aqui, recebendo este Diploma da Faculdade(estadual), foi por tua causa!, Te amo!

  50. Adriana Astorino

    Realmente, é um texto muito real!!
    Eu tenho 3 filhos, uma adulta e dois pequenos. Quando a minha filha do meio, completou 02 anos, fui desligada da empresa em que trabalhava, e decidi não arrumar outro emprego, minha decisão foi ficar com ela, uma vez que, me sentia muito culpada e sentia estar perdendo os momentos da sua primeira infância.Então parei com tudo e fiquei por conta das duas meninas, ” Mãe por tempo Integral”, a mais velha na época, já cursava o ensino médio e a pequena aprendendo a falar. Foi a melhor coisa que pude fazer para minhas filhas, acompanhá-las e estar ao lado delas nesses momentos, mesmo com idades bem distantes. Hoje tenho mais um filho, um menino de 1 ano e 2 meses e resolvi voltar a trabalhar. Realmente não é uma decisão muito fácil a ser tomada, mas até o momento estou muito bem e confiante na decisão que tomei e acho que é essa determinação que transmito a eles que torna nossas vidas felizes.

  51. Gabriela Guimarães

    Que bacana !
    Adorei ambos os textos.
    Hoje sou mãe de um menino de 5 anos, e optei por trabalhar a partir de casa.
    Supri minha necessidade financeira e a necessidade de estar presente com ele nos momentos importantes.
    Independente disso, sou admiradora de mães, seja elas em qual texto se incluem.
    Parabéns

  52. Marisa

    E se houvesse uma licença maternidade prolongada e mais empregos de meio expediente? Será que muitos dos problemas enfrentados pelas mães que trabalham fora e pelas mães em tempo integral não seriam minimizados? Escrevi recentemente um texto sobre o dilema da licença maternidade que tem tudo a ver com o assunto do post de hoje: http://maternarum.com.br/quando-o-dilema-da-licenca-maternidade-nao-existe/

  53. Cintia

    Caiu como uma luva… volto a trabalhar em poucos dias e o coração está apertado…

  54. Amanda

    Que coisa mais linda gente! Gostaria muito que todas minhas amigas pudessem ler essa matéria! É maravilhosa e completa! Amo ser mãe em tempo integral… poder estar com meus filhos o tempo todo é MARAVILHOSO! Essa semana agradeci muito a Deus e meu marido querido por essa oportunidade… o Gabriel ficou doentinho, e pude me dedicar a ele sem remorsos ou preocupações… Mas devo admitir que sinto muito a falta de sair todos os dias pra construir e cuidar de uma carreira…. vai entender? ‪#‎avidadedurasescolhas‬

  55. Gisele Aguiar

    Simplesmente maravilhoso!! Eu tenho o prazer de viver os dois lados!!
    É ótimo trabalhar, ter independência financeira, ser reconhecida profissionalmente e se sentir importante! Mas é ótimo não trabalhar, arrumar o seu filho para ir a escola com calma, preparar o lanche saudável (que só vc faria), buscá-lo na escola, levá-lo a natação, colocá-lo no banho, brincar sentada no chão, preparar o jantar, servir o jantar, cuidar para que ele escove os dentes corretamente e colocá-lo na cama!!
    Sou abençoada!!

  56. Michely

    Nossa, é incrivel como essas cartas demonstram tudo o q realmente a gente passa..me emocionei mto..
    Logo q meu filho estava com 4 meses, voltei a trabalhar, deixei ele na escolinha tempo integral, chorava todos os dias, me sentindo culpada por deixar ele, sentia q estava abandonando, logo ele começou a pegar todas as doenças possiveis na escolinha, e acabava ficando mais fora do servico com ele no medico, do q trabalhando..minha vida virou de ponta cabeça, sem apoio d ninguem, era eu e eu…foi ate o ponto q fui despedida e hj estou em casa cuidando do meu filho de 2 anos e meio..Me sinto mal as vezes, sinto q minha vida parou por n estar trabalhando, mas n consigo mais deixar ele o dia todo na escolinha, o pior q me deixa mais chateada e as pessoas acharem q estou d folga e sou madame..Passei por momentos dificeis, mas agora estou fortalecida..é mto bom saber q n sou a unica..os filhos chegam em nossas vidas para acrescentar, as vezes no começo e dificil reconhecermos isso, devido a mtas mudanças, mas com o tempo vemos q são bençãos d Deus e q a gente se adapta a todas as fases.
    Abraços a todas!

  57. Tatiana Chiari Triñanes

    Shirley, simplesmente lindo seu texto!!!
    Já estive nos lados da moeda. Quando engravidei, trabalhava 12 hs por dia, exercia minha função, era feliz, bem remunerada, mas minha vontade era realmente sair do trabalho, e me dedicar exclusivamente ao meu pequenininho que vinha por ai, e foi o que eu fiz, claro com o aval do meu marido que na época me deu a maior força. Passamos por mtos problemas com o Otávio, e cada dia que se passava acreditava que não poderia ter dado uma solução melhor para nossas vidas!!! Foram 4 anos de amor intenso, até que resolvi voltar a trabalhar, pois o emprego do meu marido não ia mto bem. Foi o que eu fiz!!!! Voltei a trabalhar e o meu maior incentivador, foi meu filho, meu tesouro, Otávio. Comecei uma nova vida, um trabalho novo, que nunca havia imaginado em fazer mas neste meio tempo vieram as viagens de negócios, vieram as dificuldades, vieram os dias que não podia participar das festividades da escola, vieram os dias que precisava marcar outro horário da reunião da escola pois não estava, vieram os dias mais doloridos da minha vida!!! Hoje continuo trabalhando, em torno de 14 hs por dia, mas tenho minha mãe para me ajudar com meu pequeno, que hj já está um homem de 7 anos!!!! E continua sendo meu maior incentivador. Mtos dias levanto com a maior vontade de estar mais tempo com ele, mas ele sabe e me entende e assim continuo mais um dia!!! Assim que volto para casa nossos papos são intenso, nossos abraços mais calorosos, nosso amor é imenso!!!! Sofro, mas foi uma decisão inevitável e que não posso me arrepender momento algum!!! Assim, acredito que nem todas as mães de “período integral” amem mais seus filhos ou mesmo as “mães que trabalham fora” amem acima de tudo seus pequenos. Basta ser mãe para saber amar de um modo diferente, de um modo que não tem explicação. Basta ser mãe…..

  58. Elisabete

    Realmente o texto é lindo e traduz exatamente o que sinto, por ser mãe e trabalhar fora, realmente não é uma decisão fácil…as vezes sinto conflitos internos, me culpo, pois educar não é fácil mas tento manter um equilíbrio e balancear minhas decisões…o importante é o amor.

  59. Maria Luiza

    Adorei! Trabalho fora e me sinto culpada 100% do tempo! Como qualquer outra mãe! Rsrs Beijos e obrigada por compartilhar

  60. Leslie Gomes

    Achei lindo!!!!!!
    Já vivenciei os dois lados da moeda. Parabéns!!!!!!!!! Me emocionei.

  61. LUCIANA M VICCO

    É muito complicado ter de escolher, sempre temos uma sensação de culpa… mesmo minha profissão me permitindo trabalhar meio período, ou algumas horas. estou em casa em tempo integral por outras circunstâncias que não foi uma escolha naturalmente minha. E tento a cada dia curtir esse momento que sei que vai acabar em algum momento, eles irão crescer precisar menos de mim e eu conseguirei retomar minha vida. Antes da maternidade, sou fisioterapeuta de formação, acupunturista, instrutora de Pilates, já fui bancaria, professora de português para estrangeiros e agora simples assim SOU MÃE DO JM.

  62. Ester

    Eu trabalho fora e a parte q ela diz: “tempo livre”, foi ótima!!!! Disse isso ontem para meu esposo. Fico feliz de não ser a única a pensar assim…

  63. Marcela Almeida

    Adorei!!!Sou mãe em tempo integral, cuido dos meus 2 filhos, uma menina de 10 e um menino de 1 ano e 2 meses,Abri mão da minha vida pra cuidar deles.Fico super cansada, mas quando olho pra eles me sinto privilegiada.Agradeço a Deus por essa oportunidade em minha vida.#adorei o texto

  64. Edna Santos

    Que belo texto.
    Em breve dias terei que tomar essa decisão, e é claro que estou propensa a voltar a trabalhar. Mas ja estou sofrendo muuuuuito, só de pensar em me separar da minha filha.

  65. Fulvia

    Nossa, não tem como não se emocionar.
    Também quando tive minha primeira filha, consegui trabalhar 45 dias, ela ficava muito doente e pra ajudar não tenho nenhum parente perto pra ajudar.
    Ficava mais afastada do que trabalhava. Me sentia bem no trabalho, mas as vezes batia aquela culpa de ver minha filha sendo criada por terceiros, afinal deixava ela as sete na escola e buscava umas seis da tarde.
    Não conseguia me decidir, até que o financeiro me ajudou a escolher, estava pagando pra trabalhar. Consegui fazer um acordo no trabalho, virei mãe e artesã.
    Como não tinha com quem deixa-la continue meio período com ela na escola, e sempre tive criticas, principalmente de avós que chegavam no portão da escola e me diziam: Nossa você nem trabalha e a menina fica na escola, que dó”. Mal sabia minha correria naquelas 4 horas, pra limpar a casa, fazer mercado, ir a medico, e quando dava, pelo menos passar um esmalte na unha, porque salão de beleza, nem pensar. Pra pelo menos o marido não chegar em casa e ver aquela mulher descabelada, mal cuidada.
    Depois de 4 anos, resolvi retomar montando uma loja, eis que vem inesperado meu segundo filho, hoje com 1 ano e 9, a quem tive que largar tudo. Coloquei na escolinha com 1 aninho, mas não consigo não sentir culpa por isso, mas como sou sozinha na cidade, a escola é minha mãe, pra aquelas horas que preciso correr com alguma coisa é la que me socorrem.
    Hoje resolvi trabalhar em casa, eles vão a escola só meio período, o menor só 3 vezes por semana, é alérgico a leite e esta sempre doentinho.
    Admiro cada mãe que é só mãe, mãe que trabalha fora e aquela que tentar fazer os dois.
    O importante é estar sempre presente na vida dos filhos..

  66. Meg

    Fui mae que trabalha fora e hj sou mae em tempo integral. Ao contrario de muitas aqui, ja tenho filhos de 24 e 22 morando fora de casa. Por opcao adotei duas meninas em fase da vida bem diferentes. Hj , ja sou uma cinquentona e tenho que batalhar diariamente pra cuidar das meninas. Uma com 12 e outra com 8. Costumo dizer , quando questionada – Trabalha fora ??? ai respondo : – Nao, so brinco de casinha. Ser feliz nas pequenas e grandes escolhas incomoda demais. Esse texto vem reforcar o que sentimos. Se trabalha fora, nao ama os filhos e se fica em casa, nao faz nada. Dureza mulheres…..
    Mas, vamos todas seguir convictas de que ser feliz incomoda muito, entao sejamos mais felizes, cada qual com suas escolhas.

  67. Danielle

    Simplesmente: Aplausos!!
    Porque só quem é mãe( trabalhando fora ou não) sabe dos desafios,que temos que passar todos os dias.
    Entendo os dois lados, e geralmente passamos pelos dois, ou ja trabalhamos fora e tivemos que abrir mao disso por nao ter nenhum parente confiavel ou receber o suficiente para pagar um creche…ou espera seu filho crescer para enfim ter sua carreira profissional realizada.

    bjs

  68. Jacintho

    Sou Pai e adorei os textos. Como trabalho com várias mães e vivo bem os momentos de saída e retorno delas ao trabalho. Tento incentivá-las a tomar a melhor decisão para elas e seus filhotes. Também sou um pouco mãe, pois minha filha mais velha mora comigo. Adoro.

    Para as mães um lugar especial no coração dos pais.

  69. Raphaella Ghirlinzone

    Lindo, totalmente real, é sem dúvida uma das decisões mais difíceis.
    Adorei, adoro seu blog!!!!

  70. Isa

    lindo texto, tambem trabalho fora e quando chego em casa o trabalho continua, meu filho,minha razao deviver passa o dia com minha mãe, queria esta com ele o dia todo, mas sei que ele esta bem cuidado, mass a tarefa não é facil, mas amo mais que tudo.

  71. Andréa

    Lindo e muito real! Excelente sua tradução! …mas creio que o objetivo do texto é justamente fazer com que cada uma de nós se coloque no lugar da outra, mas só li nos comentários “eu, eu, eu”. Entendi que a sua intenção e a da autora é mostrar que todas nós somos mães e fazemos nosso melhor, dentro do que podemos, e portanto deve ser deixado de lado esse

  72. Luana Kruger

    Lindo texto…O amor de mãe é algo incomparável ele chega a doer no peito queremos ser 2 as vezes para suprir todas nossas tarefas. Eu sou mãe integral, tenho 1 menina de 8 e um menino de 4, e também trabalho conciliando minha rotina com a deles, encontrei na minha profissão Consultora de beleza MK a solução perfeita para não me culpar de me ausentar, mas também não aceitava ficar sem uma remuneração, sem uma ocupação só minha. Me dedico além das minha energias, sim, mas sou feliz e realizada, sem culpas, faço meus horários e estou sempre na companhia de um deles, a infância é rápida passa num piscar de olhos, aproveitem cada segundo da infância de seus filhos!!! bjs

  73. Tatiana

    Já passei pelas duas situações muito difícil mas os dois tem seu valor.

  74. Rita

    Shirley sou a mãe que trabalha fora, se sente culpada, chega ao segundo turno quase sem forças mas faz valer o tempo e, secretamente curto os periodos de licença para ficar um pouquinho mais com meu pequeno e mostra-lo que sei e gosto de cuidar dele. Qdo dizemos “nao tenho tempo” para exercícios por exemplo, nos chamam de preguiçosas, mas só nos sabemos como fazemos nossas escolhas… esse tempo livre se não aproveitar com meu pequeno, nunca mais voltará e posso me arrepender depois, escolhas difíceis, situações difíceis. Obrigado por suas palavras de conforto.

  75. ana

    Perfeito! Abri mao da minha carreira profissional para cuidar da minha filha….mas realmente nao eh nada facil…muitas pessoas acham q vc nao faz nada o dia inteiro…e nao temos tempo nem de nos olhar no espelho.

  76. simone sadalla

    Já passei pelas duas opções e hoje fiz a opção de trabalhar em casa; pois com o advento da internet isto ficou viável, tenho um home office. Estar perto da minha família não têm preço………!!!! Estou extremamente feliz………..pois além de trabalhar consigo conciliar a vida da minha filha, casa, compras, hidroginástica….tudo…………….!!!!!!!!!!!! Pensem nisto……………….!!!!!!!

  77. Vanessa

    Perfeito o texto, me tocou fundo, principalmente a parte da mae que fica em casa, pois foi essa a minha escolha, e as pessoas pensam que estou tirando ferias…enquanto que eu, que trabalho desde os 13 anos, vou ter que abrir mao da minha independencia pelo meu filho…
    Amei a carta, vou Compartilhar, ok?!?

    Bjos

  78. vera jacobi

    Vivi o lado da mãe que fica em casa quando não havia fraldas descartáveis e eu não tinha máquina de lavar.Foi um período difícil pois tive minha primeira filha quando meu filho tinha 1 ano e 2 meses mas as alegrias foram imensas.Meus filhos não frequentaram escolinha e,portanto ,convivíamos 24 horas juntos.Tive minha segunda filha 4 anos depois .O trabalho aumentou mas as alegrias também.Voltei a trabalhar quando já estavam crescidos.Também não foi facil recomeçar.Hoje só sinto não poder auxiliar mais minhas filhas com meus netos.Achei o texto lindo.Parabéns pela tradução!

  79. Este é de longe um dos melhores blogs que já li. Venho acompanhando nos últimos dias e é um post melhor que o outro e mais ral impossível. Sou mãe de dois em tempo integral e a carta é extremamente verdadeira, não foi uma opção fácil largar o emprego de anos, mas fiz o que achei melhor, segui o coração!

  80. Rosana

    Quanto drama!!! Parece que filho se torna um “peso” e mãe uma “vítima”!!! Por favor!!! Já estive nas duas situações e ñ deixei de dar amor e educação em nenhuma das situações. Se alguém não quer ter um “peso” e ser uma “vítima” não tenha filhos. Tudo é questão de opção. Se nos encontramos em uma situação difícil não esqueçamos que foi uma escolha. Hoje está tudo aí nas nossas vistas. É fazer escolhas e assumir com inteligência e sem se punir se escolheu errado. Erros todos cometem, faz parte. Alguém q ñ me lembro disse: “Não gere filhos se não pode criá-los.” (Poxa, se enchem de filhos depois ficam reclamando do trabalho que dá. Pensa um pouco!!!). Tenho dito.

  81. carinaca

    poxa vida,é exatamente assim.sou mãe em tempo integral e tenho q lhe dar com as cobranças e criticas diariamente.respeito as mães q por opção escolheram trabalhar fora e dizem q é pra dar o melhor aos filhos,decidir ser mãe em tempo inttegral justamente por esse motivo,dar o melhor pra minha filha. ninguem é menos mãe por trabalhar fora ou mais mãe por cuidar somente do filho,eu tenho minhas razões,vc tem as suas,cada uma do seu modo fazendo aquilo q acha certo ou q é possivel fazer.

  82. Luciana Martins

    Amei o Post!
    Sempre acompanho os “Macetes de Mãe”, mas hoje não resisti e tive que me manifestar!rs
    O Post descreve bem os dois Lados…
    Mesmo quem vivencia somente um deles, consegue sentir as dificuldades do outro lado.
    Há 9 meses me dedico integralmente ao meu Henrique.
    Decidi ainda na gravidez que pararia de trabalhar durante uns 2 anos e meio, e me permitiria aproveitar cada segundinho com ele, em seus primeiros aninhos.
    Agradeço a Deus todos o dias por esta oportunidade.
    Críticas sempre existirão, seja qual for a decisão de uma Mãe.
    Temos que ignorar e seguir em frente, independetemente seja qual for a nossa Escolha, afinal

  83. Luciana Martins

    Olá!
    Sempre acompanho o “Macetes de Mãe” mas hoje não resisti e tive que me manifestar pela 1ª vez!rs
    Infelizmente, Independentemente da decisão de uma Mãe, haverá críticas de parentes, amigos e ainda mais de estranhos!rs
    Temos que erguer a cabeça e seguir em frente, pois somente nós sabemos o que se passa em nossos corações.
    Há 9 Meses me dedico ao Henrique, e agradeço à Deus todos os dias por esta oportunidade de acompanhar o meu filho neste Período.
    Pretendo voltar a trabalhar depois que ele completar uns 2 anos e meio…Aí sentirei o outro lado, e só de pensar me dá um nó na garganta…coisas de Mãe!rs

    Bj a todas com seus babys!
    Lú Martins

  84. Adriana

    É compreensivo, mas a criança sempre perde..sente falta da mãe! Eu sou um exemplo, minha mãe trabalhou a vida toda, e eu sofri muito com a ausência dela. Hoje tenho um filho de 5 meses, e pretendo ficar com ele em casa até os 2 anos no mínimo, e depois pretendo trabalhar somente 50%, assim posso dedicar metade do dia pra ele, mais justo assim.

  85. Valeria

    Nossa amei as duas cartas, estou entre lágrimas. Voltei trabalhar ontem e caiu como uma luva para mim o texto. Não esta sendo fácil, mas sei que é para o bem do meu filho e meu, que trabalho desde os 12 anos e não seria fácil ficar em casa tempo integral . Tenho fé que conseguirei ser mãe e cuidar da casa, de meu marido. Obrigada pelo apoio.

  86. juscelina

    SOU AQUELA MÃE PRESENTE 24 HRS COM MEU FILHO Ñ TRABALHO FORA MAIS DENTRO DE CASA TENHO INUMEROS TRABALHO DE TODA MÃE DO LAR..ADOREI O TEXTO ISSO ME DEU UM ALIVIO POIS ME SINTO, MEIO QUE UMA INUTIL POIS PESSOAS ACHAM QUE TO DENTRO DE CASA SEM FAZER ND O DIA TDO..ISSO ME DEIXA COMPLETAMENTE ARRASADA POIS SEMPRE TRABALHEI E TER QUE DEPENDER DOS OUTROS PRA TD E O FIM P MIM..POIS TD SOU EU, NINGUEM SABE VER E ENTENDER QUE TBM FICAR EM CASA Ñ E FACIL…..

  87. Rose

    Muito Emocionante!!! Mas verdade é que nenhuma das duas opções são fáceis na maioria das vezes, há sempre um sacrifício a ser feito estes sem medida.

  88. Romeika

    Não importa qual lado se “escolha”, parece ser uma “no win situation”, pra usar um termo em inglês… :/

  89. Terezinha Amaral

    Sou mãe e já passei por isso pois era professora e trabalhava tempo integral é muito dificil e doí deixarmos nossos pequeninos aos cuidados de outras pessoas quando é da família é bem melhor mas no meu caso que mora em outra cidade era difícil, hoje sou aposentada e não me arrependo pois hoje meus filhos só são elogios sobre este assunto e trabalhando junto com meu marido pude propocionar tudo de bom e melhor em termos de educação, alimentação e lazer.Meu conselho nunca deixe trabalhar a n ser que seus filhos tenham algum problema de saúde.

  90. Terezinha Amaral

    Sou mãe e já passei por isso pois era professora e trabalhava tempo integral é muito dificil e doí deixarmos nossos pequeninos aos cuidados de outras pessoas quando é da família é bem melhor mas no meu caso que mora em outra cidade era difícil, hoje sou aposentada e não me arrependo pois hoje meus filhos só são elogios sobre este assunto e trabalhando junto com meu marido pude porpocionar tudo de bom e melhor em termos de educação, alimentação e lazer.Meu conselho nunca deixe trabalhar a n ser que seus filhos tenham algum problema de saúde.

  91. Renata Martins

    Simplesmente maravilhoso Shirley. Estou grávida de 6 meses, e todos os dias passei a pensar nisso, porque devo voltar ao trabalho após a licença, e já vivo o conflito de deixar minha pequena tempo demais longe de mim. A primeira coisa que penso é que não vão cuidar como eu. Não dar a mesma atenção que eu. E isso acaba comigo …

  92. Raquel

    Maravilhoso!!! Quando li o texto passou um filme na minha cabeça, lembrei do dia que voltei a trabalhar, chorei e fiquei triste por deixar a minha princesinha. Tive que tomar uma decisão muito difícil: ficar em casa e cuidar da minha filha ou voltar o trabalho. Mas nem tudo é como a gente quer, temos que ver os pós e os contras. Hoje ela tem 1 aninho, às vezes me bate uma tristeza por não poder acompanhar de perto todas as evoluções e conquistas da minha pequena Alice, mas sei que ela está muito bem.

  93. Marcela Bello

    Texto simplesmente perfeito!! Eu vivi as duas situações descritas nele…logo após a licença maternidade voltei ao trabalho “fora”. Fiquei lá por 5 meses, mas a tristeza e culpa não me deixaram continuar e aí decidi tornar-me uma mãe em tempo integral. As duas situações não são fáceis, acreditem, por isso não critico nenhuma das decisões. Hoje estou muito feliz como mãe em tempo integral e estou trabalhando em casa e em resumo agora está mais difícil do que as duas situações anteriores, pois trabalho muuuuuuuito mais, mas o que importa é que estou feliz, ao lado da minha princesa e trabalhando bastante. Beijos a todas!!

  94. Patricia

    Achei bem apropriado os dois textos, faço apenas uma ressalva no final do ultimo texto: ” Você está mostrando a eles que uma mulher pode ter uma carreira, contribuir de alguma forma fora de casa e ainda ser uma mãe amorosa. Você está mostrando a suas filhas que elas podem fazer o que querem fazer de suas vidas. Você está exibindo a força, a resistência, a dedicação, a tenacidade e você faz isso com muita alegria e amor.”
    Não creditaria essas palavras apenas para a mãe que trabalha fora, pois a “mãe período integral” passa esses mesmos valores aos seus filhos.
    O rotulo “mãe período integral” não me agrada muito, pois apesar de ser uma, creio que seja mais que isso, o fato de não sair para trabalhar não me transformou em uma mulher sem outros interesses na vida. Morei sozinha desde os 24 anos de idade me dediquei a minha profissão por mais de 10 anos, após 4 gestações de risco, repouso e infelizmente perdas tive que optar por largar minha profissão, posi queria ser mãe. Abri um negocio próprio, aos 39 anos me tornei mãe de um bb lindo de 9 meses (adoção) e resolvi me dedicar a ele pois meu marido fica apenas aos finais de semana e uma semana por mês aqui. Enfim O que quero dizer que independente dos caminhos que a vida te leva, faça bem feito, se dedique, se adapte, não é fácil andar na contramão hoje sinto o mesmo pré conceito daquelas primeiras mulheres que começaram a priorizar carreira. Precisamos abrir a mente e deixar rótulos de lado.

  95. odete oliveira

    Perfeito para todos tipos de mães.Não estamos sozinhas nessa.Momento ideal para reconhecer e valorizar NOSSAS MÃES que já passaram por isso, e passam porque AMOR de MÃE é ETERNO.

  96. Fernanda Ferreira

    Lindo o texto, emocionante!
    É bem isso mesmo, é a realidade que vivemos.Sou uma mãe que trabalha por 6 horas mas que é como se trabalhasse em dois turnos ou mesmo três. De manhã é aquela correria, mamadeira, casa, almoço, mochila pra arrumar, roupa pra lavar, banho, birras, briga entre irmãos, escola, trabalho…e a pressão derradeira da rotina do dia- a-dia. Muitas vezes me sinto cansada e culpada por não estar em tempo integral com meus filhos, mas por outro lado também tenho minha profissão. Em algum momento de nossas vidas nos remetemos a fazer nossas proprias escolhas, sejam elas mães em tempo integral ou mesmo aquelas mães que trabalham fora, ambas serão sempre mães!

  97. Fran Nonato

    Nossa Chorei ao terminar de ler pois é a pura realidade entre ambas as mães,sempre trabalhei tenho duas filhas uma de 10 anos e uma de 2 anos e 3 meses,quando tive a segunda optei por ficar um um ano em casa como parei de trabalhar com 6 meses de gestação ao todo foram 1 ano e 7 meses em casa abri mão da minha vida financeira por esse tempo mas tava feliz por cuida um pouco do meu lar e principalmente da 1 filha que nunca fiquei com ela a não ser nas ferias, porem foi difícil administrar um lar por tempo integral mas com muita felicidade ao mesmo tempo e sou uma ótima mãe acredito, sinto o amor delas por me e tenho um ótimo marido muito companheiro.

  98. Vanessa Baranauskas

    Que lindo e reconfortante, sou mãe em tempo integral, tenho dois filhos uma menina de 7 anos e um menino de 06 meses, nos primeiros dois anos da minha filha eu ainda trabalhava e sofria muito por causa da dificuldade em encontrar alguém de confiança pra cuidar dela, muitas vezes encontrei minha filha mal cuidada ao chegar em casa, então decidimos que eu cuidaria.
    Engraçado porque quando você menciona que não trabalha parece que você está cometendo um grande erro, chega a ser quase vergonhoso uma mulher que não trabalha, apesar das críticas e olhares de reprovação, hoje a prioridade são meus filhos e eu posso e tenho orgulho em dedicar parte do meu tempo para cuidar e estar junto à eles, embora não seja nada fácil, sei que estou sendo “a melhor mãe que posso ser”

  99. Elza Suzana

    O texto é tocou bastante, pois mostra a realidade dos dilemas, sentimentos e o cotidiano de mãe, independente de sua escolha.
    Sou mãe de uma menina de 7 anos e 9 anos. Sempre fui uma mãe que trabalhei fora de casa e às vezes, me culpava muito por não está presente em alguns momentos da vida dela. Acompanho toda a educação dela, orientação sempre que necessário e mostrando meus valores e princípios. Hoje sou mais uma mãe integral devido à fase que ela está vivenciando e que requer mais minha dedicação e atenção. O amor à minha filha cresce a cada dia e hoje também temos um forte vínculo de amizade e confiança.

  100. Priscila

    Sou mãe empreendedora, escolhi trabalhar com os filhos em casa durante a semana e final de semana os deixo com o pai e trabalho fora. Acho que os 2 textos servem para mim, é uma mistura de sentimentos, minha vida é uma loucura, as vezes para pra pensar se fuz a escolha certa, então observo meus filhos saudáveis e felizes, acho que fiz sim.

  101. Fabiula

    Lindo Lindo Lindo! Eu trabalho fora, e sempre me senti culpada, mais depois de ler essa carta me confortei!

  102. Viviane

    Muito bom! Resolvi parar de trabalhar e me dedicar a minha filha quando nasceu! Agradeço muito a Deus por esta oportunidade! Realmente não é fácil não trabalhar fora e saber que tem muitas pessoas achando que quem fica em casa não faz nada, mas como sempre tive o apoio do meu marido em cuidar de nossa filha me sinto realizada e não me arrependo em nada de ter largado o trabalho fora de casa! Acho que cada um deve fazer o que é melhor para si e sei também como deve ser difícil para quem trabalha fora e quando chega em casa ter que dar conta de tantas coisas e principalmente atenção aos filhos! Mas somos livres em nossas escolhas!

  103. Katiuska

    Esse texto fala exatamente o que somos e o que sentimos…maravilhoso…

  104. Teles Rodrigues

    Bom dia!
    Obrigada pela tradução. Trabalho fora, tenho uma filha de 6 anos na primeira serie, uma marido maravilhoso, uma casa, etc etc etc….
    Muitas vezes chorei por ver que perdi algumas fases de minha filha, como os primeiros passos, o primeiro dente, a primeira palavra, muitos sorrisos, muitas lagrimas, muitas fases…Mas a escolha era clara, tinha que trabalhar fora (como a maioria das mães de hoje, para ajudar na remuneração da casa) sem escolha foi a luta, perdi o trabalho um dia apos voltar da licença maternidade, voltar ao mercado em busca de algo novo, sendo que nem bem havia me acostumado com a vida nova, não foi facil. Mas voltei a luta, graças a Deus tive uma pessoa maravilhosa para cuidar de minha filha e assim juntas educamos ela. Hoje chegar em casa e começar o “segundo” turno continua dificil, pois tenho a casa para cuida, marido querendo atenção, filho com tema para fazer, banho para dar, comida para cuidar, roupa para lavar, roupa para recolher, dobrar e casa para organizar…devo ter esquecido algo. rsrsrs
    Mas o sorriso da familia , o eu te amo da minha filha apos a leitura do livro antes de dormir, o carinho de meu esposo, fazem valer a pena o cansaço e as noites mal dormidas.
    Somos mulheres fortes (as que trabalham fora e as que ficam em casa) só por isso somos mães e mulheres ao mesmo tempo.

  105. Leandro

    Lindo texto, eu como Pai, sei bem como isso é difícil para a mulher, pois é uma escolha muito difícil, pois se volta a trabalhar é julgada pela sociedade que não ama os filhos, se não volta é também julgada pois a sociedade acham que as mulheres deveriam seguir suas carreiras profissionais. Temos 2 filhos um de 7 anos e uma de 10 meses, minha esposa decidiu voltar trabalhar após as licenças maternidades, sei que da nossa segunda filha a decisão foi mais difícil, pois ela não queria voltar, mas a ela sendo professora, optou em deixar nossa filha de 10 meses com minha sogra até completar 1 aninho, para educar os filhos de outras pessoas. Ela é uma guerreira, sei que não sou o melhor marido do mundo, mas assumo algumas responsabilidades, para que ela possa ter um pouco de tempo livre para ela, não do jeito que ela gostaria, sei disso, mas o pouco que faço, tenho certeza e a proporciona momentos para ela, e isso deveria ser praticado por todos os pais, pois filho não se faz somente pela mulher.
    O Pai tem o papel dele e deve ser pratica, lavando uma louça, ou danado banho nas crianças (isso eu faço todos os dias e adora esta parte, pois tenho meus filhotes comigo e sei que eles amam tomar banho comigo, pois sempre sai uma bagunçinha kkk), porém exitem a fazeres que nós pais mesmo que queiramos faz não temos competência que nossa guerreira mulheres tem. E essa minha opinião ser para as mamães que trabalham fora, e também para as mamães que não trabalham fora , mas trabalham em casa, e trabalham e muito.
    Então não julguemos, pois esta decisão e a melhor e a mais difícil escolha que uma mãe tem que fazer.
    Um enorme bjo a todas as mamães.
    Leandro

  106. Elisangela Gregorio

    Obrigada pelo belo texto.
    Sou uma mãe que trabalha.

  107. Simone

    Texto perfeito!!! Já fui a mãe em tempo integral e agora sou a mãe que trabalha fora. Me identifiquei com cada linha, cada palavra!!!

  108. Roberta

    Muito lindo! Realmente, e além dos outros nos julgarem por tal decisão, nós em vários momentos pegamos nos julgando, digo porque eu sou assim.. Me pergunto _ Poxa, será essa a escolha certa? Trabalhar fora, e deixar minha filha em casa… Embora sabendo que está bem cuidada… Mais como o texto acima citou, somos espelhos pra elas. Ela vera isso em nós..

  109. Angela

    Sou mae de tres filhos.Consegui trabalhar depois da maternidade , mas foi impossivel continuar.Tive depressao e quase morri.Nao da para abracar todas as causas!!!So se voce ganhar muito bem e tiver condicoes de pagar pessoas serias para ficar com seus filhos.Mas infelizmente era pedagoga e o salario e muito ruim, alem das condicoes de trabalho serem demasiadamente estressantes!! Hoje apesar de Amar ser mae, e Amar meus filhos vejo que deixar o emprego nao e o Certo.Meu casamento acabou e Nao tenho emprego.Estou velha demais para o Mercado de Trabalho!!!To zerada!Nao tenho casa, nao tenho nada!Mas acertei na Criacao dos meus filhos!Sao pessoas serias!!Bons cidadaos!!!Mas sofri toda a maldicao possivel por ser mae!!O Pais Nao te valoriza, e o marido Nao quer saber!!Te toma os filhos e nao te da nada em troca!Ainda faz ameacas!Pense antes de ter filhos!!!Nao da para ser mae pobre!!!Nao da!

  110. Charlote

    Amei o texto!!! Trabalho fora sim, sem peso nenhum na consciência porque graças a isso meu filho tem plano de saúde, colégio bom, passeios, roupas, brinquedos e tudo que o meu salário puder pagar. Mas ele tem principalmente a minha dedicação total que ao chegar em casa não paro um segundo sequer, já vou direto jantar com ele, depois fazer tarefa de casa, perguntar como foi o dia, escutar suas histórias, depois mandar arrumar a bolsa, botar o pijama, escovar os dentes e ainda ficar um pouco com ele na cama! Ao final eu estou exausta, mas pronta para começar tudo de novo no dia seguinte porque sim, vale a pena!!!! Sem contar nas ligações que a gente acaba fazendo para eles durante o dia e os finais de semana, que fazemos de tudo para ser um tempo de excelente qualidade, pois não importa tanto a quantidade mas sim a quantidade do tempo que a gente está junto.

  111. Karina

    Lindo texto … nossa realidade muito bem expressada nessas palavras. Parabéns!!

  112. Tânia

    Acho que sou a única que não concordou muito com o texto! Tenho dois filhos, fiquei grávida do segundo quando o primeiro tinha 01 ano (mesmo tomando o medicamento corretamente), só descobri a gestação após 04 meses. Trabalhava e fazia faculdade, enfim ..após minha menina nascer, resolvi parar com tudo e dedicar-me a eles. Acho que foi a decisão certa (para mim) durante esses anos fiz alguns cursos e resolvi trabalhar por conta própria… houve épocas que chegava tarde em casa, meu menino mais velho já tinha 07 anos e percebi que, o momento que mais precisava de mim ,pelo fato de iniciar sua alfabetização, acompanhá-lo nas tarefas da escola, eu não estava presente, achei que ele estava muito rebelde na escola, e mais uma vez… resolvi ser mãe integral… Hoje meu casal tem 09 e 11 anos, este ano estão estudando em uma escola integral e acho ótimo pois essa fase de internet.. jogos… eles não ficam sentados a tarde toda com o computador. Eu nunca fui muito de ligar para casa… não me estresso com casa.. prá quê? nunca vai acabar o serviço mesmo! Quanto ao trabalho fora, eu só admiro as mães que realmente pensam no melhor aos seus filhos (financeiramente, qualidade de vida aos pequenos).. Mas há mães que preferem trabalhar fora para não terem o trabalho de cuidar… e acabam deixando para as avós, pessoas ou creches.. e quando chegam em casa, por estarem cansadas, não dão a atenção necessária… muitas trocam 6 por meia duzia.. o que ganham é só para pagar a pessoa que cuida dos filhos e sobra quase nada.. só pra falar que trabalha.. aí é melhor ficar em casa mesmo! A decisão em parar de trabalhar não é fácil, principalmente para quem começa muito cedo a trabalhar como eu .. 13 anos de idade.. hoje tenho 41 anos… quem vai me querer ao mercado de trabalho rs? e ainda dependendo de marido… o sacrifício fica para os dois lados.. quem trabalha e quem quer voltar a trabalhar.. mas confesso.. como profissional não estou muito feliz, mas pelo tempo que fiquei com as crianças acredito que consegui sentir e viver o tempo que não volta mais.

  113. Sandra

    Querida amei o texto que vc traduziu e quero agradecer por esse seu ato de amor tão grande, em separar um tempo do seu dia corrido, sendo mãe que trabalha fora ou não! Vc doou um pouquinho de si mesma para outras mães que como eu, não temos facilidade no inglês. Que Deus abençõe sua vida e de sua linda família! E mais uma vez obrigada pelo carinho. Isso é coisa de mãe, sempre disposta a ajudar!!

  114. karine

    Muuuito lindo!!! Sou mãe de tempo integral e tive o privilégio de poder estar com meu filho em casa. Sofri muito quando minha licença terminou e teria que voltar ao trabalho…não encontrei ninguém que tomasse conta do meu filho, creches estavam muito caras e meu pequeno não quis mamadeira…foi um dilema! Até que eu e meu marido entramos num consenso de que o melhor era eu ficar em casa! Alívio? Sim, meu sofrimento acabou, mas e minha auto estima? Também tive que trabalhar isso, pois são muitos os que dizem: ” Nossa, vc fica em casa o dia inteiro? ” E sua vida? ” Daí eu digo: “Minha vida? Meu filho é minha vida, se é para o bem que eu deixe um pouco o lado profissional, que seja assim!!!” Parabéns anos, mamães que amam seus filhos incondicionalmente!!!!!

  115. Fernanda Prenholato

    Muito bem colocado o texto e muito verdadeiro. Hoje sou mãe período integral mas por longos anos fui mãe e trabalhei foraa. E com essa minha experiência aprendi que sempre vai ter quem te admire e quem tw critique nas duas situações. .. acho que o mais importante para nós mães é fazermos o melhor que pudermos pelos nossos filhos dentro daquilo que nossa situação e nosso coração permite. Nossos filhos semprw nos verão como super mulheres independente se ficarmos o dia todo ou parte dele com eles, desde que esse tempo seja cheio de amor e carinho. Um beijo no coração de todas as mães que como eu ama seus filhos e doa sua vida a eles seja em casa ou trabalhando! !!!! Nós somos guerreiras!

  116. Ana Maria

    Lindo! Estou vivenciando isso pela segunda vez. Estou de licença maternidade e em breve estarei colocando minha filha de 6 meses na escolinha. Sou mãe de um menino lindo de 8 anos que não sabe o que é estudar meio periodo , desde bebe fica em escolinha em tempo integral. Agora terá a companhia da irmã. Sei muito bem o que é isso. Mas com certeza posso dizer que Vai valer a pena. Já choro desde agora me preparando para o dia que irei deixa-la e seguir meu caminho. Mas contando os minutos que chegarei na escola e pegarei os dois e comecarei meu segundo turno. Mas creio que Deus nos dá a força que cada mãe precisa e nos socorre nos dias da nossa angustia. Adoro o seu blog sempre q posso e tenho um tempo acesso ele. Um bj.

  117. Adriana

    Eu sou uma mãe comissária de vôo. Vivo as duas funções: nas folgas fico o tempo todo cuidando da casa, dos meninos 7a e 2 anos, do marido e dos cachorrinhos. E qdo vou trabalhar, me despeço das crianças com um abraço forte e um beijo gostoso, pois só vou voltar para casa depois de alguns dias qdo a jornada de vôo terminar. Ouço muitas críticas em deixar meus filhos, mas meu esposo me apoia e é um paizão. Trago presentes de fora pra crianças e eles adoram. Qdo estou em casa, eu curto o máximo que posso os meninos, ir ao cinema no meio da semana, parque, picnic, pois não tenho todos os finais de semana de folga. Eu amo demais meus filhos e minha família, e amo também meu trabalho, conhecer pessoas, lugares, culturas diferentes. Não quero outra vida. Sou feliz assim, minha família é feliz e é o que importa.

  118. Marines

    Li a carta, chorei, quando leio de novo choro, e graças a Deus, sou mãe que trabalha fora, mas nunca fiz julgamento, pelo contrário sempre admirei a mãe que fica com o filho, e agora depois dessa carta, acho que nós mães, tanto a que trabalha em casa, quanto a que trabalha fora, nunca mais seremos as mesmas…acertou em cheio…

  119. Talissa

    Parabéns a quem escreveu esse texto e a vc q soube traduzi-lo muito bem !!
    Descreveu perfeitamente a vida de duas mães q na verdade são iguais …eu mesma já fui as duas e não me arrependo das escolhas pois sei q o q faço Meus Filhos reconhecem e me apoiam !!! Tenho Orgulho de ser mãe e saibam q parabenizo a todas pela garra e determinação q tem estando em casa ou fora !!! Somos guerreiras e não desistimos nos primeiros obstáculos !!

  120. michele

    Olá! Belo texto! Sou mãe “part time” de uma menina de 2 aninhos! Até os 7 meses dela fui mãe “full time”, depois comecei deixar ela todas as tardes com minha mãe! Meu trabalho me dá muita flexibilidade de horários, sou corretora de seguros, e moro numa cidade relativamente pequena, onde tudo é “perto”. Acho que cada maternidade é única e não concordo com “rótulos”, nem para as mães de tempo integral e nem para as que trabalham fora. Sempre quis ficar mais tempo com minha filha e isso foi planejado.Para mim e para ela, principalmente, tenho certeza que foi a melhor escolha. Em 2 anos ela só teve duas febrinhas leves, come de tudo, sempre dormiu a noite toda, sozinha em seu quartinho, de luz apagada, desde seus 20 dias de vida….sempre foi muito alegre, amorosa e super esperta. Ela fala absolutamente tudo e fala tudo corretinho…se relaciona maravilhosamente com todas crianças, ama animais de estimação, é educada e amorosa com todos. Sei que isso causa inveja em muitas mães que não identificam seus filhos assim, mas eu criei ela sem muitas frescuras…nunca tive babá eletrônica…luxos e super mimos. Dei e dou meu melhor e felizmente deu super certo! Entendo e admiro as mães que trabalham fora em tempo integral….elas são fortes e guerreias e não são menos mães por isso. Ao contrário, se dedicam e e se esforçam em dobro para ver seus filhos felizes. Mas infelizmente, há mães que “terceirizam” seus filhos. Deixam tudo nas mãos de creches, babás….alimentam seus filhos à base de papinhas prontas…e que têm preguiça de exercitar essa maravilha que é ser mãe realmente. À essas, deixo minhas críticas e tristezas…Seu filho não pediu para nascer e ele merece e tem ,sobretudo, o direito de ter sua presença, sua atenção, seu cuidado e seu amor, seja do jeito que você puder dar isso a ele. O importante é ser MÃE!

  121. Thatiana

    Olá, sou mãe em tempo integral e sou muito feliz .
    Deixei uma carreira bem sucedida; fui muito criticada, mas não sinto arrependimento pois creio que para esse momento foi o melhor .
    Nenhuma decisão deve ser julgada cada mulher sabe o que é melhor para sua família.
    Tenho um filho de 1 ano e 4 meses e nosso vínculo se fortalece a cada dia.E viva a liberdade de escolha!!!

  122. Angélica

    Lindo demais suas palavras

  123. Ernesto

    seria muito bom poder escolher ,….mais muitas não tem escolha ,tenho certeza que qualquer das duas
    escolhas são certas ,por que são feitas com o coração pensando nos filhos,parabenizo a todas as mães
    pela abnegação e carinho que e para toda uma vida.

  124. Maya

    Obrigada pelo texto me levou as lagrimas …
    Muito obrigada

  125. Sonia

    Parabéns pelo lindo texto! Me emocionei! Tenho um lindo casal de filhos e é exatamente isso que acontece. Sou uma mãe muito dedicada e amorosa, foi muito doloroso deixá-los aos cuidados de terceiros, mas como vc mesma disse, somos os exemplos, eles têm que ter orgulho dos pais, pois é muita dedicação pensando num futuro melhor para eles. Há momentos que bate a saudade, ai vem a culpa por não estar juntinhos deles, mas dai faço uma oração para Deus protegê-los em todos os momentos e acalmar meu coração. Espero que quando eles forem adultos, reconheçam minha dedicação e quão grande é o meu amor por eles. Eles são tudo para mim. Amor incondicional!

  126. Patricia

    Eu nao acredito que exista esta batalha” velada entre maes, acho que se isso existi se, seria uma grande besteira comentar.

  127. Natalie Rosa

    Chorei com a carta para a mãe que trabalha fora, porque é minha situação atual… Quanta coisa envolvida, quanta renúncia… Obrigada por compartilharem conosco!

  128. Dayelle

    Texto maravilhoso, mãe é simplesmente mãe, sendo ela em tempo integral ou trabalhando fora, tudo o que queremos é dar o melhor para nossos filhos e o melhor é diferente para cada uma de nós, muitas não podem ficar em casa para cuidar de seus pequenos…eu sou uma dessas, mais amo todos os dias ao chegar em casa e poder dar um beijo e dizer que eu o amo, e se estou lá trabalhando é por ele também para poder dar o melhor para ele.

  129. Roberta

    Verdades…

    Sou mãe de 3 filhas, trabalho o dia todo e estudo à noite.
    Aos finais de semana me divido entre cuidar da casa, das filhas, do marido, fazer compras, estudar e ainda cumprir outros compromissos.
    Decisão difícil, com seus momentos de angústia e de inveja das mães em tempo integral.
    Mas são muitas recompensas, principalmente a certeza do melhor exemplo às minhas futuras mãezinhas.
    Cartas lindas, cheias de verdade e conforto!

  130. Patrícia Tabalipa

    Perfeito! Cada uma é a melhor mãe que pode ser! Cabe somente a nós a decisão só do que é melhor para a nossa vida. E com certeza será o melhor paramos filhos também!

  131. graziela

    eu ainda não sou mãe….mas minha preocupação, como de todas as mulheres do mundo moderno é coma dificuldade da vida, com seus altos custos…
    quem dera pudesse parar de trabalhar fora…deixar tudo para o marido, mas infelizmente a coisa tá tão difícil que temos que trabalhar em todos os turnos possíveis para sobreviver…
    não é mole não! É complicado demais! Ninguém mais pode dizer que tem segurança financeira. Temos que ficar correndo atrás do prejuízo o tempo todo.
    Quem dera ter uns 10 filhos, mas nos tempos de hoje tá difícil até um filho…

  132. Cláudia Santos Silva

    O que dizer dos textos… Simplesmente muito bem escritos…
    Trabalhei por 14 anos em uma multinacional, er bem remunerada, e já com 33 anos tive a Mariana, e com 35 o Miguel, depois que ele nasceu eu perdi o “tesão” no meu trabalho, o trabalho que eu tanto amava…
    Saía de casa às 05:00 h da manhã, as crianças ficavam com meu maridão (pai super presente), e quando a babá chegava ele saia pra trabalhar, ele voltava pra casa pra almoçar e levava as crianças pra escola, eu chegava em casa às 17:00 h, e às 18:00 h o papai chegava em casa com as crianças, era a minha hora de aproveitar com eles… mas eles estavam cansados, então cabia a mim apenas dar o banho, a jantinha e colocá-los na cama por volta das 20:30 h. Aí é que eu ia cuidar das minhas coisas… ou seja… Passava pouquíssimo tempo com as crianças de 2ª a 6ª, e ainda trabalhava aos sábados.
    Minha filha com 3 anos começou a reclamar da minha ausência, e meu filho a ficar constantemente doente (bronquite). E eu sentia muito não poder participar nem das reuniões ou apresentações da escola. Tudo era o meu marido, pois o trabaljho dele é bem flexível…
    Essa rotina durou somente 1 ano e meio, larguei tudo!
    Hoje faz 2 anos e meio que sou “só” mãe. Participo de tudo, levo à natação, ao ballet, ao futebol e à escola, e cuido da casa… Ufa, não é fácil.
    Fui a mãe que trabalha fora e hoje ou a mãe em tempo integral, e posso dizer que nenhuma das situações são fáceis, mas ambas têm seus prazeres e desprazeres, e o maior erro é dizer sobre “perder” a independência financeira, pois empreguei a remuneração de 14 anos de trabalho na minha família, e o que vêm do trabalho do meu marido é NOSSO, tenho total liberdade de opinar onde empregar NOSSO salário.
    Mãe é mãe, se trabalha fora, ou em casa!!!!
    Deus abençoe a posição de todas nós!!!

  133. Fernanda

    Muito lindo texto… e muito bem colocada as duas situações!! Dedico todos os meus dias e todas as minhas horas ao meu pequeno homenzinho!! E ainda sim… sou muito julgada por isso!! Mas faço com muito amor.. e farei de tudo até que Deus me permita fazer! :D Parabéns pelos textos!

  134. luciana

    Gente”
    Lindo demais este texto… desde os dois anos da Ana e ds Marina voltei ao mercadode ttrabalho. E nunca mais parei. Sinto falta de não ter tido mais tempo / pve las crescerem.
    Mas fiz o quanto pude… reuniao de escola .pediatra… fono..
    Não é facil conciliar tudo…cansa..o cansaso muitas vezes vira mau humor… mas entre os trancos e barrancos minhas filhas gemeas farao 5 anos.
    Td foi muito difícil… e agora passou…esta apenas corrido e sortido.
    Enfim sou mãe e pai de gêmeas… sou profissional… trabalho muito e me considero a Super mãe!! So amaris se o dia tivesse 48 hrs!

  135. Tatiane Azevedo

    Amei os textos! Vivi os dois. .. Quando meu filho nasceu não consegui retornar ao trabalho, tentei, mas chorava todos os dias. Eu e meu esposo conversamos muito e tomamos a decisao. Abdiquei da minha carreira por um período de quase três anos, me dedicando única e exclusivamente ao meu pequeno. Quando completou 3 aninhos coloquei o na escolinha meio período e retornei ao trabalho gradativamente, para que ele se adaptasse a nova rotina. Hoje ele está com cinco aninhos, e hoje não me arrependo das minhas escolhas. Ainda hoje almoçamos juntinhos todos os dias, sou eu quem busco no colégio, dou banhinho, conto estórias para nina lo…
    Somos mães, independentes de julgamentos ! Sejamos realmente felizes em Nossas escolhas e façamos o melhor para nossos maiores tesouros : nossos filhos

  136. Aila Gama Meyer

    Sou mãe integral! E amei as colocações ! Quem acha que a gente não faz nada … Sofre de ignorância infeliz! Viva as mães integrais e Viva as mães que trabalham!! Todas fizemos escolhas e sofremos as consequência da mesma! Precisamos ser respeitadas por te-las feito!!

  137. SIMONE MESQUITA

    NÃO INTERESSA SE VOCÊ TRABALHA FORA OU NÃO O QUE REALMENTE VALE E O AMOR ,QUAL É O TAMANHO DE SEU AMOR .E ESSA A DIFERENÇA , AS OUTRAS SÃO APENAS ALTERNATIVAS DE SERES DIFERENTE ,CADA UM CADA UM

  138. Eliana Duarte Vecchi

    Fui uma mãe que trabalhou fora durante 7 anos da minha filha e agora com o segundo filhou optei em ser mãe integral, pois percebi que minha filha precisa muito de mim, auxiliar nos estudos, estudar para provas, buscá-la na escola.Isso hoje esta fazendo uma grande diferença para mim. Mas foi um opção, não que tenha renda suficiente, vou ter que abrir mão de muitas coisas para ter a tranquilidade de me sentir hoje mãe.Não julgo as que trabalham foram pois sei tudo o que passam, deixar na escola as 6:30 da manhã e buscar as 19:00hs, ou pedir para alguém busca-los pois você esta presa no trânsito.Dói, e no tempo que temos com eles queremos nos dedicar 100%.Apesar dos 43 anos hoje com dois filhos uma menina de 7 anos e um bebê de 3 meses, só peço a DEUS para me dar saúde para ver meus filhos se formarem, casarem, netos.

  139. Érika

    Terminei a leitura com as lágrimas descendo pelo meu rosto e com a sensação de desabafo de que alguém finalmente conseguiu dizer o que sinto.

  140. aparecida alves ferreira

    texto lindo… parabens a todas as mulheres guerreias que enfrentam jornadas duplas de trabalho meus respeitos e admiraçao!!! afinal somos maes

  141. Talíssia

    Lindo, verdadeieo e emocioante.

  142. Isabella Bovendorp

    Muito interessante. Muito rico. De grande contribuição.
    Esses dias li um artigo que fala da Culpa de Mãe (escrevi com letra maiúscula porque às vezes parece um monstro, e é, se não tomarmos cuidado) de uma forma diferente dos vários artigos que li sobre o assunto (muitos excelentes), mas esse foi diferente: ele diz – Mãe do seu jeito. Não a mãe que sua mãe foi, sua avó foi, a vizinha foi.
    MÃES POSSÍVEIS, LIVRES DA CULPA
    Reflita sobre como abrir mão de idealizações e ser mãe do seu jeito
    Link: http://www.personare.com.br/maes-possiveis-livres-da-culpa-m1411
    Um beijo!

  143. Tâmara

    Realmente é um texto comovente para toda mãe!Já passei pelas duas situações e ainda passo com meu filho de 5 anos que tem dado muito trabalho na escola e agora com outro a caminho,as coisas ficam cada vez mais difíceis.Mas Deus nos dá uma força incrível para superar todas as situações!obrigada pela palavra de ânimo e incentivo!

  144. Raquel Gomes

    Eu sou o meio do caminho…
    Eu trabalho meio período, horário em que meu filho fica na escola.
    Saio de casa às 7h30 com ele, vou a pé até a escola e dedico cerca de 10 minutos para conversar com professoras e coordenação da escola. Vou a pé ao trabalho e 2 vezes por semana me dou o tempo do egoísmo… um egoísmo benéfico, pois sem ele eu estaria doente. Eu faço pilates.
    Nos outros dias, saio do trabalho direto pra escola para buscá-lo. Vou correndo, quase voando. Quero meu filho comigo o quanto antes.
    Porque a mãe que trabalha fora não é menos mãe em tempo integral. Assim como a mãe em tempo integral não é menos mãe quando os filhos vão pra escola – e ela se permite ler um livro ou fazer academia, ou até passar as roupas (tarefa impossível com criança em casa).
    Quando meu filho fica doente, como está essa semana, eu sofro de um grande problema. Os pediatras esquecem que a mãe que trabalha fora PRECISA de atestado de alguns dias, afinal a criança não está doente só naquele dia. Ela está doente e ficará assim por alguns dias… quantos? Difícil de precisar, mas sabe-se que uma semana é um tempo razoável para a recuperação de uma gripe ou de uma virose (no caso, ele está com os dois). E daí que ou eu largo o trabalho, perco dias e meus bônus, ou vou diariamente ao PS pegar todos os dias um atestado de um dia…
    Dilema duro esse da vida de mãe.
    O fato é: que sorte a da mãe que tem seu dinheiro para comprar tudo o que ela tem vontade (ou quase tudo, ou quase nada), e que sorte da mãe que pode ficar em casa porque o marido sozinho pode bancar a família.
    Somos sortudas, sobretudo, por termos a oportunidade de fazer desse mundo um mundo melhor. Sendo mãe. Mãe de verdade, que se importa, que vai atrás, que educa, briga, chora quando briga…
    Ser mãe não é colocar filho no mundo para outros criarem, é, apesar de precisar de uma estrutura de apoio (escola, creche, avós, tios…), saber que a responsabilidade pela educação e a formação do caráter de seus filhos é exclusivamente dela!

  145. Monalisa

    Essa parte foi escrita pra mim, não é possivel.
    Eu sei que, muitas vezes, você se sente culpada por ficar muito tempo longe dos seus filhos e aí sacrifica o seu tempo livre.

  146. ANA PAULA

    trabalhei por sete anos seguidos sem ferias sem nada só trabalhava , então tive a minha pequena que esta com sete meses estou dedicando meu tempo a ela ….tem alergia a leite de vaca e derivados ,estou e vou continuar amamentando por mais um tempo, aí tem opiniões de quem não sabe o que fala …dizendo assim: nossa mas vc não vai tirar do peito depois vai dar trabalho…. vc fica em casa fazendo o que ..dormindo… é mães, quem passa por isso sabe como é !!!
    mas nós sabemos o que é melhor para nossos bbs… o momento é de cuidar dela até que a alergia passe tempo dedicado a ela é muito mais importante do que o tempo dedicado ao trabalho . sabem por que ? porque o prazer que te dá quando vc olha aquela carinha fofa te encarando quando amamentamos não tem dinheiro e nem trabalho que pague…mães que trabalham fora e mães de tempo integral , mulheres que batalham dentro ou fora de casa , seja como for .. tem tempo pra tudo, pro trabalho , pra estudar , se dedicar a carreira profissional ( eu é que o digua ) ….agora é hora da minha paquena é hora de cuidar dela …. um abraço para todas as mães.

  147. Verônica

    Lindo texto, passei por essas 2 fases com meus filhos e hoje deixei de trabalhar para ajudar um filho solteiro que teve um filho e está criando, pois a mãe o entregou com 2 meses.. Agora sou mãe-vó, amo
    demais meu neto e recebo criticas dos próprios filhos que não entendem q essa criança precisa de um
    lar, de uma família como referência.

  148. Deborah

    Como é bom saber que alguém entende e vive nosso sufoco diário. Aquela batalha interna em que não temos certeza se ficar fora vale a pena. E mesmo nao tendo esse reconhecimento. . É muitooo bom saber que vcs entendem… mães. ..

  149. Larissa

    Texto surpreendentemente lindo!
    Sou mãe que trabalho fora. Na verdade não tenho 2 turnos e sim 3. Trabalho em 2 empregos e só chego em casa a noite, onde começa o mei terceiro turno. Filho, casa, marido enfim… mas isso não me faz menos mãe. Eu amo o meu filho!

  150. Sandra de Mattos

    Eu gostei muito das duas cartas, tudo é muito verdadeiro. Cada lado tem seus prós e seus contras e para uma mãe viver plenamente satisfeita é impossível. É por isso que, na minha opinião, existe a escolha e o tempo. Um filho precisa muito de uma mãe por um tempo. Tempo precioso para este filho e uma mãe precisa de um tempo para ela ser profissional por um tempo. Tempo precioso para ela. Eu trabalhei até os 30 anos. Tive 2 filhos e hoje com 50 anos voltei as trabalhar. A vida nos dá este tempo precioso. Talvez a solução esteja em querer um pouco de cada situação no tempo certo com calma e dedicação. E sem medo.

  151. carolina

    tirinha sobre o assunto: http://nicoegabi.blogspot.com.br/2013/11/mae.html

    vou mandar o link das cartas para minha prima, que acaba de decidir largar o emprego de 7 anos para ficar com seu bebê!

  152. Débora

    Cartas bem interessantes, as duas cheias de verdades, já trabalhei e estudei com três filhos pequenos, depois disso, decidi acompanhar o dia a dia deles e não “terceirizar”, vi também que estavam com as características da pessoa que passava o dia com eles e que não era eu… Mas é claro que nem todos as mães tem duas opções disponíveis. Só a própria mãe sabe o que passa.

  153. Patriciaa

    lindo texto. Eu ainda sou um pouco de cada uma das duas mães. Tenho um filho de 2 anos e ainda não decidi se trabalho ou não. As vezes trabalho outras fico em casa (meu trabalho me permite isso). Que dilema terrível quando se tem muito amor!!!!

  154. Marcela Costa

    Olá! Tive minha primeira filha aos 19anos e com um ano e três meses de diferença tive um menino. Fiquei sete anos em casa e decidi ir trabalhar fora. Acordava às 5 da manhã pra preparar lanche de escola, café da manhã, arrumar as crianças. .. voltava às 8 da noite pra dar janta… ou seja, pegar o segundo turno. Nos finais de semana, lavava, limpava, passava… eu não tinha nem um minuto. Decidi parar de trabalhar um ano e meio depois. Meus filhos amaram e eu também! !! Mas aí a jornada de trabalho é de 24 horas, sem férias, sem hora extra…sem nada! Tive o terceiro filho com 9 anos de diferença com o segundo. Resolvi trabalhar em casa…amo cozinhar e montei uma pequena confeitaria. Cuidava da casa, dos filhos e das encomendas….e de repente…veio a quarta filha dois anos depois!!!!! Hoje tenho uma menina linda de cinco meses que só mama no peito, um meninao de dois anos e meio que vai meio período pra escolinha, um rapaz maravilhoso de quase 12 anos e uma moça lindíssima de 13 anos…não sei qual é o desfecho dessa novela! Não existe a menor chance de trabalhar nesse momento, nem fora e nem em casa. Sou feliz assim…por enquanto. A minha vida profissional se baseia em uma palavra: AMOR!

  155. Priscila Godoy

    Bom a Maioria aqui trabalha fora,Tenho dois filhos 20 anos e nasci numa familia totalmente feminista,onde apenas eu sou casada( há 5 anos) com 3anos minha filha teve seu primeiro dia de aula e eu meu primeiro dia no trabalho,na2° gravidez decidimos que eu ficaria em casa,e não imagina, foi uma loucura,A Editora que trabalhava é fichinha perto dos meus filhos,enfim acho que cada mulher tem o direito de estar onde acha melhor estar,e não ser diminuida como mãe.

  156. Cassandra

    É exatamente assim que me sinto…. Escuto cada coisa, afinal eu não começo o 2o turno quando chego em casa e sim o 3o. Ainda estudo e fica mais difícil e cansativo. Embora chegue cansada fico feliz só em ver o sorriso lindo da minha princesa e acredito que apesar de tão pequenina ele compreende e sabe que é para no futuro termos mais tempo e qualidade de vida….O texto é maravilhoso e me faz sentir uma grande e maravilhosa mãe.

  157. Tatiana

    Adorei o texto! Sou mãe que trabalha fora, e essa foi uma decisão muito difícil mas sou feliz meu filho tem todo o meu amor. Batalho junto com meu marido, para que não falte nada para ele. Sou grata a Deus pelo meu trabalho, e confio no Senhor que sabe de todas as coisas e conhece nosso coração melhor do que ninguém. É nele que busco força, para passar algumas horas longe e confio na equipe de profissionais que cuidam dele. Entendo o lado das mães que ficam em casa, ou melhor que trabalham em casa, porque é uma luta o texto exibi tudo isso e admiro porque ganham muito mas também perdem….Abç

  158. Decio Guerreiro

    Sou marido de uma mãe que trabalhou fora, criou duas filhas, hoje também mulheres e me emocionei com ambos os textos. Minha esposa, confesso, não teve a atenção que eu deveria dar, porém sempre soube que ela é bem mais forte que eu. Até hoje, embora aposentados tenho um pouco de remorsos pelos momentos que me achava mais forte por ter sido um executivo que se achava o máximo por dirigir uma empresa sem dar o devido valor àquela que me garantia para o sucesso. Não aceito o ditado de que “ATRAS DE UM GRANDE HOMEM HA SEMPRE UMA GRANDE MULHER”. Eu corrigiria para “AO LADO DE UM GRANDE HOMEM HA SEMPRE UMA MULHER MAIOR DO QUE ELE”.Talvez este meu texto possa ser interpretado como confissões de um mau marido, mas o amor por ela sempre dominou meu coração. Parabéns a todas as mulheres que leram este texto, que o comentaram e também àquelas que, sem conhece-lo sabem o valor que tem.

  159. luciana

    Emociante ler todos estes textos, descobri que esta angústica não é só minha . Tambem ja fui mãe que trabalha Fora e HJ SOU mãe em tempo integral. Me sentia culpada cada dia que saia de casa e deixava meus filhos em casa com a Babá. Por isso resolvi estudar e enfrentar um novo desafio , estudar em meio periodo para continuar me atualizando enquanto as criancas estavam na escola. conseguia conciliar tudo com muitooo sacrificio. Recebi muitas criticas por largar um super emprego e comecar novamente uma Faculdade com dois filhos pequenos e encarar uma nova proffissao .Realmente acredito que nos mulheres, maes vamos sempre ser cobradas, pois conseguimos ser Maes , Esposas,e tudo junto . Hj meus filhos ja estao maiores e gostaria de voltar a trabalhar novamente , o que e bastante dificil quando ficamos afastadas por um bom tempo. De qq Maneira a recompensa que recebo todos os dias de poder ajudar meus filhos no periodo escolar, e tudo que eles precisam realmente nao tem preco. ACREDITO que devemos sempre escutar o nosso coracao e ser Feliz.

  160. Elaine

    Realmento sincero.. tb sou mãe que trabalha…. tb chorei quando voltei ao trabalho…. choro toda vez que ele fica doentinho e mesmo assim tenho que deixar na creche…. o fim do dia é a melhor parte do dia pra mim…..

  161. simone melo

    Adorei o texto.E estou meio em um dilema,ja que comeco a trabalhar em breve,porem gostaria de poder ficar um periodo maior com minha nene,nao posso por plobremas financiros.Tem sido uma gerra com meus pensamentos,depois de ler a carta fica melhor de organizar os pensaments e seguir em frente.

  162. JEMIMA

    MEUS PARABÉNS POR ESTE TEXTO QUE VALORIZA O TRABALHO DESTAS MÃES GUERREIRAS QUE TRABALHAM TANTO EM CASA COMO FORA DE CASA. VAMOS NOS VALORIZAR, MERECEMOS !!! “FALE DE MIM, DIFÍCEL É SER O QUE SOU, MÃE”KKKK

  163. Albertina O Bortuluci

    Blá blá eu acho que não tem manual de mãe,acho que tem muitas mães ,que não sabe bem o querem as vezes preferem trabalhar fora ganhar quase nada só para não ter responsabilidades com casa filhos .já ouvi muito isso filhos e para sempre não e objeto temos que saber de nossas responsabilidades não transferir para escolas e babás ou avós e minha opinião

  164. Raquel

    Sendo sincera? Se um dia eu optar por parar de trabalhar fora será porque eu estou de saco cheio da dupla jornada, da empresa, do trabalho! E vai ser para descansar, para ter mais tempo para mim. Este discurso de parar de trabalhar fora para se dedicar em tempo integral a filho é desculpa. E precisa parar de trabalhar para ser mãe? Vamos ser sinceras e admitir. tem muita mãe que diz que quer cuidar dos filhos em tempo integral e fica o dia todo vendo novela, no Facebook enquanto os filhos estão vendo o DVD da Galinha Pintadinha! Não coloquem esta responsabilidade nas costas dos filhos de vocês quando daqui há alguns anos se sentirem frustradas por não ter um emprego, não ter estudado… Façam isto por vocês e admitam que fizeram.

  165. Raquel

    Mãe em tempo integral! Que bobeira! Vou ser mãe em tempo integral e trabalhar fora. Ou por acaso deixo de ser mãe quando estou no trabalho?????????????

  166. Renata

    Resumindo, no final todas estão ferradasss!!!!!!!!

  167. Silvia

    Achei lindo o texto e é bem isso. Meu bebê tem apenas 4 meses e lendo vejo como existe uma guerra de mães. As que trabalham julgam as que não trabalham e vice versa, as que amamentam criticam as que mães que precisam dar complemento, quem deu chupeta e descriminada… Precisamos parar com essa loucura, falamos muito em bulling nas escolas quando nós mesmo ensinamos os pequenos a cometer tamanho absurdo.
    Independente da forma, o importante sempre É O AMOR!!

  168. Wanessia Tuira

    Texto lindo e verdadeiro! Só quem vive um dos lados para entender.

  169. Ana Maria G M Rodrigues

    O grande drama da mulher moderna: viver com um pé em cada barco!Tão difícil conciliar a maternidade e a profissão!

  170. Renata

    Que lindo texto.
    Muito emocionante
    Tenho uma filha que está pra completar 3 anos. Sempre trabalhei em casa, isso possibilita que eu posso trabalhar e cuidar da minha filha, porem sei que isso é privilegio de poucas mães. Sempre fico imaginando o quanto é dificil pra uma mãe que trabalha fora, muitas vezes deixar o bebe com febre aos cuidados de outra, ou como é dificil cumprir horarios depois de uma noite mal dormida de tantas acordadas para dar mamar ou acalmar um bebe dodoi. E também sei o quanto é dificil uma mãe abrir mão da sua remuneração ($$$) para ficar em casa dedicando em tempo integral ao filho e ao lar, e sei que muitas vezes esse tipo de trabalho não é visto com bons olhos….mesmo eu estando em caso me viro nos 30 pra dar conta…mais sei que poucas mães consegue trabalhar e ter o filho por perto como eu…
    Texto perfeito.
    O importante de tudo isso, é ser MÃE DE VERDADE….dar atenção e carinho.

  171. Ana Carolina

    Lindo texto!
    Querida, tenho um grupo de mulheres, um grupo por e-mail, onde diariamente envio devocionais. Gostaria muito de compartilhar sua tradução deste texto no grupo. No entanto, não estou conseguindo copiar. Você faria a gentileza de enviar para meu e-mail? Muitas mulheres leem os emails no trabalho, o que fica complicado abrir seu blog (muitas empresas controlam o uso da internet). Claro, abaixo deixarei o link para aquelas que podem, acessar seu blog e conhecer seu lindo trabalho.
    Obrigada!

    1. Macetes de Mãe

      Olá, Ana!
      Que bom que gostou :)
      Enviei para seu e-mail.
      Bjss

  172. Bia Rangel

    Perfeito esse texto. Consegui me ver nas duas posições. Voltei a trabalhar quando meu filho ainda tinha dois meses, e ele ia comigo, mas quando ele fez oito meses vi que ele precisava de um ambiente melhor e de esimulação para a idade e resolvi colocá-lo na creche. Pra mim foi uma tortura, eu me sentia menos mãe. Com o tempo consegui diminuir o horário de trabalho e portanto o da creche, e a pouco mais de três meses eu parei de trabalhar para ficar com ele. Me sinto muito feliz, mas a “sociedade” não encherga isso com bons olhos, como se eu fosse “menos mulher” por isso. Hoje meu projeto é conseguir conciliar os dois, sem abrir mão do tempo com o meu filho, irei trabalhar de casa no horário que ele está na escola e quando ele dorme, e o melhor de tudo é que trablharei com maternidade, q é o que mais amo na vida. Parabéns pelo seu blog. Beijos

  173. Cristiane

    Olá!
    Me emocionei muito com os dois textos, pois vivenciei esses dois momentos. É muito difícil para mim até hoje sair para trabalhar e deixar meu filho, mas é necessário, para o desenvolvimento de ambos. Admiro muito os dois lados, sei o quanto exige dedicação e carinho diário.

  174. Letícia Barbosa

    Shirley… eu trabalho porém também me considero mãe em tempo integral!
    Porque na hora que vc deixa seu filho no berçário, você volta chorando pensando no bem estar dele! Você liga lá 3x no meio do trabalho! Você olha a foto dela do lado do computador e se sente culpada o tempo todo! Você sabe que se tivesse outro jeito você não estaria ali! Você diz que vai lanchar e vai no banheiro chorar! Então também me considero mãe em tempo integral porque em nenhum segundo minha filha sai da minha cabeça embora eu não esteja com ela o tempo todo. A mãe que fica em casa, se deixar o filho a noite com o pai pra ir na academia, por acaso deixa de ser mãe em tempo integral pra ser mãe 90%? Por isso que não gosto dessa nomenclatura.
    Pra mim a volta da licença está sendo horrível. É frustrante e deprimente ter que deixar no berçário, embora ele seja bom. Amo meu trabalho mas não desse tanto. Mas “dei o azar” de ser bem sucedida, ter carreira e ganhar bem, e agora sou escrava do meu salário.

  175. Valermes

    Muito lindo emocionante, fui mãe por tempo integral, decisão conjunta com meu esposo em começo de carreira, depois de 19 anos de pura dedicação incluindo crescimento profissional do esposo, hoje me encontro separada concluindo uma pós aos 48 anos. dando continuidade a carreira profissional…
    De nada me arrependo, os anos mais lindos da minha vida foi os anos de dedicação aos meus filhos esposo e outros familiares.
    Obrigado pela oportunidade de falar sobre o assunto.

  176. samara

    Bom e muito legal essas cartas mais eu acho que me encacho nas duas trabalho em casa cuido da minha bebe de 2meses cuido da casa e da comida e tenho tempo de trabalhar em casa sou costureira e bordadeira nao tenho ajuda minha sogra mora em baixo da minha casa e nem vem visitar a unica neta sempre tem uma desculpa so tenho tempo de me arrumar mais melhor quando minha mae que tem 12 netos vem que pega minha filha e nao quer saber se ta dormindo tomando banho ela pega e pronto por isso amo minha ele e guerrera cuidou de crianças e trabalhava em casa fazendo croche e pintura cuidava bem da casa

  177. Eliane

    São verdadeiras estes dois textos sobre as mãe, me emocionei com todas estas palavras, e me identificando com cada uma…parabéns por nos ter dado este presente em uma grande literatura …

  178. Tatiana

    Achei o texto ótimo, para acalentar o coração das mães que trabalham fora. Mas, se observarmos bem, ele fala da pediatra, da médica … de mães que trabalham fora, mas, tem um horário bem flexível … melhor dos mundos!! Nossa, sonho de consumo. Eu trabalho fora, não por opção, por necessidade. Melhor, eu trabalhaVA fora, desde o momento que peguei alguém, inclusive outra mulher, reclamando que eu tinha que sair muito frequentemente … obviamente porque meu filho estava ficando muito doente e a escola pedia para eu ir buscá-lo. Moro em perdizes, e trabalhava do outro lado da marginal (São Paulo), eu voltava com o coração na mão, e muito preocupada com o meu emprego, me culpando pelos dois lados, nossa horrível. Chegava para pega-lo super estressada, bad vibe total. E as muitas vezes que não conseguia ir na reunião? Um dia, conversei com o meu marido e chegamos a conclusão que o melhor era dar um bom ambiente para os meninos. Um ambiente em que pelo menos um de nós teria que estar focado, acompanhando o desenvolvimento. Dias desses um deles foi na casa do amigo e contou “Minha mãe faz o melhor strogonoff do espaço sideral” .. ali eu vi que tinha tomado a decisão certa para mim. Lembro até hoje de como era bom ter minha perto de nós, de como era gostoso esperar meu pai. Hoje, trabalho de casa, mas segundo plano, a parte da manhã, acordo coloco um disco na vitrola, preparo um delicioso cafe da manhã pra turma, depois sento para desenhar com eles, direciono a lição, fico integral no papel “a chata”, escova os dentes, lava as mãos, presta atenção ao seu redor, cuidados com as suas coisas, cuida do peixe … e a qualquer momento posso agarrar os dois e dar muitos beijos, brincar na cama, delicia ouvir as risadinhas. E, de todas as minhas amigas que se tornaram mães, todas acabaram por optar ficar em casa. Algumas excessões porque os pais ficam em casa. Ou seja, alguém que estar atento, estamos orientando o futuro do mundo, isto não pode ser totalmente terceirizado. Acho incrível que mães optam por cuidar de suas vidas profissionais, mas, para muitas delas, acho triste que seus filhos estejam sofrendo esta distância, acho que nem por eles, mais por elas — depois eles resolvem isso colocando o adolescente em um psicólogo. São tantos debates diários que precisam ser resolvidos, tantas perguntas, tantas duvidas, tem dias que estou com a cabeça tonta no final do dia.Tem um amiguinho, do mais velho que finge estar dormindo para a baba, e assim que um dos pais chega ele sai todo ansioso, só que as vezes nenhum chega … Gente, o que isso esta gerando na cabeça desta criança. Eles são mais fortes do que pensamos, sim, são, mas são caixinhas em branco, que vão resolvendo as coisas do jeito que eles sabem, com as ferramentas que eles teem. Numa consulta com um especialista descobri que até os 8 anos é muito importante a presença efetiva dos pais, pois forma se a personalidade básica do indivíduo. Se não estamos lá para ajuda-los, o que será que pode acontecer.

    Daqui a pouco ele irão embora para o mundo, quero que ele tenha boas lembrança de casa. Quero dar a eles este diferencial …

    E olha, que já sofri preconceito de ter tido cesária, preconceito de não amamentar até os 2 anos (que looucura), e agora, sou menos mulher, darei menos orgulho, darei um exemplo de inferioridade da mulher … ah da licença!

  179. Cristina

    Bem Gracas a Deus tenho minha filha e trabalho em frente a nossa casa as vezes sou a mãe que trabalha fora porque mesmo estando perto nem a vejo e por outras vezes sou mãe em tempo integral pois por ter meu próprio negócio posso organizar minha semana e tirar uma “folguinha” pra nós duas e sim ouço críticas também dos dois lados pois ela não fica em creche fica na casa da minha mãe que é no mesmo lugar pra eu poder ficar mais perto dela tipo sua filha não vai à creche é bom pro desenvolvimento dela ou você trabalha demais você tem que cuidar mai da sua filha é muito cansativo esses comentários mas eu não me arrependo de nada

  180. Rosângela

    Perfeito !! Tudo pelos meus filhos ????

  181. sarah

    Sobre o título: Mãe que trabalha fora não é mãe em tempo integral? O texto é um discurso político que encobre o que realmente se pensa sobre mulheres / mães (em tempo integral) que trabalham fora.

  182. Silvia

    Passei pelas duas fases. Antes, trabalhava e sentia muita culpa. Agora sou mãe integral e garanto: é muuuito mais cansativo. Fico exausta e todo mundo acha que estou de folga, dormindo o dia todo. E no fim do mês ainda tenho que pedir dinheiro ao meu marido. Socorro. Arrependida de ter largado o emprego. Quero ele de volta!!!

  183. Vanessa

    Gt, quem parou de trabalhar pode voltar qdo o filho crescer um pouco mais!

  184. Rosangela

    Parabéns a todas as mamães, eu tive o previlégio de poder ficar em casa e cuidar da casa, do marido e dos filhos, é cansativo sim, mas pude ver cada aprendizado de cada um deles, hoje feliz demais por poder ajudar a cuidardo neto meio periodo para que a filha trabalhe, bom demais ser mãe e bom duas vezes ser vovó e poder curtir um bebê.

  185. Dayse

    Amei o texto! Também parei de trabalhar quando minha filha nasceu, durante 2 anos fui mãe em tempo integral, mas sentia muita falta de trabalhar e também precisava ajudar no orçamento de casa, além de trabalhar também faço faculdade a noite, mas graças a Deus já estou concluindo, de vez em quanto bate aquela tristeza e uma vontade louca de ficar em casa com a minha filha, mas preciso trabalhar, e não que não deixo de ama-lá por isso, hoje ela fica com minha mãe que cuida muito bem dela e me sinto mais segura.

  186. Mari

    Trabalhar em casa com o filho, ser uma mãe empreendedora. Pular fora do sistema e criar seu mundo, do seu jeito. E ser a renda da família toda. Pai e mãe em casa. Aqui é assim.

  187. Mili

    Pelo visto não fui a única a chorar ao ler essa carta, pura realidade só quem é mãe sabe o que é ter que deixar seu filho aos 4 meses nas mãos de uma babá para ir trabalhar. É de partir o coração!

  188. Juliane Dias

    Foi tão inspiradora sua inciativa que resolvi incluí-la no meu post sobre maternidade e trabalho. Acredito que você não aceite hiperlinks, mas é no blog Cuore Curioso, post de ontem.

  189. viviane

    adorei a defesa das duas partes com suas dificuldades em ambas , fico muito chateada quando uma mãe que pode ficar em casa posta textos defendendo o vinculo familiar , como se a decisão de trabalhar fora e deixar sua filha fosse fácil, como se a culpa não tomasse conta todos os dias …cada um defende sua escolha e acho o fim .. trabalho fora e só eu sei o quanto queria ficar com minha filha .assim como tambem amo trabalhar , dois lados duas dificuldades e um amor incondicional.

  190. Jennifer

    Ótimo texto, e caiu como uma luva pra mim, estou trabalhando fora e tenho uma filhinha de 1 ano e sempre me perguntei se foi a melhor decisão e se isso não me tornaria uma mãe inferior as outras. Me fez mito bem ler essa carta. Obrigado.

  191. Cassia Girassol

    Ótimo texto! Sou das mães que trabalham fora. Sou mãe de 3 meninos e 1 menina. Me senti representada embora não coloquei meus filhos em creche porque ficaram com o pai. E agora o pai abriu um negócio próximo de casa e contratamos uma babá, confio plenamente… ela é muito atenciosa…
    Sou daquelas mães que mando áudio pros filhos pelo whatsapp… ligo e faço de tudo para estar presente no dia a dia e qdo chego em casa é uma alegria vê – los correndo para o meu abraço. Meus filhos me admiram pq sabem que não o faço somente por dinheiro… é realização pessoal… mães felizes geram filhos felizes… o importante é ser feliz!
    E sobre o segundo turno. É bem verdade. Porém eu sou uma mulher privilegiada que tenho um marido que divide comigo os fazeres assim temos tempo pra deitar e rolar com as crianças…
    Não trocaria nada nesse mundo por essa construção de seres. Do ser eu. Do ser mãe. Do ser nós. De ser mulher moderna. De ser exemplo. De ser luta. De ser família por me intitular algo que me encerra.
    Afinal. Depois que os filhos crescerem e forem embora. Vou ser o que? Vovó em tempo integral? Ah não né. Temos que sermos nós. Que nada nos defina. Devemos ser essência.

  192. cosmo vidal

    Se algumas mulheres,acham dificil ser mães,elas estam de encontro com a natureza.
    Precisa se encontrar com Deus,se teu filho nao te recompensa se nao vale apena

  193. renata

    Me fez chorar mega…ótimo texto !!!

  194. jessica

    Adorei atualmente so uma mãe que trabalha fora estou sofrendo muito mas longo longo se deus quiser serei uma mae integral nao critico ninhem pois cada uma de nós sabe qual a melhor escola para nossas vidas

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