Sem essa de mãe perfeita. Eu sou uma mãe real.

Sem essa de mãe perfeita. Eu sou uma mãe real.


28 de Janeiro de 2015

Eu tenho amigas que tiveram filhos de parto natural humanizado. Outras de cesárea agendada. Tenho amigas que fizeram cama compartilhada. Outras que colocaram seus bebês no próprio berço desde a primeira noite em casa. Tenho amigas que amamentaram até quase 4 anos. Outras que não conseguiram amamentar nem até 2 meses.

Photo Credit: Phil Romans via Compfight cc
Photo Credit: Phil Romans via Compfight cc

Sabe o que todas essas minhas amigas têm em comum? Elas são ótimas mães, amam seus filhos mais do que tudo e, para eles, elas são o máximo.

Uma coisa que percebi depois que me tornei mãe é que vivemos buscando o modelo perfeito de maternidade, aquele em que vamos minimizar os erros, passar por menos perrengues e criar crianças mais felizes e adultos mais preparados. E, atrás desse modelo perfeito, a gente tenta de um tudo: lê dezenas de livros, visitas todos os sites, ouve a opinião das amigas, da família e o escambau mas, no fundo, esquece de prestar atenção no que há de mais simples e mais importante: o que o nosso coração tem a dizer.

Aprendi que o modelo perfeito de maternidade não existe. Por exemplo: tenho uma amiga que largou tudo para se dedicar 100% aos seus três filhos e outra que trabalha fora 9, 10 horas por dia. E ambas são ótimas mães porque cada mulher é a melhor mãe que pode ser dentro das suas limitações. Essa coisa de mãe perfeita só existe em rede social! Dentro das nossas casas, o que temos são mães reais, amadas e admiradas apesar das suas pirações, da sua falta de paciência e dos gritos que escapam de vez em quando.

Se eu soubesse que a maternidade perfeita não existe e que todas nós erramos todo santo dia teria sofrido menos quando o Leo nasceu. Teria aceitado que ter medo é natural, que não saber o que fazer é a coisa mais comum do mundo e que sentir vontade de fugir de vez em quando só prova que somos normais.

Agora está para chegar o meu segundo filho. Dentro de duas semanas, no máximo, ele deverá estar por aqui. E sabe o que tem de melhor nessa segunda experiência? O fato de eu não ser mais ingênua a ponto de achar que não vou errar. Como gosto de dizer, se não há ser humano perfeito, por que haveria uma mãe perfeita? Isso é uma cobrança que nós mesmas nos colocamos e que só a experiência irá nos provar como é inútil. Por isso, abrace a ideia de ser uma mãe real e, acima de tudo, #ConfieNoSeuJeito. Isso irá fazer de você a melhor mãe que seus filhos poderão ter e uma pessoa muito, mas muito mais feliz.

E vocês, também acreditam nisso? Já entenderam que a perfeição não existe? Conseguiram aceitar e perdoar suas falhas? Compartilhem aqui como é que vocês encaram essa questão maternidade perfeita x maternidade real e possível. Vou adorar saber o que vocês tem a dizer.

Baby Dove acredita que não existem Mães Perfeitas, apenas Mães Reais, e incentiva que cada uma #ConfieNoSeuJeito.  Acompanhe aqui, pelos próximos meses, tudo que eu tenho a dizer sobre isso. Sobre essa maternidade real que eu sempre defendi e apoiei.

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